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3969210 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.
        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.
        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 
        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.
        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Na oração “Eles moldam escolhas”, o verbo apresenta concordância com um termo expresso que exerce a função de núcleo do sujeito, indicando claramente quem pratica a ação verbal. Considerando a estrutura sintática do enunciado, assinale a alternativa correta quanto à classificação do sujeito.
 

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3969209 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.
        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.
        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 
        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.
        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No trecho “Há ciclos que pedem recolhimento”, observa-se a relação estabelecida entre dois termos da oração, em que uma palavra retoma um antecedente e introduz uma informação explicativa sobre ele. Considerando o funcionamento sintático e semântico desse elemento no contexto apresentado, assinale a alternativa que indica corretamente a classe gramatical do termo “que”.
 

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3969208 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.
        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.
        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 
        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.
        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No texto, o autor articula diferentes conceitos — como tempo, intuição, trajetória e valores — para sustentar uma visão específica sobre o cuidado consigo mesmo. À luz dessa construção argumentativa, assinale a alternativa correta.
 

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3969207 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.
        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.
        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 
        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.
        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Ao desenvolver uma reflexão sobre tempo, limites e amadurecimento pessoal, o texto constrói uma crítica sutil a determinadas posturas comuns na vida contemporânea. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta quanto à ideia central defendida pelo autor.
 

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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil
        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.
        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.
        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
 

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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil
        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.
        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.
        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como:
 

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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil
        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.
        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.
        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que:
 

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3969090 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Biguaçu-SC
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A preposição é uma unidade linguística desprovida de independência, isto é, não aparece sozinha no discurso. Desse modo, ela se junta a substantivos, adjetivos, verbos e advérbios para marcar relações gramaticais e construir sentidos. A preposição "contra", por exemplo tem como função semântica básica estabelecer uma relação de oposição entre dois termos, com graus de intensidade segundo a natureza dos elementos envolvidos. Porém, essa preposição não se restringe à mera noção de oposição. Tendo isso como referência, leia e analise o texto a seguir:
Com 1.222 páginas, o GEO-7 lista cinco "verdades críticas" que precisam ser atacadas imediatamente na luta contra a mudança climática:
Há uma crise ambiental. [...];
Há uma crise de governança. [...];
Uma reforma financeira é necessária.[...];
Governos e sociedades têm que dar respostas integradas. [...];
É preciso justiça e equidade. [...] Comunidades mais vulneráveis e os povos originários precisam ter prioridade.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/economia-verde-onu/. Acesso em: 16 dez. 2025. Adaptado.)

Dado o contexto, assinale a alternativa que indica o sentido construído pela preposição "contra" no texto:
 

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3969087 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Biguaçu-SC
Provas:
De acordo com a professora Carla Coscarelli, em entrevista à revista Palimpsesto (v. 19), a teoria dos multiletramentos "nos lembra que precisamos pensar nas múltiplas linguagens orquestradas em um texto e que textos são sempre multimodais". A respeito disso, analise as sentenças:

I. Os multiletramentos chamam a atenção do(a) docente para a diversidade cultural das nossas sociedades, que precisa ser compreendia e respeitada, o que inclui evidentemente as particularidades culturais e linguísticas que acompanham cada estudante para o contexto escolar.
II. O preconceito linguístico existe, gera discriminação e, como todos os tipos de preconceito, precisa ser combatido porque é uma forma de colocar algumas pessoas em posição de inferioridade para que outras assumam o lugar de superiores. No contexto escolar, esse tipo de preconceito é mínimo, uma vez que a comunidade escolar está ciente do problema e há um trabalho diverso em torno das diversidades linguísticas.
III. A noção de multiletramentos possibilita a visão de que somos diversos, múltiplos e que diferentes culturas se manifestam em diferentes combinações de linguagens, sendo muito empobrecedor eleger apenas uma forma ou uma cultura para prevalecer sobre as outras. 


É correto o que se apresenta em:
 

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3969086 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Biguaçu-SC
Provas:
Os textos escritos na norma-padrão brasileira são constituídos por períodos gramaticalmente bem formados. Assim, períodos simples e complexos têm uma estrutura autônoma, com fronteiras muito bem definidas. Nesse sentido, analise as sentenças a seguir:

I. Uma oração não é um arranjo linear de palavras, disponibilizadas uma após a outra. Na verdade, uma oração equivale a uma estrutura de constituintes em hierarquia.
II. Os verbos ocupam papel central na estruturação dos períodos, selecionando suas outras partes. Isso significa que as formas verbais fazem determinadas exigências sintáticas, solicitando a presença de outros itens lexicais ou expressões para dar completude ao período.
III. Cada verbo presente num período indica a existência de uma oração. Assim, entende-se que um período é um conjunto estrutural formado por uma ou mais orações e oração é objeto gramatical cujas partes se apresentam hierarquicamente organizadas.

É correto o que se apresenta em:
 

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