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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil
no Brasil
As desigualdades socioeconômicas repercutem também
no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação
do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação
infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado
pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o
Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do
Desenvolvimento Social (MDS).
O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo
Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode
ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10
milhões de crianças de baixa renda na primeira infância,
inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro
daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação
básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em
famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.
A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal,
Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças,
sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).
“Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão
em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está
falando de a creche ser um espaço de aprendizagem,
desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”,
avaliou.
A desigualdade de acesso à educação infantil pelas
famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região
Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de
baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%)
e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%)
apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de
30% para a população do CadÚnico.
De acordo com o estudo, as diferenças são notadas
também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças
inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do
país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.
O estudo revela que os municípios menores e com menor
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M)
enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de
restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que
reforça a importância de políticas públicas que apoiem os
territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais
equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país.
Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as
comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas,
quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja
também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo,
lembrando sempre que a educação básica é um direito da
criança.
Fonte:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-
12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil
(adaptado).
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A preposição é uma unidade linguística desprovida de
independência, isto é, não aparece sozinha no discurso.
Desse modo, ela se junta a substantivos, adjetivos,
verbos e advérbios para marcar relações gramaticais e
construir sentidos. A preposição "contra", por exemplo
tem como função semântica básica estabelecer uma
relação de oposição entre dois termos, com graus de
intensidade segundo a natureza dos elementos
envolvidos. Porém, essa preposição não se restringe à
mera noção de oposição. Tendo isso como referência,
leia e analise o texto a seguir:
Com 1.222 páginas, o GEO-7 lista cinco "verdades críticas" que precisam ser atacadas imediatamente na luta contra a mudança climática:
Há uma crise ambiental. [...];
Há uma crise de governança. [...];
Uma reforma financeira é necessária.[...];
Governos e sociedades têm que dar respostas integradas. [...];
É preciso justiça e equidade. [...] Comunidades mais vulneráveis e os povos originários precisam ter prioridade.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/economia-verde-onu/. Acesso em: 16 dez. 2025. Adaptado.)
Dado o contexto, assinale a alternativa que indica o sentido construído pela preposição "contra" no texto:
Com 1.222 páginas, o GEO-7 lista cinco "verdades críticas" que precisam ser atacadas imediatamente na luta contra a mudança climática:
Há uma crise ambiental. [...];
Há uma crise de governança. [...];
Uma reforma financeira é necessária.[...];
Governos e sociedades têm que dar respostas integradas. [...];
É preciso justiça e equidade. [...] Comunidades mais vulneráveis e os povos originários precisam ter prioridade.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/economia-verde-onu/. Acesso em: 16 dez. 2025. Adaptado.)
Dado o contexto, assinale a alternativa que indica o sentido construído pela preposição "contra" no texto:
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De acordo com a professora Carla Coscarelli, em
entrevista à revista Palimpsesto (v. 19), a teoria dos
multiletramentos "nos lembra que precisamos pensar nas
múltiplas linguagens orquestradas em um texto e que
textos são sempre multimodais". A respeito disso,
analise as sentenças:
I. Os multiletramentos chamam a atenção do(a) docente para a diversidade cultural das nossas sociedades, que precisa ser compreendia e respeitada, o que inclui evidentemente as particularidades culturais e linguísticas que acompanham cada estudante para o contexto escolar.
II. O preconceito linguístico existe, gera discriminação e, como todos os tipos de preconceito, precisa ser combatido porque é uma forma de colocar algumas pessoas em posição de inferioridade para que outras assumam o lugar de superiores. No contexto escolar, esse tipo de preconceito é mínimo, uma vez que a comunidade escolar está ciente do problema e há um trabalho diverso em torno das diversidades linguísticas.
III. A noção de multiletramentos possibilita a visão de que somos diversos, múltiplos e que diferentes culturas se manifestam em diferentes combinações de linguagens, sendo muito empobrecedor eleger apenas uma forma ou uma cultura para prevalecer sobre as outras.
É correto o que se apresenta em:
I. Os multiletramentos chamam a atenção do(a) docente para a diversidade cultural das nossas sociedades, que precisa ser compreendia e respeitada, o que inclui evidentemente as particularidades culturais e linguísticas que acompanham cada estudante para o contexto escolar.
II. O preconceito linguístico existe, gera discriminação e, como todos os tipos de preconceito, precisa ser combatido porque é uma forma de colocar algumas pessoas em posição de inferioridade para que outras assumam o lugar de superiores. No contexto escolar, esse tipo de preconceito é mínimo, uma vez que a comunidade escolar está ciente do problema e há um trabalho diverso em torno das diversidades linguísticas.
III. A noção de multiletramentos possibilita a visão de que somos diversos, múltiplos e que diferentes culturas se manifestam em diferentes combinações de linguagens, sendo muito empobrecedor eleger apenas uma forma ou uma cultura para prevalecer sobre as outras.
É correto o que se apresenta em:
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Os textos escritos na norma-padrão brasileira são
constituídos por períodos gramaticalmente bem
formados. Assim, períodos simples e complexos têm
uma estrutura autônoma, com fronteiras muito bem
definidas. Nesse sentido, analise as sentenças a seguir:
I. Uma oração não é um arranjo linear de palavras, disponibilizadas uma após a outra. Na verdade, uma oração equivale a uma estrutura de constituintes em hierarquia.
II. Os verbos ocupam papel central na estruturação dos períodos, selecionando suas outras partes. Isso significa que as formas verbais fazem determinadas exigências sintáticas, solicitando a presença de outros itens lexicais ou expressões para dar completude ao período.
III. Cada verbo presente num período indica a existência de uma oração. Assim, entende-se que um período é um conjunto estrutural formado por uma ou mais orações e oração é objeto gramatical cujas partes se apresentam hierarquicamente organizadas.
É correto o que se apresenta em:
I. Uma oração não é um arranjo linear de palavras, disponibilizadas uma após a outra. Na verdade, uma oração equivale a uma estrutura de constituintes em hierarquia.
II. Os verbos ocupam papel central na estruturação dos períodos, selecionando suas outras partes. Isso significa que as formas verbais fazem determinadas exigências sintáticas, solicitando a presença de outros itens lexicais ou expressões para dar completude ao período.
III. Cada verbo presente num período indica a existência de uma oração. Assim, entende-se que um período é um conjunto estrutural formado por uma ou mais orações e oração é objeto gramatical cujas partes se apresentam hierarquicamente organizadas.
É correto o que se apresenta em:
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