Foram encontradas 348.229 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Creatina: os efeitos reais do suplemento na
performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se
transformam com rapidez — e certas modalidades,
técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a
creatina mantém-se como uma das substâncias mais
recomendadas por profissionais de saúde, graças aos
benefícios amplamente comprovados por estudos
científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir
de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina —
sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além
disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem
animal, como carnes e leite. Parte da substância é
eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é
armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning
Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a
suplementação serve para preencher esses estoques,
auxiliando na melhora da força e do desempenho físico
durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia
necessária para sustentar a contração muscular em
atividades intensas. Isso se traduz em melhor
desempenho, maior capacidade de resistência,
recuperação acelerada entre séries e favorecimento do
ganho de força e de massa muscular. Sua principal
função é a conversão em fosfocreatina nas fibras
musculares, que atua como reserva imediata de energia
ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida
regeneração do ATP — a principal fonte energética das
células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e
membro da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite
adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas,
fundamentais para o desenvolvimento muscular. O
suplemento também favorece a recuperação entre
treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de
exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos
músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da
estética e do desempenho atlético: contribui para o
controle do peso, a prevenção de lesões, o
fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde
cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento
saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios
como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular,
decorrente da retenção de água dentro das fibras
musculares — e não no tecido adiposo —, o que
demonstra que o aumento de peso não se deve ao
acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo
de massa muscular e força em comparação a um grupo
que recebeu placebo, com destaque para os ganhos
observados em exercícios de supino e agachamento. Há
também indícios de que a creatina beneficie a função
cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem
comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e
pessoas que necessitam aumentar massa muscular,
sempre com orientação médica. A forma mais comum e
eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto,
vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais,
pois não consomem as principais fontes naturais da
substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a
creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e
cianamida, seguida de purificação e secagem até se
obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a
creatina é segura para a maioria das pessoas, mas
requer cautela em casos de comprometimento renal ou
hepático, com acompanhamento médico e
monitoramento laboratorial. O uso do suplemento
isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios.
Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou
sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à
prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia,
de acordo com as características individuais. A
substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó,
sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas
absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é
recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo
excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser
evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
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Creatina: os efeitos reais do suplemento na
performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se
transformam com rapidez — e certas modalidades,
técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a
creatina mantém-se como uma das substâncias mais
recomendadas por profissionais de saúde, graças aos
benefícios amplamente comprovados por estudos
científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir
de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina —
sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além
disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem
animal, como carnes e leite. Parte da substância é
eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é
armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning
Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a
suplementação serve para preencher esses estoques,
auxiliando na melhora da força e do desempenho físico
durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia
necessária para sustentar a contração muscular em
atividades intensas. Isso se traduz em melhor
desempenho, maior capacidade de resistência,
recuperação acelerada entre séries e favorecimento do
ganho de força e de massa muscular. Sua principal
função é a conversão em fosfocreatina nas fibras
musculares, que atua como reserva imediata de energia
ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida
regeneração do ATP — a principal fonte energética das
células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e
membro da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite
adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas,
fundamentais para o desenvolvimento muscular. O
suplemento também favorece a recuperação entre
treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de
exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos
músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da
estética e do desempenho atlético: contribui para o
controle do peso, a prevenção de lesões, o
fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde
cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento
saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios
como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular,
decorrente da retenção de água dentro das fibras
musculares — e não no tecido adiposo —, o que
demonstra que o aumento de peso não se deve ao
acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo
de massa muscular e força em comparação a um grupo
que recebeu placebo, com destaque para os ganhos
observados em exercícios de supino e agachamento. Há
também indícios de que a creatina beneficie a função
cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem
comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e
pessoas que necessitam aumentar massa muscular,
sempre com orientação médica. A forma mais comum e
eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto,
vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais,
pois não consomem as principais fontes naturais da
substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a
creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e
cianamida, seguida de purificação e secagem até se
obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a
creatina é segura para a maioria das pessoas, mas
requer cautela em casos de comprometimento renal ou
hepático, com acompanhamento médico e
monitoramento laboratorial. O uso do suplemento
isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios.
Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou
sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à
prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia,
de acordo com as características individuais. A
substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó,
sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas
absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é
recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo
excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser
evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
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Creatina: os efeitos reais do suplemento na
performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se
transformam com rapidez — e certas modalidades,
técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a
creatina mantém-se como uma das substâncias mais
recomendadas por profissionais de saúde, graças aos
benefícios amplamente comprovados por estudos
científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir
de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina —
sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além
disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem
animal, como carnes e leite. Parte da substância é
eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é
armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning
Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a
suplementação serve para preencher esses estoques,
auxiliando na melhora da força e do desempenho físico
durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia
necessária para sustentar a contração muscular em
atividades intensas. Isso se traduz em melhor
desempenho, maior capacidade de resistência,
recuperação acelerada entre séries e favorecimento do
ganho de força e de massa muscular. Sua principal
função é a conversão em fosfocreatina nas fibras
musculares, que atua como reserva imediata de energia
ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida
regeneração do ATP — a principal fonte energética das
células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e
membro da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite
adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas,
fundamentais para o desenvolvimento muscular. O
suplemento também favorece a recuperação entre
treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de
exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos
músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da
estética e do desempenho atlético: contribui para o
controle do peso, a prevenção de lesões, o
fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde
cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento
saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios
como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular,
decorrente da retenção de água dentro das fibras
musculares — e não no tecido adiposo —, o que
demonstra que o aumento de peso não se deve ao
acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo
de massa muscular e força em comparação a um grupo
que recebeu placebo, com destaque para os ganhos
observados em exercícios de supino e agachamento. Há
também indícios de que a creatina beneficie a função
cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem
comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e
pessoas que necessitam aumentar massa muscular,
sempre com orientação médica. A forma mais comum e
eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto,
vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais,
pois não consomem as principais fontes naturais da
substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a
creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e
cianamida, seguida de purificação e secagem até se
obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a
creatina é segura para a maioria das pessoas, mas
requer cautela em casos de comprometimento renal ou
hepático, com acompanhamento médico e
monitoramento laboratorial. O uso do suplemento
isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios.
Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou
sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à
prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia,
de acordo com as características individuais. A
substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó,
sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas
absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é
recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo
excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser
evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
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Creatina: os efeitos reais do suplemento na
performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se
transformam com rapidez — e certas modalidades,
técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a
creatina mantém-se como uma das substâncias mais
recomendadas por profissionais de saúde, graças aos
benefícios amplamente comprovados por estudos
científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir
de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina —
sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além
disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem
animal, como carnes e leite. Parte da substância é
eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é
armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning
Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a
suplementação serve para preencher esses estoques,
auxiliando na melhora da força e do desempenho físico
durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia
necessária para sustentar a contração muscular em
atividades intensas. Isso se traduz em melhor
desempenho, maior capacidade de resistência,
recuperação acelerada entre séries e favorecimento do
ganho de força e de massa muscular. Sua principal
função é a conversão em fosfocreatina nas fibras
musculares, que atua como reserva imediata de energia
ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida
regeneração do ATP — a principal fonte energética das
células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e
membro da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite
adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas,
fundamentais para o desenvolvimento muscular. O
suplemento também favorece a recuperação entre
treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de
exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos
músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da
estética e do desempenho atlético: contribui para o
controle do peso, a prevenção de lesões, o
fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde
cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento
saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios
como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular,
decorrente da retenção de água dentro das fibras
musculares — e não no tecido adiposo —, o que
demonstra que o aumento de peso não se deve ao
acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo
de massa muscular e força em comparação a um grupo
que recebeu placebo, com destaque para os ganhos
observados em exercícios de supino e agachamento. Há
também indícios de que a creatina beneficie a função
cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem
comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e
pessoas que necessitam aumentar massa muscular,
sempre com orientação médica. A forma mais comum e
eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto,
vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais,
pois não consomem as principais fontes naturais da
substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a
creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e
cianamida, seguida de purificação e secagem até se
obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a
creatina é segura para a maioria das pessoas, mas
requer cautela em casos de comprometimento renal ou
hepático, com acompanhamento médico e
monitoramento laboratorial. O uso do suplemento
isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios.
Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou
sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à
prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia,
de acordo com as características individuais. A
substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó,
sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas
absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é
recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo
excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser
evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Creatina: os efeitos reais do suplemento na
performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se
transformam com rapidez — e certas modalidades,
técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a
creatina mantém-se como uma das substâncias mais
recomendadas por profissionais de saúde, graças aos
benefícios amplamente comprovados por estudos
científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir
de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina —
sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além
disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem
animal, como carnes e leite. Parte da substância é
eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é
armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning
Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a
suplementação serve para preencher esses estoques,
auxiliando na melhora da força e do desempenho físico
durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia
necessária para sustentar a contração muscular em
atividades intensas. Isso se traduz em melhor
desempenho, maior capacidade de resistência,
recuperação acelerada entre séries e favorecimento do
ganho de força e de massa muscular. Sua principal
função é a conversão em fosfocreatina nas fibras
musculares, que atua como reserva imediata de energia
ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida
regeneração do ATP — a principal fonte energética das
células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e
membro da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite
adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas,
fundamentais para o desenvolvimento muscular. O
suplemento também favorece a recuperação entre
treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de
exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos
músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da
estética e do desempenho atlético: contribui para o
controle do peso, a prevenção de lesões, o
fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde
cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento
saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios
como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular,
decorrente da retenção de água dentro das fibras
musculares — e não no tecido adiposo —, o que
demonstra que o aumento de peso não se deve ao
acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo
de massa muscular e força em comparação a um grupo
que recebeu placebo, com destaque para os ganhos
observados em exercícios de supino e agachamento. Há
também indícios de que a creatina beneficie a função
cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem
comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e
pessoas que necessitam aumentar massa muscular,
sempre com orientação médica. A forma mais comum e
eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto,
vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais,
pois não consomem as principais fontes naturais da
substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a
creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e
cianamida, seguida de purificação e secagem até se
obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a
creatina é segura para a maioria das pessoas, mas
requer cautela em casos de comprometimento renal ou
hepático, com acompanhamento médico e
monitoramento laboratorial. O uso do suplemento
isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios.
Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou
sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à
prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia,
de acordo com as características individuais. A
substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó,
sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas
absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é
recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo
excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser
evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
De acordo com as informações do texto, o principal objetivo da suplementação de creatina é:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde
Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.
O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.
De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.
A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.
A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.
A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.
Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.
A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
Considerando essas informações, é CORRETO afirmar que, segundo o texto, o uso da creatina deve observar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Vigotski (1997) afirmou que "um ponto do sistema Braille
fez mais pelo cego que mil obras de caridade". A partir
de 1825, quando o jovem francês Louis Braille
(1809-1852) desenvolveu o sistema de leitura e escrita
em relevo com seis pontos, as pessoas cegas passaram
a ter acesso efetivo ao conhecimento e à educação
formal. Esse avanço contribuiu para a consolidação da
inclusão educacional e para ampliar as possibilidades de
inserção e permanência no mercado de trabalho.
Fonte: CAMARGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Ciência & Educação (Bauru), v. 23, p. 1-6, 2017.
Diante do texto, é possível AFIRMAR que:
Fonte: CAMARGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Ciência & Educação (Bauru), v. 23, p. 1-6, 2017.
Diante do texto, é possível AFIRMAR que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
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