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2704427 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Uruguaiana-RS

Por sincretismo religioso, entende-se:

 

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2704426 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Uruguaiana-RS

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, referentes aos seguintes elementos constitutivos da religião: rituais, crenças e símbolos.

( ) A pedra sagrada de Meca (Caaba ou Pedra Negra) é um dos principais símbolos do judaísmo.

( ) O candelabro de sete braços (Menorá) é um símbolo importante da religião hinduísta.

( ) Rezar cinco vezes ao dia orientado para Meca é uma atividade ritual do budismo.

( ) A missa católica é um exemplo de ritual, e a cruz, de símbolo.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2704425 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Uruguaiana-RS

“A não exclui, no entanto, as religiões e suas manifestações públicas, nem o ensino religioso, muito menos deve interferir nas convicções pessoais daqueles que optam por não professar nenhuma religião. A garante também aos cidadãos que nenhuma religião, crença ou igreja poderá cercear os direitos do Estado ou apropriar-se dele para seus interesses. Esta separação entre Igreja e Estado é que garante a “pacificação” entre as diversas crenças religiosas, uma vez que não privilegia nenhuma delas."

Enunciado 3415274-1

O conceito que melhor preenche as lacunas no texto acima é:

 

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2704424 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Uruguaiana-RS

Os feitos, dizeres e aprovações do Profeta Maomé e os meios práticos por Ele utilizados para ensinar o Islã fazem parte

 

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2704423 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Uruguaiana-RS

Segundo o paradigma de Ensino Religioso proposto por documentos como os Parâmetros Curriculares Nacionais e as Referências Curriculares Estaduais, espera-se do professor dessa disciplina que:

I. Seja capaz de compreender o pluralismo religioso presente na sociedade brasileira.

II. Busque conseguir adeptos para serem convertidos a uma religião, crença ou doutrina.

III. Estabeleça juízos de valor entre as religiões, definindo qual é a verdadeira.

IV. Estimule o respeito à diversidade religiosa.

Quais estão corretas?

 

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2471774 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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De acordo com os dados do IBGE 2010, que retratam o panorama atual das religiões no Brasil, algumas religiões ganharam adeptos e outras perderam. Entre os fatores que influenciam essas mudanças, estão a Modernidade, com sua racionalidade; liberdade de escolha do indivíduo e um Estado laico. Marque a resposta correta a respeito dessa mobilidade entre as religiões:
 

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2469175 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Quando a Ciência e as religiões pretendem salvar o
planeta.
Em tempos de profecias cinzentas sobre mudanças globais e o futuro do planeta, a questão do "fim do mundo" e da sua salvação está na pauta. Como sempre, o mundo está mudando. Para os profetas de hipóteses inverificáveis, o planeta está se transformando num local ameaçador e até vingativo. Nesses discursos, a natureza aparece como sujeito dotado de consciência e arbítrio, para não dizer morada de deuses. Está se vingando dos males que afligiram os humanos.
Se as afirmações sobre a iminência do "fim do mundo" fossem feitas apenas por líderes religiosos, seriam tratadas de messianismo, milenarismo e até fanatismo. Mas isso é colocado com naturalidade pela mídia e até por parte de uma comunidade científica, que se diz ateia, quando evocam as questões ambientais do planeta. Nessa batalha midiática, o discurso religioso e o científico interpenetram-se de forma inédita e parecem falar a mesma língua.
Um linguajar religioso reveste o discurso dos portavozes das mudanças climáticas e globais e de suas consequências. As falas do ex-Vice-Presidente dos Estados Unidos AI Gore e do atual Presidente Barak Obama são exemplos eloquentes. Os termos utilizados por parte da comunidade científica no tratamento das questões ambientais planetárias evocam com frequência o "apocalipse". Comparam os pretensos castigos climáticos com as pragas do Egito ou do Livro da Revelação. Apresentam o fim do mundo como algo iminente e irreversível. Ameaçam com aquecimentos infernais e dilúvios arrasadores. Os humanos são pecadores castigados por seus atos, como nos tempos míticos de Noé. Empregam o termo "pecado original" para criticar o modo de vida ocidental.
Num antropocentrismo onipotente e disfarçado, esses discursos creditam aos humanos a responsabilidade do aquecimento do planeta e também a possibilidade de salvá-lo. A Terra depende de nós. Parte do campo eclesial adotou essas teses e o discurso passou da salvação pessoal e comunitária ao de salvar o planeta.
Fonte: MIRANDA, Evaristo Eduardo de Miranda. Religião, Ciência e Tecnologia. 2009, p.143e144.
 

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2466892 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Deuses e Castas
A índia foi berço de uma das mais antigas e avançadas civilizações do globo. Achados arqueológicos indicam que por volta de 2500 a.C. existiam cidades planejadas nos vales dos rios Indo e Ganges, locais que hoje abrangem o Paquistão e o norte de/índia. Essa cultura brilhante floresceu por cerca de mil anos, mas foi devastada a partir do século XV a.C., quando os povos arianos invadiram a religião.
Os arianos mantinham ligação com algumas religiões europeias, como a grega, a romana e a germânica. Eles davam muita importância ao sacrifício e faziam diversas oferendas a seu panteão de deuses, a fim de conquistar favores e manter sob controle as forças sobrenaturais. As crenças e os ritos já existentes na religião foram incorporados ao sistema religioso dos invasores e deram origem a novos cultos, preservados até hoje.
Além de seus deuses e mitos, os arianos impuseram sua concepção social formada por castas. A sociedade foi dividida em quatro grandes grupos, denominados varnas, com direitos e deveres, privilégios e práticas religiosas diferenciadas, sem mobilidade entre elas. De acordo com a mitologia hindu, as quatro varnas começaram a existir durante a criação do mundo, quando um ser primitivo chamado Purusha foi sacrificado. Eis a divisão das varnas: a classe dos sacerdotes, a mais alta e privilegiada de todas, originou-se dos lábios de Purusha; a casta dos guerreiros e governantes, denominados xátrias, originou-se dos braços do primitivo; a casta dos agricultores, comerciantes e artesãos, os vaixás eram oriundos das pernas de Purusha e a casta dos sudras, saídos dos pés de Purusha, abrangia os servos e os escravos. Havia também os párias ou intocáveis, pessoas que não pertenciam a nenhuma casta por terem desobedecido às leis religiosas.
Fonte: História das Religiões, 2002, p. 52 e 53.
I - O hinduísmo segue no seu entendimento as castas originárias do ser primitivo Purusha.
II - Os párias, dependendo do arrependimento de suas faltas, podem chegar a ser um sacerdote.
III - O ser primitivo Purusha faz parte dos deuses que os arianos trouxeram das crenças germânicas.
IV - Só depois de muito estudo nos templos hindus, era que se definia a que casta a pessoa iria fazer parte.
V - A mitologia hindu confere a origem dos guerreiros e governantes nos braços de Purusha.
 

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2459864 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Ao ler o texto, pode-se fazer uma comparação entre o ser humano e os animais. Sobre este assunto, analise as alternativas seguintes e marque a correta:
 

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2458939 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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A formação do povo brasileiro.
As primeiras sementes da formação do povo brasileiro são lançadas em tempo de exploração das riquezas da terra e de submissão dos nativos aos esquemas da metrópole que inclui, em seu projeto colonizador de conquista, a fé católica.
O ensino religioso é questão de cumprimento dos acordos estabelecidos entre o Sumo Pontífice Igreja católica e o Monarca de Portugal, em vista da evangelização dos gentios. Tal acordo parte dos princípios e critérios do Regime de Padroado, com todas as implicações que de fato decorrem para a formação religiosa e cultural do povo brasileiro. Em nenhum momento são levados em consideração os elementos da tradição religiosa dos negros, sobretudo, o transe, por serem considerados como "inoportunos" à sua adesão ao catolicismo e, consequente, um empecilho para a profissão da fé católica.
No entanto, não se conseguiu eliminar o substrato religioso advindo de suas origens africanas, graças à coragem de lutar, apoiados nas energias de seus orixás. Tal situação é uma das vertentes do sincretismo religioso presente na cultura brasileira.
Fonte: Ensino Religioso no Cenário da Educação Brasileira CNBB. 2007, p.45a48.
Quanto à questão dos negros e da cultura religiosa afro, é correto afirmar que:
 

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