Todos parecem saber a que nos referimos quando falamos em currículo escolar; entretanto, a expressão também gera dúvidas e algumas dificuldades para defini-la com clareza. Para alguns, apenas o “conteúdo de cada matéria” ou “o conjunto de saberes construído pela humanidade e que deve ser transmitido às novas gerações”, outros se referem à “proposta pedagógica da escola” e “aquilo que cai nas provas”. Giroux acredita que é possível canalizar o potencial de resistência demonstrado por estudantes e professores para desenvolver uma pedagogia e um currículo que tenham um conteúdo claramente político. Sobre os conceitos centrais a essa concepção emancipadora ou libertadora do currículo e da pedagogia, analise as afirmativas a seguir.
I. Esfera pública: a escola e o currículo devem funcionar como esfera pública, local onde os estudantes têm oportunidade de exercer habilidades democráticas de discussão e de participação.
II. Competências: o foco deve ser no desenvolvimento de conteúdos procedimentais.
III. Intelectuais transformadores: os professores devem ser vistos como intelectuais transformadores.
IV. Voz: a escola como espaço onde os estudantes possam ser ouvidos e atentamente considerados.
Está correto o que se afirma apenas em