Na maioria das escolas, a ponte que liga o que se faz e o que se deseja fazer expressa no Projeto Político-Pedagógico (PPP) se rompe e tudo fica no nível do desejável. Um clima de insatisfação alastra-se entre os educadores e a tendência tem sido buscar em elementos externos a justificativa do não realizado. Alguns elementos citados são a ausência de uma política mais efetiva, recursos de forma geral, tempo e outras justificativas. Certamente e por algum tempo, esses argumentos parecem aliviar a frustração dos profissionais da educação, pois são justificativas procedentes, mas, aos poucos, e através da evidência mais viva que a escola possui, o aluno, a baixa qualidade do processo de ensino-aprendizagem volta a indicar por alguma (re)construção que pode e deve ser gerada na própria escola, atenuando ou mesmo transpondo as interferências negativas externas. Os discursos encontrados nos documentos, frequentemente críticos e inovadores, nem sempre traduzem o vivido na escola. Este descompasso entre o discurso e a ação tem sua causa, EXCETO:
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