Demonstrando afetividade
Há quem acredite que para ser afetivo é preciso abraçar e beijar os alunos. Algumas crianças chegam a passar doze horas por dia na escola e ficar todo esse tempo sem receber um abraço não é bom, mas essa não é a única forma de demonstrar afeto. Promover uma roda de conversa no início da aula e ouvir com atenção os alunos contarem o que fizeram em casa, sentar ao lado deles enquanto desenham e perguntar a respeito, contar uma história enquanto troca a fralda, acompanhar as brincadeiras e observar o que estão falando entre si são formas pelas quais o professor pode demonstrar carinho, atenção e cuidado pela sua turma.
(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/17883/afetividade-na-educacao-infantil-a-importancia-do-afeto-para-o-processo-deaprendizagem.)
Com base nos pressupostos wallonianos que buscam a compreensão do indivíduo na sua totalidade ressaltando os aspectos biológico e psicológico para o entendimento da relação cognitiva com a afetividade e suas implicações educacionais, destacam-se:
I. A compreensão do ser humano como pessoa integral sob a ótica da concepção psicogenética do desenvolvimento humano.
II. O desenvolvimento afetivo visto como um processo contínuo ao longo de um continuum. As mudanças ocorrem de forma sequencial e todos os níveis são passados na mesma ordem a todas as pessoas.
III. A discussão dialética da afetividade, cognição e dos níveis biológicos e socioculturais, além das contribuições para o processo de ensino e aprendizagem.
IV. A valorização da relação professor-aluno e a escola, como elementos fundamentais no processo de desenvolvimento completo da pessoa.
Está correto o que se afirma em