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Segundo Koudela (2001), o objetivo explícito da obra é a transmissão de um sistema de atuação que pode ser desenvolvido por todo os que desejem se expressar através do teatro, sejam eles profissionais, amadores ou crianças.
Trata-se da obra
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Sua primeira técnica foi aplicada em São Paulo, em 1970, no Núcleo 2 do Teatro de Arena, com o teatro-jornal: em meio à terrível opressão que sufocava o País, dramatizavam-se notícias jornalísticas, em meritório exercício de liberdade.
(Adaptado. Magaldi, 1985)
O excerto descreve uma primeira ação do Teatro
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Erwin Piscator encomendou a Walter Gropius (1883-1969), na década de vinte, um projeto que atendesse aos reclamos de sua nova concepção. O resultado, embora não realizado, abriu caminho para as pesquisas contemporâneas, que em grande parte acolheram seus princípios, entre eles a abolição entre lugares privilegiados e galerias. Para eles, as aspirações de igualdade social, fortalecidas em nosso século, tinham de influir na arquitetura do teatro.
(Adaptado. Magaldi, 1985)
A proposta elaborada por Gropius foi denominada
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“(...) Hoje em dia, há um leque muito grande de movimentos expressivos, formas diversas de os corpos dançarem, comunicarem-se e expressarem ideias, emoções, sentidos e sentimentos. O ser humano se modificou, ao mesmo tempo, que continuou o mesmo. Assim, existem danças de características primitivas e clássicas, como também modernas e pós- modernas. (...)”.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003.
Com base nesse argumento, Isabel Marques afirma que o/a professor/a tem muito a apresentar para os/as alunos/as e orienta que o conhecimento:
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“É evidente o quanto a arte sempre esteve presente e ainda está na vida do ser humano, como uma característica da sua existencialidade cultural, porém os fatos, muitas vezes, mostram detalhes que evidenciam a não linearidade da evolução histórica, das manifestações artísticas”, afirma a pesquisadora Isabel Marques em Dançando na Escola (Cortez, 2003). Nas palavras da autora, a arte é uma construção humana e como tal se efetiva no corpo, pelo corpo e a partir da realidade do corpo, no percorrer da história da humanidade.
Especificamente a respeito da dança como forma de comunicação, segundo o conceito de Isabel Marques, pode-se afirmar que:
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Em Improvisação para o teatro (São Paulo: Perspectiva, 1979), Viola Spolin propõe uma reflexão a respeito da “Transposição do processo de aprendizagem para a vida diária” e observa que:
“(...) Por causa da natureza dos problemas de atuação, é imperativo preparar todo o equipamento sensorial, livrar-se de todos os preconceitos, interpretações e suposições, para que se possa estabelecer um contato puro e direto com o meio criado e com os objetos e pessoas dentro dele. Quando isto é aprendido dentro do mundo do teatro, produz simultaneamente o reconhecimento e contato puro e direto com o mundo exterior. (...)”.
Na perspectiva de Viola Spolin:
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Viola Spolin, em Improvisação para o teatro (São Paulo: Perspectiva, 1979), afirma que:
“(...) Aprendemos através da experiência, e ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista com suas equações. Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar. "Talento" ou "falta de talento" tem muito pouco a ver com isso. Devemos reconsiderar o que significa "talento". É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar. Deste ponto de vista, é no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada (...)”.
O conceito de experienciar, segundo a autora, consiste em:
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“(...) Uma das razões da popularidade do Teatro do Oprimido está no fato de não se tratar de uma cartilha dogmática. Publicado pela primeira vez em 1973, traduzido para mais de 25 idiomas e utilizado em mais de 70 países, o Teatro do Oprimido é um método de pesquisa e criatividade que tem como objetivo a transformação pessoal, política e social e que pode ser usado por todos aqueles que se enquadrem na categoria de “oprimidos”, sejam operários, camponeses, mulheres, negros, homossexuais. (...)”.
BOAL, Augusto. Teatro do oprimido. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
No Teatro do Oprimido, a ideia de transformar o espectador em elemento ativo na encenação pretende:
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As manifestações artístico-culturais são demonstrações que possibilitam diferenciar a cultura de cada povo, carregadas de simbolismo histórico, são responsáveis por exercitar o pensamento, os valores humanos, a geração de conhecimento e, por conseguinte, o próprio desenvolvimento da sociedade. Ao analisar essas manifestações, são encontrados traços que permitem diferenciar claramente o comportamento regional. Assim, há uma dança característica dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, formada por um grupo masculino, trajado com chapéu de palha e lenço no pescoço. Os homens dançam em fileira ou círculo. O compasso dessa dança é marcado por bastões de madeira. Qual é essa dança?
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No final do século XVIII, na Áustria, surgiu um tipo dança que, inicialmente, gerou grande impacto, em especial, para a população mais conservadora, uma vez que essa modalidade dançante era realizada por meio de casais que dançavam abraçados, um de frente para o outro. Que dança era essa?
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