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Foram encontradas 60 questões.

Sobre os ativos intangíveis, é INCORRETO afirmar que
 

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519879 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
O SQL Server 2005 permite configurar visões usando atributos na instrução CREATE VIEW. Existem vários atributos de visão, dentre eles, o atributo Schemabinding, sobre o qual é correto afirmar que
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Dos períodos exibidos a seguir, assinale aquele que NÃO apresenta uma ou mais palavras com problemas de ortografia e/ou acentuação.
 

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Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Hardware é a parte física do computador. Exemplos: monitor, processador e firmware.
( ) Software é a parte lógica do computador. Exemplos: editores de texto, planilhas eletrônicas e sistemas operacionais.
( ) O teclado, o mouse e o scanner são considerados periféricos de entrada em um computador.
( ) O monitor, a impressora e o modem são periféricos somente de saída em um computador.
( ) Os dispositivos de entrada e saída são aqueles capazes de fornecer dados ao usuário e ao sistema no mesmo hardware. Exemplos: pendrive e monitor TouchScreen.
A sequência está correta em
 

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484260 Ano: 2014
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Relacione adequadamente os processos da biblioteca do ITIL às respectivas características.
1. Gerenciamento de Mudanças.
2. Gerenciamento de Ativos de Serviço e da Configuração.
3. Gerenciamento da Liberação e da Distribuição.
4. Validação e Teste do Serviço.
5. Avaliação.
6. Gerenciamento do Conhecimento.
( ) Relaciona-se à garantia da qualidade de uma liberação, incluindo todos os seus componentes de serviço, os serviços resultantes e a capacitação do serviço por ela viabilizada.
( ) Visa assegurar o tratamento sistemático e padronizado de todas as mudanças ocorridas no ambiente operacional, minimizando, assim, os impactos decorrentes de incidentes/problemas relacionados a estas mudanças na qualidade do serviço.
( ) Visa garantir que a informação correta seja entregue no local apropriado para uma pessoa que tenha competência para atuar no tempo certo, habilitando a tomada de decisões informadas.
( ) Visa criar meios padronizados e consistentes para avaliar o desempenho de uma mudança no contexto de uma infraestrutura de TI e serviços já existentes, confrontando-o com as metas previstas, registrando e gerenciando os desvios encontrados.
( ) Abrange o gerenciamento do tratamento de um conjunto de mudanças em um serviço de TI, devidamente autorizadas (incluindo atividades de planejamento, desenho, construção, configuração e teste de itens de software e hardware).
( ) Abrange identificação, registro, controle e verificação de ativos de serviços e itens de configuração (componentes de TI, tais como hardware, software e documentação relacionada, incluindo suas versões, componentes e interfaces), dentro de um repositório centralizado.
A sequência está correta em
 

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O Banco Central do Brasil, através da Resolução nº 394/76, definiu a competência e disciplinou a constituição e o funcionamento dos Bancos de Desenvolvimento. Com base no regulamento anexo à Resolução nº 394/76, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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480200 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Um pacote no TCP denomina-se segmento. Segmentação é a divisão de uma mensagem em vários pacotes, geralmente realizada na camada de transporte. O segmento é formado por um cabeçalho de 20 a 60 bytes, seguido pelos dados do programa da camada de aplicação.
Sobre o cabeçalho do segmento, analise as afirmativas.
I. O cabeçalho tem 20 bytes se não houver opções e pode chegar a 60 bytes se contiver opções.
II. O endereço de porta de origem e porta de destino possuem, cada um, 32 bits.
III. O número de sequência e o número de confirmação possuem, cada um, 16 bits.
IV. Comprimento do cabeçalho (HLEN) é um campo de 4 bits que indica o número de palavras de 4 bytes no cabeçalho TCP.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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Acerca das Sociedades Civis, de acordo com a Lei Federal nº 6.404/76 e suas alterações, é INCORRETO afirmar que
 

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De acordo com a Lei nº 10.520/2002, que instituiu no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, a modalidade de licitação denominada pregão, é INCORRETO afirmar que
Questão Anulada

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Questão Anulada

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