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Foram encontradas 96 questões.

735287 Ano: 2015
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
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Em relação às competências do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul, definidas na Resolução nº 1.028/2015, que aprova o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Emitir Parecer Prévio sobre as contas do Governador e dos Prefeitos Municipais.
( ) Fiscalizar a legalidade e a legitimidade da procedência dos bens e rendas acrescidos ao patrimônio de agente público, bem como o cumprimento da obrigatoriedade da apresentação de declaração de bens e rendas no exercício de cargo, função ou emprego público, nos termos da legislação estadual e federal aplicável.
( ) Representar ao Governador do Estado e à Assembleia Legislativa, ao Prefeito e à Câmara Municipal, sobre irregularidades ou abusos apurados no exercício de suas atividades fiscalizadoras.
( ) Exercer fiscalização junto à Administração Direta e Indireta, aos consórcios, às fundações, às associações, inclusive às organizações da sociedade civil, e às demais sociedades instituídas e/ou mantidas pelos Poderes Públicos estadual e municipais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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734282 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Orfandades
Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena. Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, a certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor – e dentro de mim – uma sensação pesada de orfandade, ligada à transitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão" vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas. A mesma tristeza que a morte dos pais provoca – a orfandade original – espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, à mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim. Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos – um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos – de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto – qualquer que seja a sua causa – sucederá a plenitude. Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência, portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.
(Ivan Martins – Revista Época, 24 de junho de 2015 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)
Na linha 16, caso substituíssemos o vocábulo “amor” por sua forma plural, quantas outras alterações deveriam ser feitas a fim de que se mantivessem as corretas relações de concordância no período?
 

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730146 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS

Para responder à questão, considere a Lei Complementar nº 002/2012, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Municipais de Parobé.

Genivaldo é servidor estável do Município de Parobé e deseja gozar de sua licença não remunerada para tratar de interesses particulares. Conforme o referido Regime Jurídico, poderá ser concedida ao servidor estável licença não remunerada, de até 1 ano, para tratar de interesses pessoais, mas, para que o servidor possa postular essa licença, deverá comprovar a efetiva prestação de serviço ao Município de, no mínimo,

 

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729651 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Cultura da Bebida
A droga mais consumida mundo afora continua gerando muita polêmica. Legalizado na maior parte dos países, o álcool é a substância que, paradoxalmente, mais custa à saúde pública. Se colocarmos na ponta do lápis gastos com hospitais, mortes, acidentes, violência, seguros, entre outros, percebemos que o poder de fogo da bebida é alto.
Nas últimas semanas, o tema voltou à tona com a notícia de que circula um projeto de lei no parlamento da Indonésia (em que 88% da população é muçulmana), que propõe prisão de até dois anos para quem for pego bebendo, produzindo ou distribuindo álcool. A informação é da agência de notícias EFE.
Se aprovada, a lei equipara um consumidor de álcool ao de outras drogas ilícitas, podendo inclusive ser tratado como traficante. Segundo os autores da proposta, o álcool é responsável por 58% dos crimes cometidos no país. Bom lembrar que em boa parte do mundo islâmico o consumo de álcool é proibido.
Longe da medida extrema que está sendo discutida na Indonésia, a ingestão responsável de bebida é um grande desafio. A maior parte das pessoas que bebe acaba ingerindo álcool de forma adequada e não enfrenta maiores problemas. O álcool está inserido culturalmente no mundo ocidental desde sempre. Mas e o uso nocivo e os impactos que ele pode trazer para a vida de cada um? O que fazer?
A revista alemã Deutsche Welle traz um estudo do final de fevereiro, publicado no periódico Scientific Report, que mostra que o álcool pode ser considerado até 114 vezes mais letal do que a maconha. Ou seja, algumas questões devem e precisam ser discutidas em um mundo em que as pessoas gostam de beber.
Que beber álcool em excesso faz mal para a saúde não resta dúvida. Mas será que o consumo moderado poderia trazer algum benefício? Muitos pesquisadores defendem que um pouco de bebida faz bem, mas a realidade pode ser diferente.
Beber muito álcool – tanto em ocasiões isoladas como ao longo do tempo – pode levar a problemas cardíacos, doenças no fígado e até alguns tipos de câncer, sem contar problemas como violência, acidentes, abuso e dependência.
Mas como fica a questão de beber algo como uma dose por dia? Um estudo publicado no início do ano pelo European Heart Journal, divulgado pelo site Medical News Today, aponta uma redução de risco de problemas cardíacos da ordem de 15% a 20% nos consumidores moderados de bebida. Outro trabalho, da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA), mostra que, em mais de cem estudos prospectivos, parece haver uma relação positiva entre consumo moderado e menor risco de infartos, derrames e doenças cardíacas.
Aparentemente, haveria um efeito protetor do álcool, que funcionaria como uma espécie de antioxidante, aumentando os níveis do HDL colesterol (“colesterol bom”), o que em tese protegeria a saúde de nossos vasos sanguíneos. O vinho teria o efeito mais conhecido, mas, recentemente, a cerveja parece ter alcançado o mesmo status.
Mas essa suposta proteção está longe de ser unanimidade. Muitos especialistas acreditam que os eventuais benefícios não superam os riscos, mesmo no consumo moderado. Para eles, os estudos superestimam as vantagens de beber um drinque diário. Haveria, possivelmente, apenas alguns grupos que teriam benefícios, como o dos homens entre 50 e 64 anos e o das mulheres acima dos 65 anos.
Outra pesquisa sueca recente, da Universidade de Gotemburgo, mostra que os eventuais benefícios do consumo moderado de álcool para o coração podem ter muito mais a ver com um genótipo específico do que com uma determinada faixa de idade. Apenas 15% da população teriam genes específicos que garantem uma suposta proteção do álcool à saúde do coração. Será?
(Jairo Bauer – Revista da Cultura, 08 de maio de 2015 – disponível em http://www.revistadacultura.com.br – adaptação)
Desconsiderando o uso de maiúscula ou minúscula, na linha 25, a expressão mas é utilizada para introduzir a ideia de __________, podendo ser substituída, sem provocar alteração de sentido, por ___________, desde que _____________ alterações no período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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729137 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS

Quais são os dois distritos rurais que pertencem, atualmente, ao município de Parobé?

 

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726750 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS

Analise as assertivas abaixo no que se refere à competência administrativa comum do Município de Parobé, da União e do Estado, prevista na referida Lei:

I. Cuidar da saúde e da assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência.

II. Combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores favoráveis.

III. Registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios.

Quais estão corretas?

 

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726265 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
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Considerando as demonstrações contábeis das entidades definidas no campo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, previstas nas Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao setor público, analise as seguintes assertivas, assinalando P, para as previstas, ou N, para as não previstas.
( ) Balanço Financeiro.
( ) Demonstração das Variações Patrimoniais.
( ) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.
( ) Notas Explicativas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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724522 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Orfandades
Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena. Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, a certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor – e dentro de mim – uma sensação pesada de orfandade, ligada àtransitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão" vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas. A mesma tristeza que a morte dos pais provoca – a orfandade original – espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, à mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim. Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos – um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos – de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto – qualquer que seja a sua causa – sucederá a plenitude. Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência, portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.
(Ivan Martins – Revista Época, 24 de junho de 2015 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)
Desconsiderando o uso de maiúsculas ou minúsculas, a expressão se é utilizada para introduzir uma ideia de __________, podendo ser substituída, sem provocar alteração de sentido, por ___________, desde que _____________ alterações no período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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1477862 Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
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A Resolução nº 002/1991, que dispõe sobre o Regimento Interno da Câmara de Vereadores do Município de Parobé, denomina que os Vereadores são agentes políticos investidos de mandato legislativo municipal e a eles são assegurados, dentre outros:
I. Participar de todas as discussões e votar nas deliberações do Plenário, salvo quando tiver interesse na matéria, o que comunicará ao Presidente.
II. Concorrer aos cargos da Mesa e das Comissões, salvo impedimento legal ou regimental.
III. Dar vistas como membro efetivo das Comissões Parlamentares de Inquéritos do Senado Federal.
Quais estão INCORRETOS?
Questão Desatualizada

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1477817 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
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Em relação à Lei nº 11.079/2004, que institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público privada no âmbito da administração pública, é vedada a celebração de contrato de parceria público-privada:

I. Cujo período de prestação do serviço seja inferior a 7 (sete) anos.

II. Cujo valor do contrato seja inferior a R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais).

III. Que tenha como objeto único o fornecimento de mão de obra, o fornecimento e instalação de equipamentos ou a execução de obra pública.

Quais estão INCORRETAS?

Questão Desatualizada

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