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Foram encontradas 190 questões.

De acordo com a Lei n° 5.766, de 20 de dezembro de 1971, assinale a alternativa incorreta, a respeito do exercício da profissão e das inscrições nos Conselhos Regionais de Psicologia.

 

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1340374 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

São funções de um detergente chamado de ideal, exceto:

 

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1340366 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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A qualidade do atendimento às pessoas deve ser uma preocupação básica, principalmente nas entidades que prestam serviços, quer representando uma categoria profissional, quer prestando serviços de natureza econômica. A cortesia, a objetividade, a rapidez no atendimento, demonstra um respeito ao semelhante. Estas considerações se aplicam tanto quando o atendimento ocorre por meio de comunicação telefônica quanto presencial. Essa é a razão pela qual os Códigos de Ética Profissional têm assentado seus mandamentos sobre um princípio básico: trate o seu semelhante da maneira que gostaria ser tratado. Leia as seguintes afirmações.

I. Priorizar o atendimento do telefone fixo ou celular em detrimento do atendimento pessoal quando este estiver em pleno desenvolvimento.

II. Adiar a solução de um problema que está sendo tratado, cuja solução é rápida, para depois, quando a jornada de trabalho está para terminar, ou se aproxima do intervalo para lanche ou almoço.

III. Consultar os e-mails pessoais em detrimento à execução das atividades profissionais. Indique, entre as opções a seguir, a que reflete a falha denominada procrastinação.

 

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1340355 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Leia o texto a seguir:

Meu cachorro

Meu cachorro está doente. É um husky e tem 14 anos. Dizem os conhecedores da raça que 12 anos é o tempo normal de vida. Mas sempre tive esperança de que fosse muito além. A mãe viveu até os 17. Seu nome é Uno. Não é muito comum, mas tem um motivo. Meu irmão e minha cunhada, há muitos anos, resolveram montar um canil em Campinas. Só de huskies. Compraram macho e fêmea de uma linhagem gloriosa. O avô, importado do Canadá, foi até capa de revista especializada. Registraram o canil. Alimentaram o casal, deram vacinas e prepararam-se para fazer fortuna. Logo uma ninhada estaria a caminho. Meu irmão fez as contas. Na época, o husky era muito valorizado. Com um certo número de cãezinhos, teria um bom lucro!

- Serão dez, onze? - sonhava minha cunhada Bia.

Nasceu um. Sim, um somente! Ganhou o nome de Uno, e me foi dado de presente. A grana ficou na imaginação.

Uno me acompanha desde então, em várias fases da minha vida. Até no desemprego! Cheguei a escrever crônicas para uma revista canina usando seu nome e sua foto. Também um livro infanto-juvenil, Mordidas que Podem Ser Beijos, em que é o protagonista. Muita coisa inventei. Mas não sua mania de fugir de casa. Quando morei numa chácara na Granja Viana, Uno escalava o alambrado com a agilidade de um gato. Assim são os huskies, um tanto felinos. Disparava até o lago e fugia com um pato entre os dentes. Eu que me visse às voltas com a direção do condomínio - donos são para quebrar o galho, devem pensar os cachorros. Escondia-se na reserva florestal e só voltava ao entardecer, com o estômago cheio!

Um terror, o meu cachorro! Duas vezes, bravamente, capturou ouriços. Dezenas de espinhos penetraram seu pelo. Entraram em sua boca. Eu nunca vira um espinho de ouriço. É duro, pontudo! Impressionante. Fiquei a seu lado enquanto o veterinário arrancava um por um.

Mudei para a cidade. Meu cachorro envelheceu e passa longas horas deitado a meu lado vendo televisão. Deve achar um absurdo tantos tiros, beijos, lágrimas e juras de amor. Gosta de, simplesmente, ficar do meu lado. Ao olhá-lo, tenho uma sensação de conforto. Às vezes se levanta, bota a cabeça nas minhas pernas e eu coço suas orelhas. Sua boca se estica. Tenho a impressão de que é um sorriso.

Há algum tempo começou a ficar doente. Ainda parece saudável. Seu pelo castanho brilha. Mas surge uma coisa aqui, outra ali. Toma remédio para o coração. Laxantes. Chega a uivar baixinho - huskies não latem.

E a terceira vez que o envio ao veterinário em duas semanas. Agora, nem conseguia ficar em pé, de tão frágil. Sinto angústia só de pensar em sua imensa solidão, longe do tapete onde costuma dormir, sendo picado, mal comendo e, principalmente, sem alguém que lhe acaricie o pelo. A doença deve ser um mistério para ele mesmo.

O amor de um cão é incondicional. Vejo mendigos na rua acompanhados de cachorros esquálidos que não os abandonam e até os protegem nas noites escuras. Vejo crianças a quem o cão ajuda a conhecer o afeto. Eu sei que meu cachorro está partindo. Se não for agora será daqui a semanas ou meses, pois uma coisa vira outra, e outra. Ou ele não conseguirá resistir ou chegará a um ponto em que terei de dar um nó no coração e abreviar seu sofrimento. Eu tenho de resistir e fazer o melhor. Coçar sua barriga e falar palavras docemente. E, se puder, quando chegar a hora, colocá-lo em meu colo e dizer quanto o amo.

Quando me sentei diante do computador, queria escrever linhas engraçadas, repletas de bom humor. Foi impossível. Meu sentimento falou mais alto. Quem já amou um cão entende minha dor.

(Walcyr Carrasco - Publicado na Veja São Paulo em 15/11/2006)

Em qual das alternativas o verbo grifado funciona como auxiliar?

 

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1340351 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Para responder à questão, leia a tirinha abaixo. Nela, o gato Garfield aparece com seu dono.

enunciado 2152272-1

Leia o período abaixo, em que o texto do segundo quadrinho está organizada de maneira diferente:

Estou preparado para que evitemos uma emergência dessas.

A oração iniciada com "para que" pode ser classificada como:

 

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1340335 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16
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Sejam os conjuntos A, B e C de modo que:

!$ n(A \cup B) = 8, n(A\cup C) = 9, n(B\cup C) = 10, n(A \cup B \cup C) = 11 \ e \ n(A \cap B \cap C) = 2 !$

O número n(A) + n(B) + n(C) é igual a:

 

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1340320 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Assinale a alternativa que contém somente testes projetivos com parecer favorável do CFP para uso (atualização - dezembro de 2011).

 

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1340318 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-16

Leia o texto a seguir:

Meu cachorro

Meu cachorro está doente. É um husky e tem 14 anos. Dizem os conhecedores da raça que 12 anos é o tempo normal de vida. Mas sempre tive esperança de que fosse muito além. A mãe viveu até os 17. Seu nome é Uno. Não é muito comum, mas tem um motivo. Meu irmão e minha cunhada, há muitos anos, resolveram montar um canil em Campinas. Só de huskies. Compraram macho e fêmea de uma linhagem gloriosa. O avô, importado do Canadá, foi até capa de revista especializada. Registraram o canil. Alimentaram o casal, deram vacinas e prepararam-se para fazer fortuna. Logo uma ninhada estaria a caminho. Meu irmão fez as contas. Na época, o husky era muito valorizado. Com um certo número de cãezinhos, teria um bom lucro!

- Serão dez, onze? - sonhava minha cunhada Bia.

Nasceu um. Sim, um somente! Ganhou o nome de Uno, e me foi dado de presente. A grana ficou na imaginação.

Uno me acompanha desde então, em várias fases da minha vida. Até no desemprego! Cheguei a escrever crônicas para uma revista canina usando seu nome e sua foto. Também um livro infanto-juvenil, Mordidas que Podem Ser Beijos, em que é o protagonista. Muita coisa inventei. Mas não sua mania de fugir de casa. Quando morei numa chácara na Granja Viana, Uno escalava o alambrado com a agilidade de um gato. Assim são os huskies, um tanto felinos. Disparava até o lago e fugia com um pato entre os dentes. Eu que me visse às voltas com a direção do condomínio - donos são para quebrar o galho, devem pensar os cachorros. Escondia-se na reserva florestal e só voltava ao entardecer, com o estômago cheio!

Um terror, o meu cachorro! Duas vezes, bravamente, capturou ouriços. Dezenas de espinhos penetraram seu pelo. Entraram em sua boca. Eu nunca vira um espinho de ouriço. É duro, pontudo! Impressionante. Fiquei a seu lado enquanto o veterinário arrancava um por um.

Mudei para a cidade. Meu cachorro envelheceu e passa longas horas deitado a meu lado vendo televisão. Deve achar um absurdo tantos tiros, beijos, lágrimas e juras de amor. Gosta de, simplesmente, ficar do meu lado. Ao olhá-lo, tenho uma sensação de conforto. Às vezes se levanta, bota a cabeça nas minhas pernas e eu coço suas orelhas. Sua boca se estica. Tenho a impressão de que é um sorriso.

Há algum tempo começou a ficar doente. Ainda parece saudável. Seu pelo castanho brilha. Mas surge uma coisa aqui, outra ali. Toma remédio para o coração. Laxantes. Chega a uivar baixinho - huskies não latem.

E a terceira vez que o envio ao veterinário em duas semanas. Agora, nem conseguia ficar em pé, de tão frágil. Sinto angústia só de pensar em sua imensa solidão, longe do tapete onde costuma dormir, sendo picado, mal comendo e, principalmente, sem alguém que lhe acaricie o pelo. A doença deve ser um mistério para ele mesmo.

O amor de um cão é incondicional. Vejo mendigos na rua acompanhados de cachorros esquálidos que não os abandonam e até os protegem nas noites escuras. Vejo crianças a quem o cão ajuda a conhecer o afeto. Eu sei que meu cachorro está partindo. Se não for agora será daqui a semanas ou meses, pois uma coisa vira outra, e outra. Ou ele não conseguirá resistir ou chegará a um ponto em que terei de dar um nó no coração e abreviar seu sofrimento. Eu tenho de resistir e fazer o melhor. Coçar sua barriga e falar palavras docemente. E, se puder, quando chegar a hora, colocá-lo em meu colo e dizer quanto o amo.

Quando me sentei diante do computador, queria escrever linhas engraçadas, repletas de bom humor. Foi impossível. Meu sentimento falou mais alto. Quem já amou um cão entende minha dor.

(Walcyr Carrasco - Publicado na Veja São Paulo em 15/11/2006)

Assinale a alternativa em que a frase indique a causa da frustração dos familiares do narrador.

 

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De acordo com o Decreto n° 53.464 de 21 de janeiro de 1964, que regulamentou a Lei n° 4.119/62, assinale a resposta correta.

 

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Segundo o Estatuto da Criança e do adolescente (1990):

I. Considera-se criança a pessoa até os 12 anos incompletos e adolescentes aqueles entre 12 e 18 anos.

II. É proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz.

III. Ao adolescente portador de deficiência é assegurado trabalho protegido.

Está correto o que se afirma em:

 

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