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Leia o texto I, para solucionar o item.
TEXTO I
[...] A cena tinha sabor de séculos idos e vividos. Foi aí que atentei então para a desastrada, terrível e letal mania que se apossou de nosso tempo. Refiro-me à obsessão de emagrecer. Qualquer um de vocês pode verificar que as mulheres de hoje, mais do que de crianças e criados, falam de regimes para perder o peso. O regime, as mil e uma variações e modas em torno desse tema sinistro entopem oitenta por cento das conversas femininas e começam a ameaçar os próprios homens. De repente, não mais que de repente, como no soneto de Vinícius, todo mundo foi tomado desse complexo de sílfide magricela e seca!
(Otto Lara Resende. Porque as gordas salvarão o mundo. In: Herberto Sales. Antologia escolar de crônicas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971.)
Em “Foi aí que atentei então para a desastrada, terrível e letal mania que se apossou de nosso tempo.” , a palavra em destaque tem função morfossintática de:
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Leia o texto I, para solucionar o item.
TEXTO I
[...] A cena tinha sabor de séculos idos e vividos. Foi aí que atentei então para a desastrada, terrível e letal mania que se apossou de nosso tempo. Refiro-me à obsessão de emagrecer. Qualquer um de vocês pode verificar que as mulheres de hoje, mais do que de crianças e criados, falam de regimes para perder o peso. O regime, as mil e uma variações e modas em torno desse tema sinistro entopem oitenta por cento das conversas femininas e começam a ameaçar os próprios homens. De repente, não mais que de repente, como no soneto de Vinícius, todo mundo foi tomado desse complexo de sílfide magricela e seca!
(Otto Lara Resende. Porque as gordas salvarão o mundo. In: Herberto Sales. Antologia escolar de crônicas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971.)
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto IV, para solucionar o item.
TEXTO IV

(In: QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 35)
Considerando o contexto dos quadrinhos, na expressão “relações públicas” (quadrinho 4), a figura de linguagem utilizada por Manolito foi:
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Leia o texto I, para solucionar o item.
TEXTO I
[...] A cena tinha sabor de séculos idos e vividos. Foi aí que atentei então para a desastrada, terrível e letal mania que se apossou de nosso tempo. Refiro-me à obsessão de emagrecer. Qualquer um de vocês pode verificar que as mulheres de hoje, mais do que de crianças e criados, falam de regimes para perder o peso. O regime, as mil e uma variações e modas em torno desse tema sinistro entopem oitenta por cento das conversas femininas e começam a ameaçar os próprios homens. De repente, não mais que de repente, como no soneto de Vinícius, todo mundo foi tomado desse complexo de sílfide magricela e seca!
(Otto Lara Resende. Porque as gordas salvarão o mundo. In: Herberto Sales. Antologia escolar de crônicas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971.)
Usou-se a crase em “Refiro-me à obsessão de emagrecer.” pelo mesmo motivo em:
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Leia o texto II, para solucionar o item.
TEXTO II
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente onde o meu braço chega —
Nem um centímetro mais longe.
Toco só onde toco, não onde penso.
Só posso me sentar onde estou.
E isto faz rir com todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra cousa,
E somos vadios do nosso corpo.
(PESSOA, Fernando. Poesia completa de Alberto Caeiro. São Paulo: Cia. das Letras, 2005. p. 143)
A oração que, no poema, tem valor adverbial é:
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Leia o texto III, para solucionar o item.
TEXTO III
A ciência, até agora, jamais se viu obrigada a arrepender-se de suas descobertas, nem a eliminar algum de seus progressos. Ela sempre os
manteve e os consolidou, obtendo ganho de causa diante da opinião, mesmo quando esta se mostrava um pouco arredia. Jamais a ciência se colocou na posição de ter de voltar atrás. E, entretanto, hoje, em certos momentos, uma leve dúvida nos aflora. Ocorre-nos perguntarmos se a ciência não chegou ao ponto de tocar numa espécie de limite, além do qual seus avanços poderiam ser mais prejudiciais do que vantajosos.
[...] Será que, pouco a pouco, de ousadia em ousadia, não teríamos atingido certos domínios que deveriam permanecer proibidos? Não seria necessário, talvez, remontar às origens do ser? A vida humana deveria, talvez, continuar a se propagar na sombra, e sem que a ciência viesse a projetar nela suas indiscretas luzes?
(J. ROSTAND. Peut-on modifier l’homme? [Pode-se modificar o homem?]. São Paulo: Contexto, 2008. p. 223.)
Em “E, entretanto, hoje, em certos momentos, uma leve dúvida nos aflora.” , os operadores discursivos destacados:
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Leia o texto II, para solucionar o item.
TEXTO II
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente onde o meu braço chega —
Nem um centímetro mais longe.
Toco só onde toco, não onde penso.
Só posso me sentar onde estou.
E isto faz rir com todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra cousa,
E somos vadios do nosso corpo.
(PESSOA, Fernando. Poesia completa de Alberto Caeiro. São Paulo: Cia. das Letras, 2005. p. 143)
No texto, o eu-lírico demonstra uma consciência com relação:
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Leia o texto III, para solucionar o item.
TEXTO III
A ciência, até agora, jamais se viu obrigada a arrepender-se de suas descobertas, nem a eliminar algum de seus progressos. Ela sempre os
manteve e os consolidou, obtendo ganho de causa diante da opinião, mesmo quando esta se mostrava um pouco arredia. Jamais a ciência se colocou na posição de ter de voltar atrás. E, entretanto, hoje, em certos momentos, uma leve dúvida nos aflora. Ocorre-nos perguntarmos se a ciência não chegou ao ponto de tocar numa espécie de limite, além do qual seus avanços poderiam ser mais prejudiciais do que vantajosos.
[...] Será que, pouco a pouco, de ousadia em ousadia, não teríamos atingido certos domínios que deveriam permanecer proibidos? Não seria necessário, talvez!$ ^{(B)} !$, remontar às origens do ser? A vida humana deveria, talvez, continuar a se propagar na sombra, e sem que a ciência viesse a projetar nela suas indiscretas luzes?
(J. ROSTAND. Peut-on modifier l’homme? [Pode-se modificar o homem?]. São Paulo: Contexto, 2008. p. 223.)
Sobre o segundo parágrafo do texto é correto afirmar que:
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Leia o texto II, para solucionar o item.
TEXTO II
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passa adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salta por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente onde o meu braço chega —
Nem um centímetro mais longe.
Toco só onde toco, não onde penso.
Só posso me sentar onde estou.
E isto faz rir com todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra cousa,
E somos vadios do nosso corpo.
(PESSOA, Fernando. Poesia completa de Alberto Caeiro. São Paulo: Cia. das Letras, 2005. p. 143)
A relação entre o trecho em destaque e a afirmação que se faz sobre ele está correta em:
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A que taxa devemos colocar o capital de R$ 10.000,00 para que em 1 ano, 3 meses e 5 dias produza R$ 2.275,00 de juros simples?
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