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Entender o sentido da cidadania na contemporaneidade e as fortes implicações causadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação se apresenta como objetivo difícil, mas importante. Como uma condição em constante transformação, a cidadania é apropriada por diversos atores sociais, cada qual com as próprias expectativas e modus operandi. Na atualidade são as minorias que se apresentam como principais porta-vozes da cidadania e da respectiva possibilidade de mudança, uma vez que são esses grupos os mais atingidos pela violência, a intolerância e a falta de políticas públicas adequadas.
Acerca da cidadania como elemento de mudança social e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A luta por direitos pode ser considerada uma das principais engrenagens da história; no decorrer das civilizações, os detentores e os desprovidos vivem em relações complexas geralmente ligadas a questões de poder.
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Considerando as políticas sociais, a política de saúde e a legislação dessas áreas, julgue os itens a seguir.
O planejamento no Sistema Único de Saúde é uma função gestora que é um requisito legal, porém pouco relevante para assegurar a unicidade e os princípios constitucionais do SUS.
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Considerando as políticas sociais, a política de saúde e a legislação dessas áreas, julgue os itens a seguir.
A construção do mapa da saúde é parte integrante do processo de planejamento e se inicia com a representação geográfica da situação sanitária, construída com base em critérios epidemiológicos, demográficos, sociais, de gestão e de estrutura do sistema, na perspectiva de auxiliar o processo de identificação das necessidades de saúde da população e de análise situacional.
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Considerando as políticas sociais, a política de saúde e a legislação dessas áreas, julgue os itens a seguir.
Segundo o Decreto n° 7.508/2011, o mapa da saúde deve conter a descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido com base nos indicadores de saúde do sistema.
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Considerando as políticas sociais, a política de saúde e a legislação dessas áreas, julgue os itens a seguir.
O caráter integrado das atividades de planejamento no Sistema Único de Saúde (SUS) valoriza a autonomia dos entes federados, uma vez que todo o processo deve ser conduzido de maneira descendente, da União até os municípios. O desafio dos gestores municipais e estaduais é cumprir com a agenda desse macroprocesso e executá-la de forma integrada aos demais entes federados que compõem a região de saúde.
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O Brasil tem experimentado rápidas e profundas transformações no seu perfil demográfico, socioeconômico e epidemiológico nas décadas recentes, que têm modificado o perfil de adoecimento e morte. A urbanização acelerada, sem a infraestrutura adequada, e o rápido envelhecimento da população, por exemplo, são determinantes, comuns a países de desenvolvimento recente, que explicam parte importante do nosso perfil epidemiológico atual. Além disso, o maior intercâmbio global de pessoas e produtos tem produzido um crescente compartilhamento de riscos relacionados com surtos de doenças transmissíveis. As causas externas também se constituem em outro desafio para a saúde pública pelo crescimento de hospitalizações e mortes decorrentes de acidentes de transporte terrestre (ATT) na última década, particularmente relacionadas com as motocicletas.
SILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da. Cenário epidemiológico do Brasil em 2033 - uma prospecção sobre as próximas duas décadas. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cruz, 2015.
Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As maiores taxas de mortalidade em 2015 foram dos estados das regiões Norte e Nordeste, com destaque para Tocantins (41,7/100 mil), Piauí e Maranhão (36,3/100 mil). Dos 10 estados com maiores taxas de mortalidade por ATT, quatro são do Nordeste, três da região Norte, dois do Centro-Oeste e um da região Sul. As menores taxas foram de São Paulo (18,3/100 mil), do Distrito Federal (18,9/100 mil) e do Rio Grande do Sul (19,5/100 mil).
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O Brasil tem experimentado rápidas e profundas transformações no seu perfil demográfico, socioeconômico e epidemiológico nas décadas recentes, que têm modificado o perfil de adoecimento e morte. A urbanização acelerada, sem a infraestrutura adequada, e o rápido envelhecimento da população, por exemplo, são determinantes, comuns a países de desenvolvimento recente, que explicam parte importante do nosso perfil epidemiológico atual. Além disso, o maior intercâmbio global de pessoas e produtos tem produzido um crescente compartilhamento de riscos relacionados com surtos de doenças transmissíveis. As causas externas também se constituem em outro desafio para a saúde pública pelo crescimento de hospitalizações e mortes decorrentes de acidentes de transporte terrestre (ATT) na última década, particularmente relacionadas com as motocicletas.
SILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da. Cenário epidemiológico do Brasil em 2033 - uma prospecção sobre as próximas duas décadas. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cruz, 2015.
Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No quadro geral da mortalidade dos brasileiros, as neoplasias malignas, grupo que reúne os vários tipos de câncer, ocupam o segundo lugar entre as causas de mortes no Brasil, com o registro de 147.418 mortes em 2005, o que representou 16,7% dos óbitos totais. Alguns dos fatores que levam ao câncer são os mesmos que também expõem o indivíduo ao risco de ter doenças do aparelho circulatório, tais como o uso de tabaco, de bebidas alcoólicas, exposição intensa ao sol, alimentação inadequada, entre outros. Os fatores externos respondem por 80% a 90% das neoplasias, de acordo com o Ministério da Saúde. Os demais têm origem genética e outros determinantes.
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O Brasil tem experimentado rápidas e profundas transformações no seu perfil demográfico, socioeconômico e epidemiológico nas décadas recentes, que têm modificado o perfil de adoecimento e morte. A urbanização acelerada, sem a infraestrutura adequada, e o rápido envelhecimento da população, por exemplo, são determinantes, comuns a países de desenvolvimento recente, que explicam parte importante do nosso perfil epidemiológico atual. Além disso, o maior intercâmbio global de pessoas e produtos tem produzido um crescente compartilhamento de riscos relacionados com surtos de doenças transmissíveis. As causas externas também se constituem em outro desafio para a saúde pública pelo crescimento de hospitalizações e mortes decorrentes de acidentes de transporte terrestre (ATT) na última década, particularmente relacionadas com as motocicletas.
SILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da. Cenário epidemiológico do Brasil em 2033 - uma prospecção sobre as próximas duas décadas. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cruz, 2015.
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As doenças da modernidade são as que mais matam no Brasil. Dados do Ministério da Saúde confirmam que o perfil da mortalidade no País mudou ao longo dos anos, acompanhando a tendência mundial de mais mortes por doenças transmissíveis e doenças respiratórias.
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O Brasil tem experimentado rápidas e profundas transformações no seu perfil demográfico, socioeconômico e epidemiológico nas décadas recentes, que têm modificado o perfil de adoecimento e morte. A urbanização acelerada, sem a infraestrutura adequada, e o rápido envelhecimento da população, por exemplo, são determinantes, comuns a países de desenvolvimento recente, que explicam parte importante do nosso perfil epidemiológico atual. Além disso, o maior intercâmbio global de pessoas e produtos tem produzido um crescente compartilhamento de riscos relacionados com surtos de doenças transmissíveis. As causas externas também se constituem em outro desafio para a saúde pública pelo crescimento de hospitalizações e mortes decorrentes de acidentes de transporte terrestre (ATT) na última década, particularmente relacionadas com as motocicletas.
SILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da. Cenário epidemiológico do Brasil em 2033 - uma prospecção sobre as próximas duas décadas. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cruz, 2015.
Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As doenças infecciosas experimentaram uma diminuição importante do respectivo peso na mortalidade global desde o início do século passado. No Brasil, na década de 1930, essas doenças representavam 65,6% da mortalidade, enquanto hoje representam apenas 1%. Tais avanços geraram expectativas de que esse declínio inexorável persistiria de maneira linear, até um ponto de eliminação das doenças infecciosas, impulsionadas pelos avanços tecnológicos propiciados pelos antibióticos e pelas vacinas.
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O Brasil tem experimentado rápidas e profundas transformações no seu perfil demográfico, socioeconômico e epidemiológico nas décadas recentes, que têm modificado o perfil de adoecimento e morte. A urbanização acelerada, sem a infraestrutura adequada, e o rápido envelhecimento da população, por exemplo, são determinantes, comuns a países de desenvolvimento recente, que explicam parte importante do nosso perfil epidemiológico atual. Além disso, o maior intercâmbio global de pessoas e produtos tem produzido um crescente compartilhamento de riscos relacionados com surtos de doenças transmissíveis. As causas externas também se constituem em outro desafio para a saúde pública pelo crescimento de hospitalizações e mortes decorrentes de acidentes de transporte terrestre (ATT) na última década, particularmente relacionadas com as motocicletas.
SILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da. Cenário epidemiológico do Brasil em 2033 - uma prospecção sobre as próximas duas décadas. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cruz, 2015.
Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No Brasil, o risco de morrer por acidentes de transporte experimentou crescimento na última década, de 19,7 para 22,3 óbitos por 100 mil habitantes, entre os anos de 2002 e 2011. Esse crescimento na taxa é bastante influenciado pelo aumento da frota de veículos, que praticamente dobrou de tamanho.
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