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Um paciente de 60 anos de idade, hipertenso e diabético, deu entrada no pronto-socorro do Hospital Universitário de Brasília, no Distrito Federal, com dor torácica há três horas. Realizou exames laboratoriais que comprovam elevação de enzimas cardíacas. Por causa do histórico de ser tabagista e de ter sido submetido previamente a angioplastia coronariana (obstrução de 45%), iniciou uso de ácido acetilsalicílico 100 mg ao dia e atorvastatina 40 mg ao dia, por orientação do seu cardiologista. No pronto-socorro, foi prescrito tirofiban. Após a utilização desse medicamento , o paciente evoluiu para gengivorragia.

Disponível em: <http://www.medicinanet.com.br>. Acesso em: 15 nov. 2020.
(Figura ampliada na página 11)
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tirofiban não pode ser usado em associação ao AAS.
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Um paciente de 60 anos de idade, hipertenso e diabético, deu entrada no pronto-socorro do Hospital Universitário de Brasília, no Distrito Federal, com dor torácica há três horas. Realizou exames laboratoriais que comprovam elevação de enzimas cardíacas. Por causa do histórico de ser tabagista e de ter sido submetido previamente a angioplastia coronariana (obstrução de 45%), iniciou uso de ácido acetilsalicílico 100 mg ao dia e atorvastatina 40 mg ao dia, por orientação do seu cardiologista. No pronto-socorro, foi prescrito tirofiban. Após a utilização desse medicamento , o paciente evoluiu para gengivorragia.

Disponível em: <http://www.medicinanet.com.br>. Acesso em: 15 nov. 2020.
(Figura ampliada na página 11)
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para esse caso, indica-se o uso de inibidores da glicoproteína Ilb/Illa (tirofiban).
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Um paciente de 60 anos de idade, hipertenso e diabético, deu entrada no pronto-socorro do Hospital Universitário de Brasília, no Distrito Federal, com dor torácica há três horas. Realizou exames laboratoriais que comprovam elevação de enzimas cardíacas. Por causa do histórico de ser tabagista e de ter sido submetido previamente a angioplastia coronariana (obstrução de 45%), iniciou uso de ácido acetilsalicílico 100 mg ao dia e atorvastatina 40 mg ao dia, por orientação do seu cardiologista. No pronto-socorro, foi prescrito tirofiban. Após a utilização desse medicamento , o paciente evoluiu para gengivorragia.

Disponível em: <http://www.medicinanet.com.br>. Acesso em: 15 nov. 2020.
(Figura ampliada na página 11)
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente é considerado de alto risco cardiovascular e com síndrome coronariana aguda, com elevação de ST.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pode-se tratar empiricamente antes de realizar laparoscopia diagnóstica.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de antidepressivos poderá ser considerado como adjuvante ao tratamento.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Há necessidade de apoio psicológico para essa paciente.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente certamente terá benefício com o tratamento multidisciplinar e multiprofissional.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Não há nenhuma indicação para prescrição de anticoncepcional hormonal oral nesse caso.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É fundamental realizar hemograma de urgência, no caso descrito, para investigar possível leucocitose.
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Ulna paciente de 30 anos de idade compareceu ao ambulatório de clínica médica em razão de dor na região pélvica, que começou há 10 meses. Segundo ela, a dor é tipo uma cólica, irradiando para a região lombar bilateralmente. A dor piora bastante durante a relação sexual, e isso tem prejudicado seu relacionamento com o marido. Outro fator de piora é o ciclo menstrual, que é de 30 dias com intenso fluxo e presença de coágulos. O inicio dos sintomas foi logo após a perda do trabalho por causa da pandemia de Covid-19. Sedentária em função da obrigatoriedade do isolamento social, tem feito uso de laxantes, de forma mais habitual, para melhorar a obstipação intestinal. Nega comorbidades, disúria, febre ou outras queixas. O exame físico geral mostrou-se sem alterações. Verificaram-se PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 irpm e Sat02 = 99% AA. O exame abdominal apresenta cicatriz cirúrgica de apendicectomia na filfância, bem como abdome plano com dor à palpação profunda de fossas ilíacas, sem inassas palpáveis, sem circulação colateral e sem sinal de irritação peritoneal. O exame ginecológico chalna a atenção apenas para regiões anexiais dolorosas bilateralmente. A paciente realizou previamente ecografia de abdome, com resultado normal.
Considerando esse caso clínico os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O principal exame complementar, nesse caso, é a tomografia de abdome inferior.
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