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Um paciente de 68 anos de idade, com câncer de pulmão avançado, de não pequenas células, com metástases, mostrase incapacitado, requerendo cuidados especiais e auxílio para tarefas cotidianas. Como não apresenta ingestão oral, no pronto-socorro, há quatro dias, iniciou-se dieta enteral por sonda nasoentérica. Encaminhado para internação por suspeita de contaminação pelo novo Coronavírus humano (Covid-19), com respiração de Cheynne-Stokes, pele fria e cinzenta, identificaram-se, segundo laudo de tomografia, lesões em vidro fosco em mais de 75% dos pulmões. Contataram-se gasometria arterial com PaO2 = 48 mmHg (VR = 80 mmHg – 100 mmHg); pCO2 = 76 mmHg (VR = 35 mmHg – 45 mmHg); pH = 7,14 (VR = 7,35 – 7,45); HCO3 = 12 mEq/L (VR = 22 – 26 mEq/L). Ele encontra-se bastante sonolento e em delirium. O filho e a filha do paciente que acompanham o pai, referem ser desejo manifesto, durante comunicação com psicólogo e colega médico, de ele não ser submetido a medidas invasivas. A filha concorda com o posicionamento do pai, mas, no atual momento, não gostaria desse desfecho.
No que tange a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Podem ser realizados investigação e tratamento de causas potencialmente reversíveis relacionadas ao declínio e aos sintomas, como infecções, distúrbios metabólicos, interações e intoxicações medicamentosas.
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Uma paciente de 56 anos de idade apresenta história de dor torácica em queimação, que refere estar piorando na última hora, com sudorese fria e mal-estar. Ela é obesa e queixa-se de serem pobres. O filho, interno de medicina do sexto ano, acompanha a mãe na consulta de pronto-socorro e relata que a mãe sempre faz isso quando quer algo do pai ou quando discorda de algum filho. Após os relatos, é solicitado um eletrocardiograma, com o resultado a seguir.

Acervo Pessoal
(Figura ampliada na página 9.)
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de fibrinolíticos deve ser evitado, principalmente como medida tempestiva, nos primeiros 30 minutos.
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Uma paciente de 56 anos de idade apresenta história de dor torácica em queimação, que refere estar piorando na última hora, com sudorese fria e mal-estar. Ela é obesa e queixa-se de serem pobres. O filho, interno de medicina do sexto ano, acompanha a mãe na consulta de pronto-socorro e relata que a mãe sempre faz isso quando quer algo do pai ou quando discorda de algum filho. Após os relatos, é solicitado um eletrocardiograma, com o resultado a seguir.

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(Figura ampliada na página 9.)
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O eletrocardiograma apresenta ritmo sinusal.
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Uma paciente de 56 anos de idade apresenta história de dor torácica em queimação, que refere estar piorando na última hora, com sudorese fria e mal-estar. Ela é obesa e queixa-se de serem pobres. O filho, interno de medicina do sexto ano, acompanha a mãe na consulta de pronto-socorro e relata que a mãe sempre faz isso quando quer algo do pai ou quando discorda de algum filho. Após os relatos, é solicitado um eletrocardiograma, com o resultado a seguir.

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(Figura ampliada na página 9.)
Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A orientação é de que a paciente fique em observação até a melhora do quadro.
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Um paciente de 52 anos de idade, tabagista, hipertenso leve previamente, é admitido no pronto-socorro, e a triagem classifica-o como ficha vermelha. Ele apresenta história de hipertensão arterial, com alteração de consciência. Durante avaliação, verificam-se PA = 212 mmHg x 105 mmHg, FC = 113 bpm, FR = 28 irpm, SatO2 = 90% e vômitos em jato, com muitas queixas de dor de cabeça.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Por não ter relação com o quadro clínico, não se devem realizar exames de eletrocardiograma, raios X de tórax, exames gerais, como função renal, e marcadores de necrose miocárdica.
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Uma paciente de 37 anos de idade comparece ao consultório para check-up, com história de diarreia, referindo intestino irritável, principalmente quando tem um compromisso, ficando muito preocupada e irritada com familiares. Queixase de fraqueza, fadiga e desânimo, tem dificuldade para se concentrar e pensa em tomar umas vitaminas no intuito de melhorar. Ela gostaria também de um remédio para dormir, pois acorda à noite e levanta sempre cansada, com muitas dores musculares. A paciente acredita que a pandemia de Covid-19 tenha piorado o respectivo cansaço.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Não se deve tentar terapias de linhas comportamentais e cognitivas, podendo fazer a paciente somatizar sintomas que confundiriam a condução do quadro.
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Uma paciente de 37 anos de idade comparece ao consultório para check-up, com história de diarreia, referindo intestino irritável, principalmente quando tem um compromisso, ficando muito preocupada e irritada com familiares. Queixase de fraqueza, fadiga e desânimo, tem dificuldade para se concentrar e pensa em tomar umas vitaminas no intuito de melhorar. Ela gostaria também de um remédio para dormir, pois acorda à noite e levanta sempre cansada, com muitas dores musculares. A paciente acredita que a pandemia de Covid-19 tenha piorado o respectivo cansaço.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A prescrição de vitaminas do complexo B, multivitamínicos e zinco reverteriam esse quadro.
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Considere um paciente diabético, tipo 1, insulinodependente desde os 19 anos de idade, hipertenso, em uso de três classes de anti-hipertensivos, sendo IECA, bloqueador de canal de cálcio e diurético poupador de potássio. Atualmente, com 58 anos de idade, vem apresentando perda de peso, inapetência, anemia em dois exames recentes e cansaço. Foram solicitados exames em que se constataram acidose metabólica pela gasometria, derrame pleural pequeno predominamente à direita, fosfóro sérico alto, com creatinina = 2,06 e ureia = 62. Refere ainda diurese, mas reduzida. Verificaram-se também albuminúria com TEA (taxa de excreção de albumina) > 300 mg/24 horas e ritmo de filtração glomerular (RFG) = 56 mL/min/1,73 m2.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma opção de diurético para substituição do medicamento em uso por esse paciente são os diuréticos de alça.
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Considere um paciente diabético, tipo 1, insulinodependente desde os 19 anos de idade, hipertenso, em uso de três classes de anti-hipertensivos, sendo IECA, bloqueador de canal de cálcio e diurético poupador de potássio. Atualmente, com 58 anos de idade, vem apresentando perda de peso, inapetência, anemia em dois exames recentes e cansaço. Foram solicitados exames em que se constataram acidose metabólica pela gasometria, derrame pleural pequeno predominamente à direita, fosfóro sérico alto, com creatinina = 2,06 e ureia = 62. Refere ainda diurese, mas reduzida. Verificaram-se também albuminúria com TEA (taxa de excreção de albumina) > 300 mg/24 horas e ritmo de filtração glomerular (RFG) = 56 mL/min/1,73 m2.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de IECA para o controle anti-hipertensivo deve ser interrompido e deve-se iniciar um controle anti-hipertensivo com combinação de inibidores da renina, como, por exemplo, alisquereno.
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Um paciente de 68 anos de idade, com RT PCR para Sars-CoV-2 reagente (VR = não reagente), evolui com astenia, inapetência, tosse seca e coriza nasal. Realiza exames de imagem, no quinto dia de doença, em tomógrafo de alta definição, em que foram descritas lesões em vidro fosco bilaterais, correspondendo a 25% dos pulmões, podendo estarem associadas a processo inflamatório/infeccioso viral. Segue em acompanhamento domiciliar da doença. No 12º dia de doença, o paciente retorna com rouquidão, cianose de extremidades, apresentando febre de 38 o C e desconforto respiratório com uso de musculatura acessória. Verificam-se ausculta pulmonar com tórax silente, SatO2 = 78% com 15 litros / minuto de oxigênio em máscara facial com reservatório, PA = 87 mmHg x 43 mmHg, FC = 123 bpm e FR = 52 irpm. Os exames indicaram os seguintes resultados: leucograma = 5.400, sem desvios; PCR (proteína C reativa) = 356 (VR = abaixo de 6); ferritina = 11.458 ng/mL (VR = 20 ng/mL a 330 ng/mL); dímero -D = 26 mcg/mL (VR = 0,5 mcg/mL); gasometria pH = 7,109 (VR = 7,35 a 7,45); PaO2 = 53,8 mmHg (VR = 80 mmHg a 100 mmHg); PaCO2 = 104,6 mmHg (VR = 35 mmHg – 45 mmHg); HCO3 = 21 mmol/L (VR = 21 mmol/L a 28 mmol/L); SaO2 = 76,7 % (VR = 95% a 99%). Foi realizada nova tomografia do paciente, cuja imagem parcial pode ser observada a seguir.

Acervo Pessoal
Com base nesse caso clínico, na imagem da tomografia apresentada e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, o uso de corticoides é benéfico pelo efeito de classe, podendo se eleger a dexametasona.
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