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2046646 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Em janeiro de 2020, do total de 478.010 médicos em atividade no Brasil, 38,7% não tinham título em nenhuma especialidade, conforme consta nos dados da Demografia Médica no Brasil de 2020.


Considerando a importância do médico generalista no Brasil e a relevância de conhecimentos gerais e com base na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde, julgue os itens a seguir.

O Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) inclui ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, no parto e no puerpério, no climatério, em planejamento familiar, DST, câncer de colo de útero e de mama, além de outras necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres.

 

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2046645 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma menina de 6 anos de idade queixa-se de dor abdominal difusa, mais intensa em região periumbilical, diária, acompanhada de náuseas. A mãe relata que, no dia anterior, percebeu uma “larva” no cocô da filha e também que a criança não quer comer arroz e feijão, gosta muito de doces, bolacha recheada, danone, refrigerante e salgadinhos. As vacinas estão em dia. A criança mora com mãe, o pai e mais cinco irmãos em uma casa de três cômodos (um quarto, uma sala e uma cozinha) e não tem rede de água, nem esgoto. Mostrou cartão vacinal que está em dia. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, encontra-se BEG, corada, hidratada; 2BRNF, sem sopros audíveis; MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, doloroso difusamente à palpação; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos e com pele íntegra. Apresenta antropometria estatura para a idade entre percentil 50 e 85; peso para a idade entre percentil 97 e 99; IMC para a idade: entre percentil 97 e 99; FC = 96 bpm, FR = 23 irpm; SatO2 = 100% em ar ambiente e T = 36,6 ºC.


Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os índices antropométricos dessa criança permitem afirmar que ela tem estatura adequada para a idade, peso elevado para a idade e obesidade grave. Estudos têm demonstrado que meninas obesas têm maior predisposição em retardar a idade da menarca.

 

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2046644 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma menina de 6 anos de idade queixa-se de dor abdominal difusa, mais intensa em região periumbilical, diária, acompanhada de náuseas. A mãe relata que, no dia anterior, percebeu uma “larva” no cocô da filha e também que a criança não quer comer arroz e feijão, gosta muito de doces, bolacha recheada, danone, refrigerante e salgadinhos. As vacinas estão em dia. A criança mora com mãe, o pai e mais cinco irmãos em uma casa de três cômodos (um quarto, uma sala e uma cozinha) e não tem rede de água, nem esgoto. Mostrou cartão vacinal que está em dia. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, encontra-se BEG, corada, hidratada; 2BRNF, sem sopros audíveis; MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, doloroso difusamente à palpação; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos e com pele íntegra. Apresenta antropometria estatura para a idade entre percentil 50 e 85; peso para a idade entre percentil 97 e 99; IMC para a idade: entre percentil 97 e 99; FC = 96 bpm, FR = 23 irpm; SatO2 = 100% em ar ambiente e T = 36,6 ºC.


Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de dor abdominal difusa e diária, associada a náuseas, leva à possibilidade diagnóstica de Ascaris lumbricoides.

 

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2046643 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um menino de 7 anos de idade é encaminhado à emergência, e o pai relata que a criança apresenta “xixi cor de coca-cola”. O pai nega outras queixas, porém, quando questionado, informa que ultimamente a criança tem engordado, as roupas estão justas e até os sapatos estão apertados. Ressalta que o filho sempre foi saudável, mas, há cerca de três semanas, teve uma infecção de garganta e precisou fazer uso de antibiótico. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, o paciente encontra-se em BEG, corado, hidratado; 2BRNF, sem sopros audíveis; MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg. Ele está com Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, fontanela anterior normotensa e medindo < 0,5 cm, discreto hematoma subgaleal em fronte, com pele íntegra e anictérico. Membros inferiores: edema 2+/6+, frio e depressível. Face: edema peri-orbitário bilateral. Apresenta antropometria estatura x idade entre Z escore -2 e 0; peso x idade entre Z escore 0 e +2; PA: entre percentil 95 e 99; FC = 116 bpm, FR = 30 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente e T = 37,0 ºC.


Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A doença em questão pode ter se manifestado após infecção pelo estreptococo beta-hemolítico do grupo A, que pode ser erradicado com antibioticoterapia, sendo a penicilina a droga mais comumente utilizada.

 

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2046642 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma criança de 3 anos de idade foi levada pela mãe à emergência com quadro de tosse, coriza hialina, dor na garganta e febre baixa há cerca de três dias. Hoje percebeu a criança mais cansada, fazendo força para respirar, com piora progressiva, e há poucos minutos, escutou um som respiratório grosseiro e rouquidão. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, a paciente mostra-se em mau estado geral (MEG), pálida, cianótica 1+/4+, hidratada, salivando 2BRNF, sem sopros audíveis, com tosse espasmódica, MV reduzido, estridor que predomina na inspiração, com retração sub e intercostal e de fúrcula, batimento de asa nasal. Apresenta também abdome plano, RHA+, flácido, sem outras VMC, indolor a palpação; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente. Encontra-se hiperemiada, sem placas, sem lesões ou outras alterações, com pulsos cheios, tec < 3 seg; Glasgow 12, apresenta-se ansiosa e agitada, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais e sem sinais meníngeos. Foram constatados FC = 146 bpm, FR = 49 irpm, SatO2 = 82% em ar ambiente e T = 37,7 ºC.


No que se refere a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Esse quadro clínico é classificado como de crupe leve, e o tratamento indicado é a administração de oxigênio, epinefrina nebulizada e dexametasona via oral.

 

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2046641 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma criança de 3 anos de idade foi levada pela mãe à emergência com quadro de tosse, coriza hialina, dor na garganta e febre baixa há cerca de três dias. Hoje percebeu a criança mais cansada, fazendo força para respirar, com piora progressiva, e há poucos minutos, escutou um som respiratório grosseiro e rouquidão. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, a paciente mostra-se em mau estado geral (MEG), pálida, cianótica 1+/4+, hidratada, salivando 2BRNF, sem sopros audíveis, com tosse espasmódica, MV reduzido, estridor que predomina na inspiração, com retração sub e intercostal e de fúrcula, batimento de asa nasal. Apresenta também abdome plano, RHA+, flácido, sem outras VMC, indolor a palpação; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente. Encontra-se hiperemiada, sem placas, sem lesões ou outras alterações, com pulsos cheios, tec < 3 seg; Glasgow 12, apresenta-se ansiosa e agitada, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais e sem sinais meníngeos. Foram constatados FC = 146 bpm, FR = 49 irpm, SatO2 = 82% em ar ambiente e T = 37,7 ºC.


No que se refere a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A parada cardiorrespiratória em crianças tem a hipóxia como uma das causas possivelmente reversíveis.

 

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2046640 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma criança de 3 anos de idade foi levada pela mãe à emergência com quadro de tosse, coriza hialina, dor na garganta e febre baixa há cerca de três dias. Hoje percebeu a criança mais cansada, fazendo força para respirar, com piora progressiva, e há poucos minutos, escutou um som respiratório grosseiro e rouquidão. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. Ao exame físico, a paciente mostra-se em mau estado geral (MEG), pálida, cianótica 1+/4+, hidratada, salivando 2BRNF, sem sopros audíveis, com tosse espasmódica, MV reduzido, estridor que predomina na inspiração, com retração sub e intercostal e de fúrcula, batimento de asa nasal. Apresenta também abdome plano, RHA+, flácido, sem outras VMC, indolor a palpação; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente. Encontra-se hiperemiada, sem placas, sem lesões ou outras alterações, com pulsos cheios, tec < 3 seg; Glasgow 12, apresenta-se ansiosa e agitada, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais e sem sinais meníngeos. Foram constatados FC = 146 bpm, FR = 49 irpm, SatO2 = 82% em ar ambiente e T = 37,7 ºC.


No que se refere a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Essa criança apresenta-se com insuficiência respiratória, reconhecida pela alteração do nível de consciência, palidez e queda na capacidade de resposta. Ocorre pela deficiência de oxigenação ou ventilação inadequada, ou ambas.

 

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2046639 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um bebê de 9 meses de vida foi levado à consulta de rotina pela respectiva mãe. A criança está aceitando bem a dieta, recebe fórmula infantil e comida da família, porém a mãe queixa-se que ele não dorme bem à noite, demora a pegar no sono e acorda várias vezes. Relata que, há um dia, a criança caiu do carrinho e bateu a cabeça. Está em uso de sulfato ferroso, vitamina D e pomada de assadura. Nega outras queixas e intercorrências no período interconsulta. Ao exame físico, mostra-se em BEG, corado, hidratado; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; neuro Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com fontanela anterior normotensa e medindo < 0,5 cm, com discreto hematoma subgaleal em fronte, pele íntegra e anictérico. Verificaram-se FC = 116 bpm, FR = 30 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente e T = 37,0 ºC.


Com base nesse caso clínico, nos conhecimentos médicos correlatos, nos parâmetros utilizados para aferir o crescimento e o desenvolvimento de uma criança e considerando o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, julgue os itens a seguir.

São sinais de alarme para traumatismo cranioencefálico perda de consciência, crise convulsiva, sinais de fratura ou afundamento de crânio e vômitos incoercíveis.

 

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2046638 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um bebê de 9 meses de vida foi levado à consulta de rotina pela respectiva mãe. A criança está aceitando bem a dieta, recebe fórmula infantil e comida da família, porém a mãe queixa-se que ele não dorme bem à noite, demora a pegar no sono e acorda várias vezes. Relata que, há um dia, a criança caiu do carrinho e bateu a cabeça. Está em uso de sulfato ferroso, vitamina D e pomada de assadura. Nega outras queixas e intercorrências no período interconsulta. Ao exame físico, mostra-se em BEG, corado, hidratado; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; neuro Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com fontanela anterior normotensa e medindo < 0,5 cm, com discreto hematoma subgaleal em fronte, pele íntegra e anictérico. Verificaram-se FC = 116 bpm, FR = 30 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente e T = 37,0 ºC.


Com base nesse caso clínico, nos conhecimentos médicos correlatos, nos parâmetros utilizados para aferir o crescimento e o desenvolvimento de uma criança e considerando o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, julgue os itens a seguir.

A “higiene do sono” consiste em uma série de comportamentos que visa melhorar a qualidade do sono na infância e os respectivos distúrbios. É composta por variadas vertentes como alimentação, ambiente e atividades diárias. A “higiene do sono” defende que rotinas não devem ser estabelecidas para um bebê dessa idade, pois podem prejudicar o sono.

 

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2046637 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um bebê de 9 meses de vida foi levado à consulta de rotina pela respectiva mãe. A criança está aceitando bem a dieta, recebe fórmula infantil e comida da família, porém a mãe queixa-se que ele não dorme bem à noite, demora a pegar no sono e acorda várias vezes. Relata que, há um dia, a criança caiu do carrinho e bateu a cabeça. Está em uso de sulfato ferroso, vitamina D e pomada de assadura. Nega outras queixas e intercorrências no período interconsulta. Ao exame físico, mostra-se em BEG, corado, hidratado; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; neuro Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com fontanela anterior normotensa e medindo < 0,5 cm, com discreto hematoma subgaleal em fronte, pele íntegra e anictérico. Verificaram-se FC = 116 bpm, FR = 30 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente e T = 37,0 ºC.


Com base nesse caso clínico, nos conhecimentos médicos correlatos, nos parâmetros utilizados para aferir o crescimento e o desenvolvimento de uma criança e considerando o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, julgue os itens a seguir.

Espera-se que essa criança duplique sílabas como “mamá”, “papá”.

 

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