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Um bebê de 9 meses de vida foi levado à consulta de rotina pela respectiva mãe. A criança está aceitando bem a dieta, recebe fórmula infantil e comida da família, porém a mãe queixa-se que ele não dorme bem à noite, demora a pegar no sono e acorda várias vezes. Relata que, há um dia, a criança caiu do carrinho e bateu a cabeça. Está em uso de sulfato ferroso, vitamina D e pomada de assadura. Nega outras queixas e intercorrências no período interconsulta. Ao exame físico, mostra-se em BEG, corado, hidratado; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, RHA+, flácido, sem VCM, indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tec < 3 seg; neuro Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com fontanela anterior normotensa e medindo < 0,5 cm, com discreto hematoma subgaleal em fronte, pele íntegra e anictérico. Verificaram-se FC = 116 bpm, FR = 30 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente e T = 37,0 ºC.
Com base nesse caso clínico, nos conhecimentos médicos correlatos, nos parâmetros utilizados para aferir o crescimento e o desenvolvimento de uma criança e considerando o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, julgue os itens a seguir.
Ao colocá-la sentada, espera-se que ela permaneça assim somente com o uso de apoio.
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Uma paciente de 12 anos de idade queixa-se de dor torácica na região do hemitórax esquerdo, relatando que a dor iniciou há dois dias, após retornar da aula de judô, com piora à inspiração profunda. A mãe mostra-se bastante aflita, pois está medicando a criança com dipirona sódica a cada seis horas, mas a dor retorna ao fim do efeito da medicação. Nega outras queixas, sinais e sintomas concomitantes. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. A paciente encontra-se em bom estado geral (BEG), corada e hidratada; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto, timpânico, com limitação da expansibilidade à inspiração e com dor à palpação à altura de 6º arco costal esquerdo, próximo à linha axilar anterior esquerda; abdome plano, RHA+, flácido, sem viceromegalias (VCM), indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios e tec < 3 seg. A paciente apresenta-se com Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com pele íntegra, estádio puberal de Tanner M3P3 e, quanto aos sinais vitais, observam-se FC = 100 bpm, FR = 24 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente, T = 36,5 ºC e PA = 105 mmHg x 62 mmHg (no percentil 50 para a idade).
A respeito da dor torácica na infância e com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O estádio puberal de Tanner M3P3 é definido como maior aumento da mama e da aréola, mas sem separação de seus contornos, bem como maior quantidade de pelos, grossos, escuros e encaracolados, espalhando-se esparsamente pela sínfise púbica.
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Uma paciente de 12 anos de idade queixa-se de dor torácica na região do hemitórax esquerdo, relatando que a dor iniciou há dois dias, após retornar da aula de judô, com piora à inspiração profunda. A mãe mostra-se bastante aflita, pois está medicando a criança com dipirona sódica a cada seis horas, mas a dor retorna ao fim do efeito da medicação. Nega outras queixas, sinais e sintomas concomitantes. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. A paciente encontra-se em bom estado geral (BEG), corada e hidratada; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto, timpânico, com limitação da expansibilidade à inspiração e com dor à palpação à altura de 6º arco costal esquerdo, próximo à linha axilar anterior esquerda; abdome plano, RHA+, flácido, sem viceromegalias (VCM), indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios e tec < 3 seg. A paciente apresenta-se com Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com pele íntegra, estádio puberal de Tanner M3P3 e, quanto aos sinais vitais, observam-se FC = 100 bpm, FR = 24 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente, T = 36,5 ºC e PA = 105 mmHg x 62 mmHg (no percentil 50 para a idade).
A respeito da dor torácica na infância e com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A dor torácica pode acontecer por trauma, e arcos costais podem ser fraturados mediante acidentes de inércia elevada, como em desaceleração abrupta de velocidade e queda. Na maioria das vezes, o exame de radiografia é suficiente para confirmar o diagnóstico.
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Uma paciente de 12 anos de idade queixa-se de dor torácica na região do hemitórax esquerdo, relatando que a dor iniciou há dois dias, após retornar da aula de judô, com piora à inspiração profunda. A mãe mostra-se bastante aflita, pois está medicando a criança com dipirona sódica a cada seis horas, mas a dor retorna ao fim do efeito da medicação. Nega outras queixas, sinais e sintomas concomitantes. Nega antecedentes pessoais e doenças na família. A paciente encontra-se em bom estado geral (BEG), corada e hidratada; cardio 2BRNF, sem sopros audíveis; pulmonar MV presente, simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto, timpânico, com limitação da expansibilidade à inspiração e com dor à palpação à altura de 6º arco costal esquerdo, próximo à linha axilar anterior esquerda; abdome plano, RHA+, flácido, sem viceromegalias (VCM), indolor; oto MT hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oro sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios e tec < 3 seg. A paciente apresenta-se com Glasgow 15, ativo, reativo ao exame, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com pele íntegra, estádio puberal de Tanner M3P3 e, quanto aos sinais vitais, observam-se FC = 100 bpm, FR = 24 irpm, SatO2 = 99% em ar ambiente, T = 36,5 ºC e PA = 105 mmHg x 62 mmHg (no percentil 50 para a idade).
A respeito da dor torácica na infância e com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A dor torácica de etiologia cardíaca é a mais comum na infância. Pode ser secundária a cardiopatias congênitas, doença coronariana e prolapso da valva mitral.
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Um paciente de 11 anos de idade compareceu à consulta com queixa de dor nas pernas, há alguns dias, com piora progressiva. A dor não tem relação com atividade física, porém tem limitado a criança e não melhora com o repouso. A mãe relata que tem percebido o filho um pouco mais quieto, pálido, e também com perda de apetite, o que está causando emagrecimento. Relata febre nos últimos dois dias. Nega outras queixas, sinais e sintomas, alergias e doenças prévias. Ao exame físico, mostra-se em regular estado geral (REG), descorado 2+/6+, hidratado; com cardio com bulhas rítmicas normofonéticas 2 tempos (2BRNF), sem sopros audíveis; pulmonar com murmúrio ventricular presente (MV+), simétrico, sem ruídos adventícios, sem sinais de desconforto; abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes (RHA+), flácido, fígado palpável 2 cm abaixo da reborda costal direita (RCD) e baço palpável 1 cm abaixo da reborda costal esquerda (RCE), indolor; otoscopia (oto) da membrana timpânica (MT) hialina, sem abaulamento, sem hiperemia de conduto, sem outras alterações – bilateralmente; oroscopia (oro) sem placas, sem hiperemia, sem lesões ou outras alterações; com pulsos cheios, tempo de enchimento capilar (tec) < 3 segundos; neuro Glasgow 15. Ele também está prostrado, porém reativo ao exame, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais focais, sem sinais meníngeos, com pele íntegra, membros inferiores com ausência de tumoração, de hiperemia, de calor local e de dor à palpação, articulações sem alterações, e os sinais vitais indicam FC = 90 bpm, FR = 22 irpm, SatO2 = 97% em ar ambiente e T = 37,4 ºC.
Acerca da dor em membro, na pediatria, e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Hemograma que mostre a presença de mais de uma alteração, mesmo na ausência de blastos no sangue periférico, associada a dor em membro sugere o diagnóstico de doença hematológica maligna.
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Um paciente de 14 anos de idade está apresentando crescimento anormal, porém os pais têm estatura normal. No momento da consulta, apresenta 190 cm. Realizou-se, então, dosagem para alguns exames, sendo teste oral da glicose 75 g, com medida simultânea de GH antes e duas horas depois da glicose, demonstrando um aumento importante do GH.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se avaliar, nesse paciente, o alargamento articular osséo apenas dos joelhos.
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Um paciente de 14 anos de idade está apresentando crescimento anormal, porém os pais têm estatura normal. No momento da consulta, apresenta 190 cm. Realizou-se, então, dosagem para alguns exames, sendo teste oral da glicose 75 g, com medida simultânea de GH antes e duas horas depois da glicose, demonstrando um aumento importante do GH.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Ao iniciar o tratamento, o IGF-1 deve ser realizado como controle de resposta.
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Um paciente de 18 anos de idade iniciou com discurso de perseguição, afirmando que a polícia federal norte-americana (FBI) estava caçando-o no Brasil. Na época, foi tratado com antipsicóticos típicos. Durante esse período, começou a apresentar afeto embotado e comportamento antissocial, contudo não manifestava mais caráter agressivo. Tentou-se administrar inúmeros medicamentos, até que houve uma boa resposta com clozapina. Após duas semanas, o hemograma do paciente demonstrava neutropenia.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
De acordo com a história clínica, o paciente estava com delírios de perseguição.
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Um paciente de 35 anos de idade iniciou com lamotrigina 25 mg e, três dias depois, aumentou para 100 mg seu uso diário, com o objetivo de melhorar o controle das crises convulsivas dele. Entretanto, evoluiu com mal-estar, febre e lesões corporais. Foi avaliado pelo médico neurologista, que identificou uma reação chamada Stevens-Johnson.
Em relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Embora incomum, uretrite deve ser rastreada na síndrome de Stevens-Johnson.
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Um paciente de 35 anos de idade iniciou com lamotrigina 25 mg e, três dias depois, aumentou para 100 mg seu uso diário, com o objetivo de melhorar o controle das crises convulsivas dele. Entretanto, evoluiu com mal-estar, febre e lesões corporais. Foi avaliado pelo médico neurologista, que identificou uma reação chamada Stevens-Johnson.
Em relação a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Do ponto de vista dermatológico, a síndrome de Stevens-Johnson deve ser tratada agressivamente, e a descontinuação do remédio é necessária.
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