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“Bebe tu do teu próprio veneno(a).” A frase finaliza a oração de São Bento contra os demônios, mas também pode ser aplicada, sem prejuízo, como remédio para tratarmos um tema polêmico: nosso teor de maldade. Assim como a injustiça, o mal coloca o homem em uma posição passiva, ou seja, enxergamo-nos facilmente como vítimas, e apenas raras vezes nos colocamos no papel de autor(a) de uma ação negativa. O psiquiatra suíço Carl Jung, pai da psicologia analítica, definiu a sombra(b) como um elemento básico da estrutura da mente(b). Nela(b) guardamos os atributos que o ego repreende, como o orgulho, a vaidade, a agressividade e o ciúme. A sombra seria a casa do instinto que, quando bem aplicado, nos encoraja para desafios. Nessa linha de pensamento(c), a agressividade natural pode-se transformar em força ou violência, a depender da forma como é aplicada. Jung defendia que a saúde psicológica(d) dependia da conciliação com a sombra(e), e não da tentativa de sufocá-la(d). Aceitar o mal pessoal não significa, necessariamente, experimentá-lo. Justamente aí(e) está o limite da saúde.
Revista do Correio. In: Correio Braziliense, 5/4/2009 (com adaptações).
Assinale a opção correta a respeito das relações de coesão no texto.
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Na verdade, estamos presos em uma rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Talvez possamos(c) escapar das cobranças sendo mais naturais, cumprindo deveres reais. Nadar contra toda essa louca correnteza, ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos(d) é(d) um bom aprendizado(d), mas leva algum tempo. Liberdade não vem de correr atrás de deveres impostos “de fora”, mas de construir a nossa existência(e), para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra(e) tão pouco tempo.
Lya Luft. A mentirosa liberdade. In: Veja, 25/3/2009 (com adaptações).
Com referência à organização das ideias no texto, assinale a opção correta.
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Na verdade, estamos presos em uma rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda, e as opções(a) são tantas que não conseguimos escolher com calma. Talvez possamos escapar das cobranças(b) sendo mais naturais, cumprindo deveres(c) reais. Nadar contra toda essa louca correnteza, ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, isso ajuda. Descobrir o que queremos(d) e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo. Liberdade não vem de correr atrás de deveres impostos “de fora”, mas de construir a nossa existência(e), para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo.
Lya Luft. A mentirosa liberdade. In: Veja, 25/3/2009 (com adaptações).
De acordo com a argumentação do texto, constitui uma falsa liberdade, ou uma mentirosa liberdade, como indica o título do texto, o fato de
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Em quase todas as sociedades, há alguma atividade de troca comercial, principalmente entre comunidades. O produto excedente de uma família, de um clã ou de uma aldeia pode ser de tempos em tempos trocado pelo produto excedente de outras famílias, clãs ou aldeias especializadas em outro tipo de produção. Nesse caso, a produção é efetuada para atender às necessidades(a) de quem produz, quer dizer, cada comunidade procura ser autossuficiente.
Esse quadro muda quando se desenvolve uma produção para a troca, em que cada um passa a produzir aquilo a que(b) está mais capacitado. Já encontramos aí um forte motivo para a experiência da subjetividade privatizada: cada um deve ser capaz de identificar a sua especialidade, aperfeiçoar-se nela, identificar-se com ela. Mas isso não basta. Os produtos produzidos para a troca(d) devem ser levados ao mercado. O mercado cria inevitavelmente a ideia de que o lucro de um pode ser o prejuízo do outro e que cada um(e) deve defender os próprios interesses. Quando o mercado toma conta de todas as relações humanas, isto é, quando todas as relações entre os homens se dão por meio de compra e venda de produtos elaborados por produtores particulares, universaliza-se a experiência de que os interesses de cada produtor são para ele mais importantes do que os interesses da sociedade como um todo e que assim deve ser.
L. C. M. Figueiredo e P. L. R. de Santi. Psicologia, uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2002, p. 39-40 (com adaptações).
Assinale a opção correta a respeito das relações gramaticais usadas na organização do texto.
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Em quase todas as sociedades, há alguma atividade de troca comercial, principalmente entre comunidades. O produto excedente de uma família, de um clã ou de uma aldeia pode ser de tempos em tempos(a) trocado pelo produto excedente de outras famílias, clãs ou aldeias especializadas em outro tipo de produção. Nesse caso, a produção é efetuada para atender às necessidades de quem produz, quer dizer, cada comunidade procura ser autossuficiente.
Esse quadro muda(b) quando se desenvolve uma produção para a troca, em que cada um passa a produzir aquilo a que está mais capacitado. Já encontramos aí um forte motivo para a experiência da subjetividade privatizada: cada um deve ser capaz de identificar a sua especialidade, aperfeiçoar-se nela, identificar-se com ela. Mas isso não basta. Os produtos produzidos para a troca devem ser levados ao mercado. O mercado cria inevitavelmente a ideia de que o lucro de um(c) pode ser o prejuízo do outro e que cada um deve defender os próprios interesses. Quando o mercado toma conta de todas as relações humanas, isto é, quando todas as relações entre os homens(d) se dão por meio de compra e venda de produtos elaborados por produtores particulares, universaliza-se a experiência de que os interesses de cada produtor são para ele mais importantes(e) do que os interesses da sociedade como um todo e que assim deve ser.
L. C. M. Figueiredo e P. L. R. de Santi. Psicologia, uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2002, p. 39-40 (com adaptações).
Preservam-se a coerência textual e o respeito às regras de pontuação ao se inserir uma vírgula logo depois de
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Em quase todas as sociedades, há alguma atividade de troca comercial, principalmente entre comunidades. O produto excedente de uma família, de um clã ou de uma aldeia pode ser de tempos em tempos trocado pelo produto excedente de outras famílias, clãs ou aldeias especializadas em outro tipo de produção. Nesse caso, a produção é efetuada para atender às necessidades de quem produz, quer dizer, cada comunidade procura ser autossuficiente.
Esse quadro muda quando se desenvolve uma produção para a troca, em que cada um passa a produzir aquilo a que está mais capacitado. Já encontramos aí um forte motivo para a experiência da subjetividade privatizada: cada um deve ser capaz de identificar a sua especialidade, aperfeiçoar-se nela, identificar-se com ela. Mas isso não basta. Os produtos produzidos para a troca devem ser levados ao mercado. O mercado cria inevitavelmente a ideia de que o lucro de um pode ser o prejuízo do outro e que cada um deve defender os próprios interesses. Quando o mercado toma conta de todas as relações humanas, isto é, quando todas as relações entre os homens se dão por meio de compra e venda de produtos elaborados por produtores particulares, universaliza-se a experiência de que os interesses de cada produtor são para ele mais importantes do que os interesses da sociedade como um todo e que assim deve ser.
L. C. M. Figueiredo e P. L. R. de Santi. Psicologia, uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2002, p. 39-40 (com adaptações).
De acordo com a argumentação do texto, “a experiência da subjetividade privatizada” inicia-se quando
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Assinale a opção correspondente ao correto reflexo das movimentações contábeis na elaboração do demonstrativo do fluxo de caixa.
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaIndicadores de Endividamento e Solvência
| conta | saldo |
| despesa de salários | 10 |
| COFINS a recolher | 20 |
| despesas de manutenção e conservação | 20 |
| despesa de depreciação | 20 |
| PIS a recolher | 30 |
| despesas financeiras | 30 |
| despesa de aluguel | 35 |
| imposto de renda de pessoa física a recolher | 40 |
| despesa de seguros | 40 |
| receita financeira | 40 |
| despesa de energia | 50 |
| impostos sobre o lucro | 55 |
| INSS a recolher | 60 |
| despesa com provisão para devedores duvidosos | 80 |
| Internet a pagar | 90 |
| patentes | 120 |
| energia a pagar | 120 |
| provisão para perda de investimentos | 190 |
| duplicatas descontadas – curto prazo | 230 |
| seguros antecipados | 320 |
| salários a pagar | 320 |
| participação em coligadas e controladas | 330 |
| material de expediente | 400 |
| encargos a recolher | 400 |
| financiamentos a pagar – longo prazo | 430 |
| caixa | 450 |
| prejuízo acumulado antes do resultado do exercício | 495 |
| provisão para créditos de liquidação duvidosa – curto prazo | 540 |
| reservas | 560 |
| contas a receber – longo prazo | 650 |
| contas a pagar – fornecedores | 670 |
| máquinas e equipamentos | 690 |
| terrenos | 700 |
| mercadorias para revenda | 800 |
| computadores e impressoras | 800 |
| investimento em ações de outras companhias | 890 |
| mercadorias recebidas antecipadamente – curto prazo | 900 |
| deduções sobre receitas | 900 |
| clientes | 1.200 |
| depreciação acumulada | 1.490 |
| veículos | 2.300 |
| custo das mercadorias vendidas | 2.500 |
| capital social | 3.855 |
| receita bruta de vendas | 4.500 |
O balancete de verificação acima demonstra a movimentação contábil de uma empresa.
O percentual de capital de terceiros da empresa éProvas
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