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Leia o texto de Fernando Rodrigues para responder à questão.
O PIBão e os costumes
BRASÍLIA – A caminho da Folha, parei ontem em frente à rodoviária de Brasília. Enquanto o semáforo não abria, vi no carro da frente uma mulher arremessar pela janela a embalagem amassada de uma bala ou barra de chocolate. No rádio, o locutor martelava com ufanismo que o Brasil termina este ano como a 6.ª maior economia do mundo.
É chato ser estraga- prazeres quando há uma notícia boa, mas jornalistas somos assim mesmo. O menor problema do Brasil é se sua economia passará a do Reino Unido, como a mídia britânica noticiou. Um defeito grave por aqui continua sendo a falta de valores civilizatórios – e nenhum sinal de melhora desse cenário no médio prazo.
Basta refletir a respeito da situação descrita: apesar do “PIBão”, há hoje menos pessoas jogando papel na rua do que havia nos anos 90?
Segundo o vaticínio do ministro da Fazenda, só daqui a 10 ou 20 anos o brasileiro terá o mesmo padrão de vida do europeu. E quanto tempo passará até as pessoas se tornarem mais educadas e civilizadas em público?
Na sua tradicional edição especial dupla de final de ano, a revista britânica “The Economist” traz uma reportagem longa sobre o Brasil. Título: “The servant problem”. Em tradução livre, “o problema das empregadas”. Trata da dificuldade atual da elite brasileira para encontrar uma funcionária que tire os pratos da mesa, lave a louça e as roupas.
“Na virada do século 21, o Brasil tem grandes similaridades com o Reino Unido de 1880”, escreve a revista. Aqui, como lá há 130 anos, a elite reage e fica mal-humorada.
O Brasil, aponta a “Economist”, tem mansões sem água quente na pia da cozinha, mas alguns paulistanos usam helicópteros e não possuem máquina de lavar louça.
Pelo slogan da presidência, “país rico é país sem pobreza”. Rico o Brasil até já é. Faltam valores e bom costumes. E não apenas para quem é pobre.
(Folha de S.Paulo, 28.12.2011. Adaptado)
O objetivo do texto é discutir qual
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A doutrina constitucionalista pátria classifica a Constituição Brasileira de 1988, especificamente quanto ao seu conteúdo, como uma constituição
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Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária deverá utilizar, sucessivamente, a ordem estabelecida pelo Código Tributário Nacional que, em terceiro lugar, prevê
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Observe a imagem.

Têm-se as seguintes afirmações sobre a barra de endereços do Windows Explorer, no Microsoft Windows 7, em sua configuração original, usando a imagem apresentada.
I. Se o usuário clicar na seta à frente da palavra “Bibliotecas”, o resultado será:

II. A barra de endereços aceita que o usuário digite manualmente um diretório, como por exemplo c:\
III. A barra de endereços aceita que o usuário digite um endereço web, como por exemplo http://www.vunesp.com.br. Porém, nesse caso, o Windows Explorer abre automaticamente o navegador padrão para tentar carregar o endereço informado.
Está correto o contido em
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Considere o trecho a seguir.
É isento de pena o agente que, por , proveniente de , era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Dispõe o art. 72 do CPP que se for desconhecido o local da infração penal a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu. Se o réu, entretanto, não tiver residência certa ou for ignorado seu paradeiro, será competente o juiz
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Nos estritos termos do art. 93, §2º do CPP, a decisão que denega pedido de suspensão do processo penal lastreado em hipotéticas questões prejudiciais ao julgamento da causa
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Leia o texto para responder à questão.
Casas importadoras ajudaram
a transformar a cidade de Santos
a transformar a cidade de Santos
A cidade de Santos ao final do século XIX não foi apenas um intermediário do comércio do café com o mundo, mas também recebeu uma figura histórica importante: o importador. Em sua pesquisa pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, Carina Marcondes F. Pedro mostra que as casas importadoras tiveram papel fundamental na cidade.
Os importadores recebiam produtos vindos da Europa e vendiam para comerciantes locais, que os revendiam com lucros significativos para outros municípios do estado, como São Paulo, ou mesmo em Santos. Segundo a pesquisadora, o contexto do período foi propício para que essa atividade crescesse, pois o estado de São Paulo se sustentava com a produção de café. Porém a sua indústria era incipiente e, conforme cresciam as cidades enriquecidas com o café, mais produtos eram importados da Europa.
Nesse processo, as importadoras colaboraram na transformação de Santos. Seus proprietários intervieram muito na cidade. Uma dessas intervenções veio pela exigência de investimentos no porto cujo primeiro trecho é inaugurado em 1892. Nesse trecho, as pontes de madeira, onde inicialmente atracavam os barcos e navios, foram trocadas por um acostamento linear em amurada. Este não mais impedia a entrada de embarcações maiores.
Esses comerciantes colaboraram ainda para a instalação de bondes na década de 1870. Reivindicaram na Câmara Municipal a iluminação pública da cidade e também agiam localmente nas ruas e quarteirões onde ficavam seus escritórios, com o alargamento das ruas para melhorar a passagem dos transportes. Embora as mudanças visassem ao benefício de seus negócios, atingiam igualmente a população.
Além disso, por precisarem trabalhar com o porto, os importadores impulsionaram o desenvolvimento da cidade de Santos para o litoral, a qual, antes, localizava-se mais no centro antigo. Depois de 1905, a cidade expandiu-se para o litoral, com mais pessoas morando perto da praia.
Quase todos os importadores no período estudado (de 1870 a 1900) eram europeus, da Inglaterra, França e Alemanha. Traziam de tudo do velho continente: de produtos alimentícios, como bebidas alcoólicas, em especial vinhos, bacalhau e presuntos, até materiais de construção, matéria-prima como carvão, ou mesmo móveis. As embarcações que os traziam passavam por vários portos europeus, diversificando as mercadorias.
Segundo a pesquisa, Santos não foi, portanto, somente um porto de passagem ou um porto do café.
(http://leiturasdahistoria.uol.com.br, agência USP. Adaptado)
No trecho – Os importadores recebiam produtos vindos da Europa e vendiam para comerciantes locais, que os revendiam com lucros significativos para outros municípios do estado, como São Paulo, ou mesmo em Santos. – o pronome pessoal oblíquo os refere-se a
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Os atos administrativos podem ser nulos ou anuláveis. Quando o vício é sanável ou passível de convalidação, é caso de
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Leia o texto de Fernando Rodrigues para responder à questão.
O PIBão e os costumes
BRASÍLIA – A caminho da Folha, parei ontem em frente à rodoviária de Brasília. Enquanto o semáforo não abria, vi no carro da frente uma mulher arremessar pela janela a embalagem amassada de uma bala ou barra de chocolate. No rádio, o locutor martelava com ufanismo que o Brasil termina este ano como a 6.ª maior economia do mundo.
É chato ser estraga- prazeres quando há uma notícia boa, mas jornalistas somos assim mesmo. O menor problema do Brasil é se sua economia passará a do Reino Unido, como a mídia britânica noticiou. Um defeito grave por aqui continua sendo a falta de valores civilizatórios – e nenhum sinal de melhora desse cenário no médio prazo.
Basta refletir a respeito da situação descrita: apesar do “PIBão”, há hoje menos pessoas jogando papel na rua do que havia nos anos 90?
Segundo o vaticínio do ministro da Fazenda, só daqui a 10 ou 20 anos o brasileiro terá o mesmo padrão de vida do europeu. E quanto tempo passará até as pessoas se tornarem mais educadas e civilizadas em público?
Na sua tradicional edição especial dupla de final de ano, a revista britânica “The Economist” traz uma reportagem longa sobre o Brasil. Título: “The servant problem”. Em tradução livre, “o problema das empregadas”. Trata da dificuldade atual da elite brasileira para encontrar uma funcionária que tire os pratos da mesa, lave a louça e as roupas.
“Na virada do século 21, o Brasil tem grandes similaridades com o Reino Unido de 1880”, escreve a revista. Aqui, como lá há 130 anos, a elite reage e fica mal-humorada.
O Brasil, aponta a “Economist”, tem mansões sem água quente na pia da cozinha, mas alguns paulistanos usam helicópteros e não possuem máquina de lavar louça.
Pelo slogan da presidência, “país rico é país sem pobreza”. Rico o Brasil até já é. Faltam valores e bom costumes. E não apenas para quem é pobre.
(Folha de S.Paulo, 28.12.2011. Adaptado)
Considere o trecho a seguir para responder à questão.
O Brasil, aponta a “Economist”, tem mansões sem água quente na pia da cozinha, mas alguns paulistanos usam helicópteros e não possuem máquina de lavar louça.
Atendo-se às regras de pontuação e de concordância da norma-padrão da língua portuguesa, o trecho está corretamente reescrito em:
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