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Foram encontradas 420 questões.

2818257 Ano: 2023
Disciplina: Estatística
Banca: FURB
Orgão: FURB

Luana estava realizando o cadastro dos estudantes de uma turma de um curso de especialização. A quantidade de estudantes cadastrados de acordo com a idade está indicada no quadro a seguir:

Quantidade de estudantes

Idade

12

24

10

28

10

30

7

32

Pode-se afirmar que a idade média dos estudantes dessa turma é, em anos, de:

 

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2818256 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: FURB
Orgão: FURB

Lucas pagava parcelas fixas no valor de R$ 1200,00 por mês devido a um empréstimo bancário. Ele verificou que essa parcela correspondia a 20% do seu salário e resolveu propor ao gerente de seu banco um aumento na parcela de modo a comprometer 30% do seu salário, visando quitar mais rapidamente o empréstimo. Pode-se afirmar que, se o gerente aceitar a proposta, o valor da parcela terá um aumento, em reais, de:

 

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2818255 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

Leia atentamente o excerto a seguir:

Os cetáceos são um grupo de mamíferos aquáticos formado por cerca de 80 espécies de diferentes tamanhos, dos golfinhos baleias. Em nossos oceanos, encontramos dois subgrupos: misticetos (com barbas) e odontocetos (com dentes). origem dos cetáceos remonta cerca de 55 milhões de anos e, durante esse amplo período atualidade, muitas famílias já se extinguiram.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas do trecho apresentado:

 

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2818254 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

A respeito das figuras de linguagem, analise as afirmações a seguir:

I-Em "Os animais estão rareando", temos uma figura de linguagem chamada litote.

II-Em "O mar chorava a perda de mais uma baleia", temos uma prosopopeia.

III-Em "Uma busca, uma análise, uma descoberta", temos uma elipse.

IV-Em "Pensava mais em ciência do que em esportes", temos uma zeugma.

É correto o que se afirma em:

 

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2818253 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

O texto "Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias" se trata de um artigo de divulgação científica. A respeito desse gênero, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Os artigos de divulgação científica são caracterizados por usar uma linguagem mais acessível do que os artigos científicos, pois voltam-se a um público médio, não especialista.

(__)Como apresentam linguagem mais simples e são escritos para pessoas não especialistas, não se pode afirmar que artigos de divulgação científica apresentem rigor metodológico.

(__)No que diz respeito ao tipo textual, os artigos de divulgação científica podem ser classificados como expositivos e argumentativos.

(__)Como o próprio nome já diz, os artigos de divulgação científica circulam restritamente em meios científicos e, portanto, são lidos apenas no contexto acadêmico.

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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2818252 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

Analise a sintaxe do seguinte período, retirado do texto "Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias":

"As baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente".

Agora, associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona elementos do período à sua classificação sintática:

Primeira coluna: classificação sintática

(1)Sujeito

(2)Complemento verbal

(3)Verbo

(4)Adjunto adverbial

Segunda coluna: elementos do período

(__)um sistema de evasão de câncer

(__)as baleias

(__)desenvolveram

(__)muito eficiente

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

 

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2818251 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

Assinale a alternativa que apresenta correção no que diz respeito à colocação pronominal, considerando-se a norma culta do português brasileiro:

 

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2818250 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

Assinale a alternativa que apresenta correção no que diz respeito à regência verbal, sob a perspectiva da norma culta do português brasileiro:

 

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2818249 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona relações de sentido a exemplos de seu uso retirados do texto "Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias":

Primeira coluna: relações de sentido

(1)Alternância

(2)Conformidade

(3)Explicação

(4)Oposição

Segunda coluna: exemplos do texto

(__)Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir.

(__)As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento.

(__)Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery.

(__)Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2818248 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: FURB

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 9.

Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias

Como um animal que há quase 50 milhões de anos era do tamanho de um lobo, com 1,6 metro (m) de comprimento no máximo, deu origem a outro que pode chegar a 30 m? Essa foi uma das perguntas que moveu a bióloga Mariana Nery e sua equipe no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB-Unicamp) a investigarem a evolução molecular dos genes dos cetáceos gigantes, como as baleias-azuis. Eles estão entre os maiores animais que já existiram na Terra, incluindo os dinossauros, afirma Nery. "A evolução desses animais é uma história maravilhosa", comenta a bióloga.

Nas últimas décadas, muito se aprendeu sobre essa história por meio de fósseis muito bem preservados. Nery e sua equipe se concentraram em um material menos explorado: o molecular. Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 19 de janeiro de 2023, os pesquisadores brasileiros apresentam os resultados de uma análise de nove genes previamente associados ao tamanho grande de cetáceos. Em pelo menos quatro genes - GHSR, IGFBP7, NCAPG e PLAG1 - foram detectados indícios evolutivos de que houve forte seleção natural no sentido de agigantar essa linhagem. "Esses genes são excelentes candidatos a serem os responsáveis, ao menos em parte, pelo tamanho enorme dos golfinhos e baleias", explica. O artigo é resultado da pesquisa do biólogo Felipe Silva, estudante de mestrado orientado por Nery. As análises foram feitas com base em bancos de dados já existentes com genomas sequenciados de cetáceos.

Esses mesmos genes são encontrados em outros animais de grande porte, como vacas, ovelhas e cavalos. "São grupos relativamente próximos dos cetáceos, do ponto de vista evolutivo", afirma o biólogo brasileiro Gustavo Burin, pesquisador em estágio de pós-doutorado no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. Características vantajosas se perpetuam no processo evolutivo, mas precisam de oportunidade para surgir. A sustentação fornecida pela água permite que um animal seja gigante, o que em terra firme é mais difícil. A conquista de características que permitiram às baleias sobreviver nos oceanos é um dos diferenciais em relação a outros animais de grande porte, e que foi determinante para a sobrevivência da espécie. "Se uma característica ou mutação oferece uma vantagem, como capturar alimentos, ela tende a ser fixada pela espécie, porque passa a ter sucesso reprodutivo e sobrevivência maiores", explica Burin.

As baleias, por conta de seu tamanho, não enfrentam muita competição por espaço ou por alimento. "Algumas espécies têm um sistema de filtragem que faz com que consigam uma quantidade muito maior de alimento sem tanto esforço", aponta Burin. Outra vantagem: "Há menos predadores tentando te matar".

Os gigantes impõem respeito, mas o tamanho também traz problemas. A fecundidade, elemento central na manutenção da espécie, é menor nos animais grandes. "Quanto maior o tamanho corporal, as populações tendem a ser menores e ficam suscetíveis a mutações prejudiciais, o que aumenta o risco de extinção", explica Burin. A saúde pode, igualmente, ser afetada por doenças.

"Um bicho desse tamanho tem uma quantidade de células estrondosa. Quanto mais células, maior o risco de ter problemas de replicação e, consequentemente, câncer", diz Burin. Curiosamente, entre as baleias, a taxa de câncer é muito baixa, fenômeno conhecido como "paradoxo de Peto" por ter sido descrito nos anos 1970 pelo epidemiologista britânico Richard Peto, da Universidade de Oxford. A explicação para esse paradoxo pode estar no processo evolutivo das baleias. Elucidar a genética por trás do gigantismo é importante, pois isso pode ajudar a entender como lidar com a doença em outras espécies, como a humana. Além de sanar a curiosidade sobre a existência de animais fora do comum.

Ao longo da evolução, as baleias desenvolveram um sistema de evasão de câncer muito eficiente, segundo Nery. "O câncer existe em toda a vida multicelular, mas outros trabalhos têm sugerido que um dos caminhos para evitar a doença pode estar em genes supressores de tumor mais eficazes", completa. Seu grupo está começando a caça por esses genes.

Retirado e adaptado de: NAÍSA, Letícia. Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: caaro-ggiganntsmmo-das-baaeias .br/alteracao-em-quatro-genes-pode-explicar-o-gigantismo-das-baleias/ Acesso em: 23 jan., 2023.

A partir da leitura cuidadosa do texto "Alteração em genes pode explicar o gigantismo das baleias", analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Compreender o gigantismo dos cetáceos pode ajudar a entender melhor as defesas contra o câncer até mesmo em outras espécies.

PORQUE

II. A quantidade de células dos cetáceos é a razão para que eles apresentem uma incidência tão baixa de câncer.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

 

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