Foram encontradas 50 questões.
Do ponto de vista global as questões ambientais mais discutidas nos dias atuais são:
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Boa parte do funcionamento do corpo humano depende da comunicação entre as células por meio dos hormônios, que são substâncias produzidas e liberadas por determinadas células e que atuam sobre outras células, modificando seu funcionamento. Sobre os hormônios, assinale a alternativa correta.
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Texto para a questão.
A sexualidade e reprodução da espécie humana são temas apaixonantes e polêmicos. A partir da adolescência, a taxa de hormônios sexuais aumenta no sangue das pessoas, o corpo e a mente se modificam e a sexualidade passa a desempenhar um papel importante na vida. O conhecimento científico sobre a reprodução humana vem garantindo às pessoas a possibilidade de controlar conscientemente sua reprodução. Além do método natural de controle, baseado apenas no conhecimento do ciclo reprodutivo, há também vários métodos anticoncepcionais eficazes tanto na contracepção quanto na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Dos métodos contraceptivos a seguir, podem ser considerados eficazes na prevenção das DSTs apenas
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. São princípios básicos da educação ambiental, segundo a lei 9.795/99:
I. A visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública.
II. Incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais.
III. A concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade.
IV. A abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais.
V. O reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural.
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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
A expressão “devorar uma travessa de comida” é um exemplo de figura de
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Uma questão que vem despertando a curiosidade dos seres humanos desde os tempos mais remotos é de como teria surgido o universo. Graças ao desenvolvimento das ciências naturais têm surgido várias explicações para as origens do universo, baseadas no conhecimento científico. A teoria mais aceita hoje em dia considera o fato de que atualmente as galáxias estão se afastando umas das outras, o que levou a concluir que no passado elas estariam mais próximas umas das outras até o extremo de que num dado momento todos os componentes do universo estariam aglomerados em um único ponto. Esta teoria é conhecida como
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Sobre o ciclo cardíaco humano, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O início do ciclo cardíaco é marcado pela diástole atrial e sístole ventricular.
II. As valvas presentes na entrada das veias cavas e pulmonares fecham-se durante a sístole atrial, evitando o refluxo de sangue.
III. Durante a sístole ventricular, as valvas atrioventriculares fecham-se, evitando o retorno do sangue para os átrios.
IV. Em cada ciclo cardíaco, pode-se ouvir uma “batida” do coração resultado do fechamento das valvas atrioventriculares o que marca o início da diástole ventricular.
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Durante a realização de uma atividade experimental, cabe ao professor o papel de orientador científico das investigações. A respeito das atitudes aquelas que devem ser seguidas pelo professor, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Incentivar os alunos a formular hipóteses explicativas.
II. Auxiliar na elaboração de hipóteses e de experimentos para testá-las.
II. Auxiliar na elaboração de hipóteses e de experimentos para testá-las.
III. Colaborar nas discussões, evitando que os alunos se desviem demais do objetivo central.
IV. Propor atividades em que o aluno perceba claramente o que e por que vai fazer, e as relações com aquilo que já foi feito.
IV. Propor atividades em que o aluno perceba claramente o que e por que vai fazer, e as relações com aquilo que já foi feito.
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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
O prefixo presente em irrelevante apresenta o mesmo valor semântico do prefixo presente em
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A sexualidade e reprodução da espécie humana são temas apaixonantes e polêmicos. A partir da adolescência, a taxa de hormônios sexuais aumenta no sangue das pessoas, o corpo e a mente se modificam e a sexualidade passa a desempenhar um papel importante na vida. O conhecimento científico sobre a reprodução humana vem garantindo às pessoas a possibilidade de controlar conscientemente sua reprodução. Além do método natural de controle, baseado apenas no conhecimento do ciclo reprodutivo, há também vários métodos anticoncepcionais eficazes tanto na contracepção quanto na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Sobre o processo de fecundação e nidação, assinale a alternativa correta.
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