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Foram encontradas 50 questões.

De acordo com o artigo 3º do Decreto nº 6.949, de 25/8/2009, são princípios gerais da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, EXCETO
 

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2430296 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Alguns autores apontam que deslocar-se no espaço sem qualquer tipo de proteção é um desestímulo ao movimento seguro e, apontam algumas vantagens referentes ao uso precoce da bengala. A respeito dessas vantagens, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2430253 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Em relação ao sensório-motor, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2429689 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre o que o programa de intervenção precoce elaborado numa abordagem pedagógica tem como foco, informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Escutar e acolher a criança e seus familiares.
( ) Atender às necessidades específicas no contexto familiar e escolar.
( ) Apoiar a relação dialógica e interações positivas mãe-criança, criança-criança, mãe-mãe.
( ) Desenvolver o programa em pequenos grupos, valorizando o brincar, a troca de experiência e a construção coletiva do conhecimento entre crianças e familiares.
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão(C), para dividi-lo entre os comensais(B). Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música(E). Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes(A) que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores(D), pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
O título do texto está diretamente relacionado ao fragmento
 

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2429190 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre a avaliação funcional da visão e do desenvolvimento integral, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. É um procedimento de avaliação qualitativa e contínua por meio da observação informal e natural da criança em todas as situações de vida e atividade cotidiana.
II. É dada ênfase à deficiência, perda ou limitação, com vistas a favorecer ao máximo a aprendizagem do educando.
III. Chama-se funcional porque não avalia apenas a criança, mas busca entender o que pode ser útil e funcional para melhorar seu desempenho global e seu acesso ao conhecimento.
 

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2428818 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Com relação ao desenvolvimento cognitivo de 0 a 2 anos da criança cega, podermos afirmar que
 

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2427892 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre a intervenção precoce em crianças com baixa visão, assinale a alternativa correta.
 

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2427749 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Assinale a alternativa correta.
 

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2427356 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A utilização de recursos ópticos e não- ópticos devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores. Entre eles, podemos destacar
 

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