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Foram encontradas 50 questões.

2443887 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre o enquadramento e tomada de direção, é INCORRETO afirmar que
 

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2443538 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A criança cega quando não é estimulada pelo mundo exterior, volta-se para seu próprio corpo, como autoestimulação, esse fenômeno é denominado de
 

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2443491 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre a utilização do guia vidente, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Na posição básica, a pessoa com deficiência visual deve segurar no braço do guia na posição do cotovelo e na cintura.
( ) Em passagens estreitas, o guia colocará o braço que a pessoa com deficiência visual está segurando para trás e a pessoa guiada se colocará atrás de seu guia; terminada a passagem, o guia retorna seu braço à posição inicial e o deficiente volta à posição básica.
( ) Ao subir e descer escadas, a pessoa com deficiência visual se posiciona à direita do guia no mesmo degrau.
( ) Em relação a assentos, o guia aproxima a pessoa com deficiência visual dando pistas verbais. O guiado solta o braço do guia assim que tocar a perna no assento ou que o guia conduzir sua mão no espaldar ou braço da cadeira.
( ) Em relação a assentos perfilados e auditórios, o guia para na fileira e dá uma pista verbal ao seu guiado e este com os pés vai rastreando até encontrar um lugar livre, verifica o assento com as mãos e senta.
 

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2443369 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Com relação ao tato, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O tato (ao contrário da visão e da audição) nos obriga a entrar em contato com o objeto a ser percebido.
II. O contato através do tato pode ser totalmente direto (quando examinamos com a mão) ou indireto (aquele que se efetua por um meio que se interpõe entre a pele e o objeto).
III. Ao utilizar-se da bengala para a locomoção, estamos utilizando o tato direto para explorar o ambiente imediato.
 

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2442549 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre como a pessoa cega deve proceder na localização de objetos caídos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Ficar atento ao ruído do objeto ao tocar o solo.
( ) O barulho do objeto ao tocar no chão oferece pistas seguras da distância.
( ) Ao cair, com o ruído produzido, o objeto oferece pistas simultâneas: distância, localidade e altura de onde caiu.
( ) Após localizar de onde veio o som, a pessoa vira-se de frente para o local , caminha até o local, agacha-se com proteção superior.
( ) Para encontrar o objeto, a pessoa deve fazer movimentos circulares, verticais e horizontais com o dorso dos dedos, sempre seguindo a linha média do corpo.
 

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2442016 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A mobilidade é definida como a habilidade de locomover-se com segurança, eficiência e conforto no meio ambiente, através da utilização dos sentidos remanescentes. Entende-se por sentidos remanescentes:
 

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2437080 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Quanto aos procedimentos que a pessoa cega deve adotar ao subir e descer escadas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Ao subir, apoiar a bengala no chão e localizar o primeiro degrau com um dos pés.
II. Na subida, a bengala deve ficar sempre um ou dois degraus à frente.
III. Quando chegar ao final da escada, fazer a varredura e escolher a técnica melhor para continuar seu trajeto.
IV. Para descer, aproximar-se da escada e tocar a ponta da bengala no primeiro degrau, fazer uma varredura e verificar com a bengala a altura e a profundidade do degrau.
V. Iniciar a descida com a bengala na vertical ao lado do corpo.
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida(B). E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria?(E) Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula(A) sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(C). Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula?(D) Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Em “não será possível ultrapassar o número mágico de 35.”, a função sintática da oração destacada é a mesma encontrada em
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
1.§ Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis(C) que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos(C) três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
2.§ Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim(B), a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
3.§ A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja(B) o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(E). Desde que(A) se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano(D) negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
4.§ Tais(C) análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que(A) temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante(D). Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir.
 

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2434885 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Assinale a alternativa correta:
 

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