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Assinale a alternativa correta em relação à informação cinestésica.
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De acordo com o artigo 3º do Decreto nº 6.949, de 25/8/2009, são princípios gerais da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, EXCETO
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Sobre a utilização da bengala longa ou de Hoover, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Para saber o comprimento ideal da bengala deve-se tomar como referência a medida que vai da ponta do osso externo ou boca do estômago até o solo.
II Deve-se proporcionar às crianças vivências com objetos como carrinhos de supermercado, carrinho de boneca, brinquedos de haste com rodinhas e com guidão para empurrar, andadores, raquetões dentre outros, a fim de facilitar a manipulação da bengala longa.
III. A presença de objetos à frente do corpo proporcionará uma efetiva e eficiente manipulação da bengala longa e também contribuirá para uma melhor compreensão do seu uso.
IV. A utilização da bengala longa permiti à pessoa com deficiência visual locomover-se com segurança, eficiência e independência somente em ambientes desconhecidos.
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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão(C), para dividi-lo entre os comensais(B). Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música(E). Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes(A) que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores(D), pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
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São muitas as técnicas desenvolvidas para que a pessoa com deficiência visual tenha um perfeito domínio da bengala longa ou de Hoover. A respeito do que cada técnica proporciona ao deficiente visual, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Técnica diagonal da bengala.
2. Técnica para detecção e exploração de objetos.
3. Técnica do toque.
4. Rastreamento com a técnica de toque ou deslize.
5. Varredura.
2. Técnica para detecção e exploração de objetos.
3. Técnica do toque.
4. Rastreamento com a técnica de toque ou deslize.
5. Varredura.
( ) Permite que o deficiente visual tenha informações do ambiente, explore e identifique objetos encontrados com segurança e de forma correta.
( ) Permite um caminhar com segurança e independência em ambientes familiares garantindo que a pessoa mantenha a direção desejada e ainda facilita a locomoção em ambientes congestionados.
( ) Possibilita à pessoa com deficiência visual exploração imediata e completa do solo na área perto de onde está.
( ) Possibilita à pessoa com deficiência visual a manutenção de sua orientação por meio de contato constante da bengala com elementos do meio, facilita a permanência na direção desejada e ainda facilita a localização de objetos com a bengala.
( ) Possibilita à pessoa deficiente visual locomoção independente em todos os ambientes, internos e externos, familiares ou desconhecidos e ainda proporciona o máximo de proteção e informação do ambiente.
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Para que a pessoa com deficiência visual consiga se movimentar, praticar o direito de ir e vir, além de ler rotas, ter noção de espaço, lateralidade, estar alerta, ela tem que aprender as técnicas próprias que permitem e facilitam sua locomoção independente. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma dessas ajudas e/ou técnicas
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De acordo com o Decreto nº 7.690, de 2 de março de 2012, é correto afirmar que “subsidiar a formulação da Política Nacional de Educação Especial na área de deficiência visual” é atribuição que compete ao
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Assinale a alternativa INCORRETA.
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A pessoa cega necessita desenvolver uma série de habilidades para que adquira uma mobilidade independente. A partir desta afirmação, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Habilidade sensorial tátil.
2. Habilidade sensorial auditiva.
3. Área cognitiva.
4. Área afetiva.
5. Condutas básicas.
2. Habilidade sensorial auditiva.
3. Área cognitiva.
4. Área afetiva.
5. Condutas básicas.
( ) Seguir instruções.
( ) Motivação .
( ) Texturas.
( ) Ecolocação.
( ) Conceitos espaciais.
( ) Motivação .
( ) Texturas.
( ) Ecolocação.
( ) Conceitos espaciais.
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É importante para a criança com deficiência visual que ela saiba relacionar o seu corpo com o espaço que a rodeia. Na construção dos conceitos espaciais, é necessário levar em consideração
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