Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2434617 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Num programa de Orientação e Mobilidade são previstas vivências especiais. Sobre essas vivências, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Ao chegar próximo de um autoposto, a pessoa deficiente visual adota a técnica de deslize e caminha do lado da linha da edificação.
II. Ao encontrar a canaleta de escoamento de água, a pessoa pode seguir sem preocupações.
III. Ao encontrar a canaleta, a pessoa segue utilizando-se da técnica do toque.
IV. Quando o autoposto não tem canaleta, a pessoa cega deve utilizar o alinhamento paralelo ao tráfego para fazer a passagem ou dirigir-se em direção ao meio fio e caminhar adotando a técnica de deslize.
V. Depois que passa a área do posto a pessoa deve continuar utilizando a técnica de deslize até o final da quadra para evitar acidentes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2434527 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
O desenvolvimento motor tem grande importância na aquisição de Orientação e Mobilidade independentes. Em relação ao tema, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2433555 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Considerando o conceito de Orientação e Mobilidade, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A orientação é um processo exclusivamente sensorial.
II. A mobilidade é a incapacidade de deslocar-se de um lugar para outro.
III. Os conceitos de Orientação e Mobilidade
são dissociados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
A expressão “devorar uma travessa de comida” é um exemplo de figura de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
O prefixo presente em irrelevante apresenta o mesmo valor semântico do prefixo presente em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431809 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Além da bengala longa e do guia vidente, a pessoa com deficiência visual pode contar com o cão guia, para auxiliá-la na sua locomoção. Sobre o cão-guia podemos afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431640 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso. Através de treinamento adequado a pessoa com deficiência visual poderá utilizar de forma adequada a informação sensorial para orientar-se. A respeito dos diferentes motivos pelos quais a audição favorece a orientação, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Proporciona informação geral sobre o ambiente não imediato em que nos movemos.
( ) Permite determinar a presença e estimar a distância a que um objeto se encontra.
( ) Colabora para o desenvolvimento de conceitos visuais e do meio ambiente.
( ) É essencial para a motivação ao deslocamento.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431623 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Existe uma idade fixa para iniciar o treinamento formal de Orientação e Mobilidade.
( ) É conveniente iniciar o treinamento formal de orientação e mobilidade o mais cedo possível.
( ) Durante a educação infantil a criança com deficiência visual deverá locomover-se no ambiente escolar sempre com auxílio de guia vidente.
( ) O treinamento formal de orientação e mobilidade deverá ser realizado em casa e na escola que a criança estuda e locais exteriores adjacentes a ambos, adequando-o sempre à idade e às necessidades da criança.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431556 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência corretas.
1. Espaço abstrato.
2. Espaço dos objetos.
3. Espaço de ação.
4. Espaço corporal.
5. Espaço geométrico.
( ) Posição dos objetos quanto à direção e distância, a partir do espaço corporal perceptivo.
( ) Capacidade de manejo dos conceitos para elaboração de rotas, traçados de plantas, mapas e outros.
( ) A orientação para a execução de movimentos.
( ) Orientação apartir das experiências concretas, utilizando os conceitos geométricos para elaboração de mapas mentais, a partir de algum sistema de coordenação ou direção, aplicável em diferentes áreas.
( ) A consciência das posições, direções e distâncias em relação a seu corpo.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2431169 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A proposta do Atendimento Educacional Especializado – AEE inclui, ao aluno com deficiência visual, o atendimento de orientação e mobilidade. O professor especializado deve proporcionar a esse aluno o conhecimento dos espaços da escola e ainda condições para que ele se locomova com independência e segurança. Em relação as assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Na sala de aula, deve ser apresentado todos os espaços: onde está a porta, a janela, as fileiras de carteiras; qual o seu lugar; onde está a mesa do professor etc.
II. No refeitório, mostrar como estão dispostas as cadeiras e as mesas, de que tipo são esses móveis (bancos inteiriços, cadeiras, banquinhos, mesas individuais, coletivas); onde fica o balcão para servir a comida; onde estão a lixeira e outros objetos neste ambiente.
III. Para facilitar a compreensão e reforçar a construção mental desses espaços pela criança cega, o professor poderá realizar junto com ela maquetes ou mapas táteis.
IV. Quando é disponibilizado ao aluno com deficiência visual maquetes e mapas táteis, não é necessário que ele explore os espaços da escola antes de iniciar o trabalho de Orientação e Mobilidade.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas