Foram encontradas 270 questões.
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- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresSpywareKeyloggers
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresWorms
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma praga virtual.
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As crianças com deficiência múltipla apresentam particularidades, níveis heterogêneos de capacidade, necessidades educativas diversificadas e requerem, em consequência disso, uma avaliação individualizada, além de formas de intervenção didático-metodológica as mais variadas possíveis. Nessa tarefa, a educação especial, as instituições especializadas e a família passam a desempenhar papel importante de apoio e suporte à escola comum no que se refere ao atendimento às necessidades específicas dos educandos. Diante de tudo isso, onde deverão ser desenvolvidos o acompanhamento terapêutico, o currículo funcional, as avaliações específicas (audiológica, visual, motora, neurológica, psicológica e outras) e as intervenções específicas?
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E AGORA O QUE FAZEMOS?
Lya Luft
Passaram as festas. Traçados os projetos, dados os abraços, reuniões de família e amigos superadas, boas e alegres ou chatas e fingidas. De repente, cessa o tumulto e estamos sós diante da lista de boas intenções, no papel ou na memória.
Ou, se formos mais realistas, apenas com esse desejo real de que as coisas andem direito, que a saúde aguente, que os afetos persistam, que a alegria seja maior do que a angústia, e que alguma coisa afinal se realize.
Temos pela frente o chamado ano de eleições: há meses começaram as campanhas várias e variadas, as alianças certas ou bizarras, as mudanças, as traições óbvias ou sorrateiras, nesse relacionamento espúrio da política.
Com exceções, procurando bem ainda encontramos em quem confiar, mas a máquina do poder é tão poderosa que é preciso lutar bem, torcer direito, batalhar de peito aberto para que tudo melhore.
Lembramos os infelizes massacrados por deslizamentos e enchentes de dois anos atrás, cujas casas continuam destruídas, carros afundados na lama, escolas fechadas, ruas inexistentes, cidadezinha quase fantasmal – tudo repetido ainda agora.
E o resto sendo o de todo ano: as mesmas enchentes, os mesmos deslizamentos, parece até que sempre as mesmas mortes, e nada, quase nada, se fez. O dinheiro que havia não foi empregado. Se foi desviado, não sabemos, e é melhor nem saber: há desgostos que se acumulam e turvam nossa visão da vida, parece que nunca mais ninguém terá direito de ser alegre, esperançoso, otimista.
Melhor não ver todos os noticiosos, que são a repetição cruel de acontecimentos cruéis, melhor se alienar? Não sei se isso seria o melhor, mas é preciso, neste novo ano, mais do que nunca, construir uma espécie de escudo para a alma, ou morreremos flechados como um São Sebastião varado de ferros pontudos.
A gente precisa continuar acreditando: que vale a pena ser honesto. Que vale a pena estudar. Que vale a pena trabalhar. Que é preciso construir: a vida, o futuro, o caráter, a família, as amizades e os amores. Pois tudo é construção, nós os operários. Construir uma existência que não desmorone com as chuvas, não solte avalanches que vão deslizar e sufocar, aos outros ou a nós mesmos, e arrasar o que foi feito.
É difícil? Às vezes é. É tedioso eventualmente, como ter de educar uma criança. Um rapaz que foi pai muito jovem, e era um pai maravilhoso, certa vez se queixou sorrindo: “Todo dia a mesma coisa, levanta a tampa do vaso, escova os dentes, não fala de boca cheia, aquelas coisas”. Mas ainda bem que não é só isso, comentamos, tem também a graça, a ternura, a alegria, o assombro quando a pessoazinha evolui, cresce, se manifesta, se transforma.
Tem as risadas, o jogo de bola, ou a boneca nova, ou ensinar a andar de bicicleta, ou ficar abraçados de noite olhando as estrelas. Tem muita coisa boa. Tem o chato também, como em tudo na vida. Então nós nos educamos, neste novo ano já em curso, para fazer tudo direitinho, dentro do possível. Pensar, discernir, escolher, escolher bem, no pessoal e no público.
Tem também a Copa, essa eu havia esquecido, com tantos comentários negativos, bilhões para a Copa e tão pouco para a fome, a miséria, a ignorância, a doença. A moradia, casinhas caindo aos pedaços no primeiro dia, ou casa nenhuma, barracos, tendas, papelão e lata.
Mas este ano da Copa pode também trazer coisas boas: algum dinheiro, algum turista, algum comentário no exterior que não se limite à pobreza, à violência, ao Carnaval e às nossas mazelas. Que lá fora sejam menos ignorantes, não, não temos onças nas esquinas, e às vezes se consegue sair para estudar ou trabalhar sem ser varado de bala perdida.
Sim, aqui temos editoras, e leitores, algumas boas universidades, e excelente medicina em algumas ilhas de excelência. (Temos ilhas de excelência.)
E, por que não?, temos uma democracia que tem de funcionar e proporcionar a este povo brasileiro decência, dignidade, alegria, segurança, respeito, seriedade. Que sejamos, com eleições e Copa e toda a balbúrdia, menos alienados e menos fúteis – para sermos menos sofridos.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya
-luft-e-agora-o-que-fazemos/
A palavra “inexistentes” é formada por
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com o art. 34 do Decreto nº 7.690, de 02/03/2012 que aprovou a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Educação, ao Instituto Benjamin Constant compete
I. subsidiar a formulação da Política Nacional de Educação Especial na área de deficiência visual.
II. promover e realizar programas de capacitação dos recursos humanos na área de deficiência visual.
III. elaborar e produzir material didático-pedagógico para o ensino de pessoas cegas e de visão reduzida.
IV. apoiar técnica e financeiramente os sistemas de ensino e as instituições que atuam na área de deficiência visual.
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Catálogo, de modo geral, é uma lista descritiva, ou relação circunstanciada. Na biblioteca, é uma lista ordenada correspondente aos documentos que constituem o seu acervo. Analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas para funções de um catálogo.
Sobre como podem ser os catálogos, segundo a sua finalidade, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Catálogos principais.
II. Catálogos auxiliares.
III. Catálogos fixos.
IV. Catálogos comuns.
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628609
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Memória secundária, também conhecida como “memória de massa”, tem como função armazenar dados. Os sistemas operacionais mais recentes também o utilizam como memória virtual. Esta é a função
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Quando a ferramenta Ocultar Slides é ativada, o slide que foi ocultado não é mostrado durante a apresentação de slide de tela inteira. O recurso Ocultar Slides presente no Power Point 2010 (instalação padrão português – Brasil) encontra-se na guia
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Sobre as causas da surdocegueira, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As causas da surdocegueira estão vinculadas às infecções neonatais e transplacentária.
II. As causas da surdocegueira estão vinculadas aos erros inatos de metabolismo e anomalias de desenvolvimento.
III. As causas da surdocegueira estão vinculadas às grandes pragas que assolam a humanidade.
IV. As causas da surdocegueira estão vinculadas aos traumatismos e às síndromes.
V. As causas da surdocegueira estão vinculadas aos traumas psicológicos vividos no período de gestação.
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Nos revestimentos cerâmicos, é recomendável a utilização de juntas intermediárias, normalmente mais largas que as juntas de assentamento, projetadas para aliviar as tensões provocadas pela movimentação da parede e/ou do próprio revestimento. Essas juntas recebem a denominação de
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E AGORA O QUE FAZEMOS?
Lya Luft
Passaram as festas. Traçados os projetos, dados os abraços, reuniões de família e amigos superadas, boas e alegres ou chatas e fingidas. De repente, cessa o tumulto e estamos sós diante da lista de boas intenções, no papel ou na memória.
Ou, se formos mais realistas, apenas com esse desejo real de que as coisas andem direito, que a saúde aguente, que os afetos persistam, que a alegria seja maior do que a angústia, e que alguma coisa afinal se realize.
Temos pela frente o chamado ano de eleições: há meses começaram as campanhas várias e variadas, as alianças certas ou bizarras, as mudanças, as traições óbvias ou sorrateiras, nesse relacionamento espúrio da política.
Com exceções, procurando bem ainda encontramos em quem confiar, mas a máquina do poder é tão poderosa que é preciso lutar bem, torcer direito, batalhar de peito aberto para que tudo melhore.
Lembramos os infelizes massacrados por deslizamentos e enchentes de dois anos atrás, cujas casas continuam destruídas, carros afundados na lama, escolas fechadas, ruas inexistentes, cidadezinha quase fantasmal – tudo repetido ainda agora.
E o resto sendo o de todo ano: as mesmas enchentes, os mesmos deslizamentos, parece até que sempre as mesmas mortes, e nada, quase nada, se fez. O dinheiro que havia não foi empregado. Se foi desviado, não sabemos, e é melhor nem saber: há desgostos que se acumulam e turvam nossa visão da vida, parece que nunca mais ninguém terá direito de ser alegre, esperançoso, otimista.
Melhor não ver todos os noticiosos, que são a repetição cruel de acontecimentos cruéis, melhor se alienar? Não sei se isso seria o melhor, mas é preciso, neste novo ano, mais do que nunca, construir uma espécie de escudo para a alma, ou morreremos flechados como um São Sebastião varado de ferros pontudos.
A gente precisa continuar acreditando: que vale a pena ser honesto. Que vale a pena estudar. Que vale a pena trabalhar. Que é preciso construir: a vida, o futuro, o caráter, a família, as amizades e os amores. Pois tudo é construção, nós os operários. Construir uma existência que não desmorone com as chuvas, não solte avalanches que vão deslizar e sufocar, aos outros ou a nós mesmos, e arrasar o que foi feito.
É difícil? Às vezes é. É tedioso eventualmente, como ter de educar uma criança. Um rapaz que foi pai muito jovem, e era um pai maravilhoso, certa vez se queixou sorrindo: “Todo dia a mesma coisa, levanta a tampa do vaso, escova os dentes, não fala de boca cheia, aquelas coisas”. Mas ainda bem que não é só isso, comentamos, tem também a graça, a ternura, a alegria, o assombro quando a pessoazinha evolui, cresce, se manifesta, se transforma.
Tem as risadas, o jogo de bola, ou a boneca nova, ou ensinar a andar de bicicleta, ou ficar abraçados de noite olhando as estrelas. Tem muita coisa boa. Tem o chato também, como em tudo na vida. Então nós nos educamos, neste novo ano já em curso, para fazer tudo direitinho, dentro do possível. Pensar, discernir, escolher, escolher bem, no pessoal e no público.
Tem também a Copa, essa eu havia esquecido, com tantos comentários negativos, bilhões para a Copa e tão pouco para a fome, a miséria, a ignorância, a doença. A moradia, casinhas caindo aos pedaços no primeiro dia, ou casa nenhuma, barracos, tendas, papelão e lata.
Mas este ano da Copa pode também trazer coisas boas: algum dinheiro, algum turista, algum comentário no exterior que não se limite à pobreza, à violência, ao Carnaval e às nossas mazelas. Que lá fora sejam menos ignorantes, não, não temos onças nas esquinas, e às vezes se consegue sair para estudar ou trabalhar sem ser varado de bala perdida.
Sim, aqui temos editoras, e leitores, algumas boas universidades, e excelente medicina em algumas ilhas de excelência. (Temos ilhas de excelência.)
E, por que não?, temos uma democracia que tem de funcionar e proporcionar a este povo brasileiro decência, dignidade, alegria, segurança, respeito, seriedade. Que sejamos, com eleições e Copa e toda a balbúrdia, menos alienados e menos fúteis – para sermos menos sofridos.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya
-luft-e-agora-o-que-fazemos/
Em “Todo dia a mesma coisa, levanta a tampa do vaso, escova os dentes, não fala de boca cheia, aquelas coisas”, as aspas foram utilizadas para
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