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“As condições sanitárias e higiênicas eram extremamente precárias. Sem esgotos, a cidade de Salvador estava suscetível a moléstias infectocontagiosas que atacavam a população [...] Rapidamente alcançou Santo Amaro, Cachoeira e Nazaré, cidades altamente populosas (na proporção da época). Maior centro da produção de açúcar, Santo Amaro ficou com suas plantações e engenhos abandonados. Morreram milhares de escravos. A cidade de Santo Amaro tomou aspecto de cemitério. Não havia médicos, não existiam hospitais, os mortos ficaram insepultos [...] Estima-se que [...] matou mais de 25 mil pessoas na Bahia.
Trata-se de uma epidemia devastadora nos anos de 1855 e 1856. Diante da insalubridade (precárias condições sanitárias da população, estoque de lixo, esgotos), ela se proliferou e, somada à fome, ceifou a vida de muitos enfermos, levando medo e insegurança à população, aos médicos e ao governo, que tomou providências para amenizar o “inimigo invisível” que devastou a Bahia naquele biênio.”
(Fonte: TAVARES, Luiz Henrique Dias. A história da Bahia. São Paulo: Editora Unesp: Salvador: Edufba, 2001, p. 273).
O trecho transcrito acima corresponde à epidemia que assolou a Bahia no biênio de 1855-1856. Trata-se da epidemia
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