O Novo Código Florestal brasileiro, que dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, foi instituído pela Lei Federal nº 12.651/2012, estipulando novas regras para a preservação ambiental em propriedades rurais. Sobre a reforma do Código Florestal, pode-se afirmar:
A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
“A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo.” (2º parágrafo)
Por enquadrar-se na mesma regra da estrutura em destaque, a crase foi empregada corretamente em:
Ainda no campo da música, no contexto do regime militar, considere as seguintes afirmações, e marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.
( ) Articulando elementos da canção popular com outros do pop internacional, o tropicalismo ironizava a imagem do Brasil como paraíso tropical.
( ) Mesmo com o recrudescimento da vigilância governamental, muitos compositores da chamada “canção de protesto” jamais abandonaram o estilo simples e direto das letras.
( ) O Clube da Esquina, outro importante movimento da cena musical brasileira, trouxe para o interior de suas canções referências ao desaparecimento e morte de amigos.
( ) A “canção de protesto” representou um grito em defesa da democracia, mas também uma crítica às injustiças sociais e ao jogo de interesses na política e na economia.
( ) A chamada “canção de protesto” constituiu uma das primeiras reações sistemáticas dos compositores populares à ditadura, mas, depois do AI-5, elas perderam completamente seu potencial crítico.
Relacione a estratégia de compreensão escrita em língua inglesa à sua descrição.
1. Ativação de conhecimento prévio
2. Identificação de cognatos
3. Scanning
4. Skimming
5. Identificação de gênero textual
( ) Identificar informações específicas e pontuais, ignorando outros detalhes do texto.
( ) Identificar o tema e a ideia principal de um texto a partir do seu título e subtítulos, palavras cognatas, informações não verbais e primeiras e últimas linhas de cada parágrafo.
( ) Inferir o significado de palavras desconhecidas a partir de sua semelhança com palavras da língua nativa.
( ) Formular hipóteses sobre o assunto do texto a partir de outras leituras já realizadas sobre o mesmo tema.
( ) Observar o formato e a apresentação do texto, seus recursos tipográficos, o tipo de vocabulário utilizado, seu veículo de publicação e/ou circulação e outras informações não verbais para prever seu conteúdo.