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Foram encontradas 60 questões.

2434543 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Sobre as embalagens para alimentos, analise as afirmativas.
I. Dentre os requisitos de uma embalagem, ela deve ser atóxica e compatível com o produto, além de dar proteção sanitária e proteger, conforme a necessidade do alimento, contra passagem de umidade, gases, luz, gordura e aromas.
II. Entre as principais vantagens do vidro, como embalagens para alimentos, é que ele é inerte e impermeável a gases, umidade, odores e microrganismos.
III. Para o acondicionamento de doces de frutas, como geleias e compotas, podem-se utilizar embalagens de vidro, principalmente por possuir alta resistência a choques térmicos e choques físicos.
IV. As embalagens cartonadas assépticas são compostas por camadas de polietileno/alumínio/polietileno/papel/polietileno.
É(são) correta(s):
 

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2434422 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
O congelamento é um dos métodos de conservação mais adequado, para promover o aspecto de conveniência, tanto no âmbito doméstico, quanto no comercial. A conservação de alimentos pelo congelamento utiliza, em média, temperaturas de – 18°C ou inferiores.
É incorreto dizer-se que
 

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2434343 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Relacione as colunas a partir de informações relacionadas aos aditivos e aos condimentos utilizados no processamento de carnes.
1. Aditivos
2. Ingredientes
3. Coadjuvantes de tecnologia
4. Condimentos e especiarias
5. Emulsificantes
( ) agentes ativos de superfícies utilizados para tornar possíveis a formação e a manutenção da emulsão.
( ) classe heterogênea de substâncias adicionadas intencionalmente ao alimento, sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante toda a etapa de manipulação, processamento, armazenamento e transporte de um alimento.
( ) qualquer substância, incluídos os aditivos alimentares, empregada na fabricação ou na preparação de um alimento, que permanece no produto final, ainda que de forma modificada.
( ) toda substância que não se consome por si só como ingrediente alimentar e que se emprega intencionalmente na elaboração de alimentos, para obter uma finalidade tecnológica durante o processamento.
( ) como substâncias aromáticas, sápidas, com ou sem valor nutritivo, usadas para conferir aroma e sabor aos alimentos.
A sequência correta é
 

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TEXTO 1
UM AMIGO POR UM DEFUNTO
Quanto à outra pessoa que teve a força obliterativa, foi o meu colega Escobar que no domingo, antes do meio-dia, veio ter a Mata-cavalos. Um amigo supria assim um defunto, e tal amigo que durante cerca de cinco minutos esteve com a minha mão entre as suas, como se me não visse desde longos meses.
– Você – janta comigo, Escobar?
– Vim para isto mesmo.
Minha mãe agradeceu-lhe a amizade que me tinha, e ele respondeu com muita polidez, ainda que um tanto atado, como se carecesse de palavra pronta. Já viste que não era assim, a palavra obedecia-lhe, mas o homem não é sempre o mesmo em todos os instantes. O que ele disse, em resumo, foi que me estimava pelas minhas boas qualidades e aprimorada educação; no seminário todos me queriam bem, nem podia deixar de ser assim, acrescentou. Insistia na educação, nos bons exemplos, "na doce e rara mãe" que o céu me deu... Tudo isso com a voz engasgada e trêmula.
Todos ficaram gostando dele. Eu estava tão contente como se Escobar fosse invenção minha. José Dias desfechou-lhe dois superlativos, tio Cosme dois capotes, e prima Justina não achou tacha que lhe pôr; depois, sim, no segundo ou terceiro domingo, veio ela confessar-nos que o meu amigo Escobar era um tanto metediço e tinha uns olhos policiais a que não escapava nada.
– São os olhos dele, expliquei.
– Nem eu digo que sejam de outro.
– São olhos refletidos, opinou tio Cosme.
– Seguramente, acudiu José Dias; entretanto, pode ser que a senhora D. Justina tenha alguma razão. A verdade é que uma coisa não impede outra, e a reflexão casa-se muito bem à curiosidade natural. Parece curioso, isso parece, mas...
– A mim parece-me um mocinho muito sério, disse minha mãe.
– Justamente! confirmou José Dias para não discordar dela.
Quando eu referi a Escobar aquela opinião de minha mãe (sem lhe contar as outras, naturalmente), vi que o prazer dele foi extraordinário. Agradeceu, dizendo que eram bondades, e elogiou também minha mãe, senhora grave, distinta e moça, muito moça... Que idade teria?
– Já fez quarenta, respondi eu vagamente por vaidade.
– Não é possível! exclamou Escobar. Quarenta anos! Nem parece trinta; está muito moça e bonita. Também a alguém há de você sair, com esses olhos que Deus lhe deu; são exatamente os dela. Enviuvou há muitos anos?
Contei-lhe o que sabia da vida dela e de meu pai. Escobar escutava atento,perguntando mais, pedindo explicação das passagens omissas ou só escuras. Quando eu lhe disse que não me lembrava nada da roça, tão pequenino viera, contou-me duas ou três reminiscências dos seus três anos de idade, ainda agora frescas. E não contávamos voltar à roça?
– Não, agora não voltamos mais. Olhe, aquele preto que ali vai passando, é de lá.Tomás!
– Nhonhô!
Estávamos na horta da minha casa, e o preto andava em serviço; chegou-se a nós e esperou.
– É casado, disse eu para Escobar. Maria onde está?
– Está socando milho, sim, senhor.
– Você ainda se lembra da roça, Tomás?
– Alembra, sim, senhor.
– Bem, vá-se embora.
Mostrei outro, mais outro, e ainda outro, este Pedro, aquele José, aquele outro Damião...
– Todas as letras do alfabeto, interrompeu Escobar.
Com efeito, eram diferentes letras, e só então reparei nisto; apontei ainda outros escravos, alguns com os mesmos nomes, distinguindo-se por um apelido, ou da pessoa, como João Fulo, Maria Gorda, ou de nação como Pedro Benguela, Antônio Moçambique...
– E estão todos aqui em casa? perguntou ele.
– Não, alguns andam ganhando na rua, outros estão alugados. Não era possível ter todos em casa. Nem são todos os da roça; a maior parte ficou lá.
– O que me admira é que D. Glória se acostumasse logo a viver em casa da cidade, onde tudo é apertado; a de lá é naturalmente grande. ]
– Não sei, mas parece. Mamãe tem outras casas maiores que esta; diz porém que há de morrer aqui. As outras estão alugadas. Algumas são bem grandes, como a da Rua da Quitanda...
– Conheço essa; é bonita.
– Tem também no Rio Comprido, na Cidade-Nova, uma no Catete...
– Não lhe hão de faltar tetos, concluiu ele sorrindo com simpatia.
Caminhamos para o fundo. Passamos o lavadouro; ele parou um instante aí, mirando a pedra de bater roupa e fazendo reflexões a propósito do asseio; depois continuamos. Quais foram as reflexões não me lembra agora; lembra-me só que as achei engenhosas, e ri, ele riu também. A minha alegria acordava a dele, e o céu estava tão azul, e o ar tão claro, que a natureza parecia rir também conosco. São assim as boas horas deste mundo. Escobar confessou esse acordo do interno com o externo, por palavras tão finas e altas que me comoveram; depois, a propósito da beleza moral que se ajusta à física, tornou a falar de minha mãe, "um anjo dobrado", disse ele.
ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Texto de referência: Obras Completas de Machado de Assis, vol. I, Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994. Publicado originalmente pela Editora Garnier, Rio de Janeiro, 1899.
Disponível em <http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm08.pdf>
A oração destacada em "(...) o céu estava tão azul, e o ar tão claro, que a natureza parecia rir também conosco.", expressa ideia de
 

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2433953 Ano: 2012
Disciplina: Nutrição
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
O glúten é uma proteína amorfa, composta pela mistura de cadeias proteicas longas de proteínas, que se encontram naturalmente em sementes de trigo. Essas proteínas são
 

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2433617 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
A produção de polpa de fruta congelada teve início na região Nordeste e expandiu-se para outros estados. A tecnologia empregada no setor mostra grande diversificação de conformidade com a empresa, podendo haver variação na qualidade do produto.
Analise as afirmativas sobre algumas etapas do processamento de polpas de frutas congeladas.
I. Na etapa da 1º lavagem, logo após o recebimento dos frutos, utiliza-se água clorada, em torno de 100 mg/L de cloro residual por 2 minutos, a fim de sanitizá-los.
II. Na etapa de seleção, são retirados os frutos com defeitos, ou seja, aqueles com estádios de maturação inadequados e com excessivos danos mecânicos.
III. Na etapa de despolpamento/desintegração, a polpa será separada da casca, das sementes e do material fibroso e terá o tamanho de suas partículas reduzido.
IV. A etapa de formulação da polpa é realizada em tanques de aço inox, onde, após determinação de amostras de pH e Brix, se dá o ajuste da polpa através da adição de ácido cítrico a fim de garantir a eficácia do tratamento térmico.
Está(ão) correta(s):
 

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2432951 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Na fabricação de bebida láctea, a base não láctea deverá ser, no máximo,
 

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2432864 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
É uma desvantagem do congelamento, como método de conservação:
 

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2432810 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
É considerado um embutido cárneo fermentado:
 

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2432326 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
A pasteurização é um tratamento térmico, obrigatoriamente realizado no leite, para seu consumo in natura, ou elaboração de derivados lácteos. Acerca da pasteurização, é incorreto afirmar-se que
 

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