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No contexto da história da literatura brasileira, o romantismo foi um movimento que predominou durante um longo tempo. Esse movimento estético-artístico é marcado por diferentes gerações de poetas e prosadores que pensavam de modo diferente o papel da arte e a representação da realidade. Dentre as diferentes gerações românticas, o principal aspecto da terceira fase do romantismo no Brasil foi
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Neném bagunceiro
Neném faz lambança comendo canjica.
Babá se enquizila e dá um chilique:
- Moleque sapeca! Não faça bagunça!
Nenê, encabulado, funga, faz dengo...
Babá engambela, faz cafuné:
- Nana, nenê, que a Cuca já vem...
Nenê esquece a fuzarca... bambeia e cochila...
(Falando Banto – Eneida Gaspar)
Considerando o texto de Eneida Gaspar, no contexto da literatura afro-brasileira, pode-se afirmar que o poema
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“Vede como primo
Em comer os hiatos!
Que arte! E nunca rimo
Os termos cognatos.
O meu verso é bom
Frumento sem joio.
Faço rimas com
Consoante de apoio.”
(Fragmento de Os Sapos, Manoel Bandeira)
Nesse trecho do poema Os Sapos, de Manoel Bandeira, declamado na Semana de Arte Moderna por Ronald Carvalho, observa-se uma crítica direta a um movimento literário brasileiro que estava em evidência na época da Semana de Arte Moderna. O movimento literário censurado no poema é o
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“Não está fácil arranjar emprego. Topo fazer qualquer coisa, mas sei que tenho problemas, como esse dente faltando na frente, um buraco feio que eu sei que causa uma impressão ruim. As pessoas que conheço perderam dentes lá de trás da boca, eu fui perder logo na frente. O Ananias diz que pelo menos eu posso mastigar os bifes sem problema, coisa que ele, que tem todos os dentes da frente, mas perdeu os lá de trás, não pode fazer direito. Mas o que o Ananias não sabe é que eu não como bife há muito tempo, apenas arroz com feijão diariamente, e às vezes uma carne-seca.”
(Sapatos. In Axilas e outras histórias indecorosas. Rubem
Fonseca, 2011.).
Levando em conta a questão da modalidade da língua e dos graus de formalismo que esta apresenta, pode-se afirmar que o texto sapatos, de Rubem Fonseca, caracteriza-se por seu estilo
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A língua, em sua modalidade oral (e escrita também), apresenta uma variedade de usos, que ocorrem dependendo dos interlocutores, da situação ou da mensagem a ser transmitida. Essas variedades, chamadas por alguns de registros, detêm graus variados de formalismo.
Padrões de oralidade presentes na explicação de textos na sala
de aula, de Maria Auxiliadora Bezerra (1998, p. 30).
Considerando a assertiva acima e as modalidades do texto oral, o momento da interlocução, o conteúdo vocabular e o grau de formalidade, o texto oral coloquial distenso é caracterizado por
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Leia o convite a seguir:
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O Serviço Social da Indústria promove a edição 2015 do Carnaval do Sesi no próximo sábado (14), às 17, na Unidade de Vida Saudável Sesi Clube Araçagi (Av. dos Marinheiros, s/n, Araçagi). Entre as atrações estão Jegue Folia e Bicho Terra. A entrada é franca. |
Com relação aos verbos destacados, o presente do indicativo foi empregado com o valor de
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Se um professor fosse trabalhar com o texto em sala de aula, norteado pelos princípios do ensino tradicional da norma padrão da língua portuguesa, a atividade que proporia aos alunos, provavelmente, seguiria a seguinte sequência didática:
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Aurora – Mário Lago e Roberto Roberti
Se você fosse sincera ô ô ô
Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô
Aurora
(...)
Na famosa marchinha de carnaval, é possível observar um fenômeno morfossintático muito comum no português brasileiro, a variação de uso do futuro do pretérito (simples ou composto). No caso da marchinha, observa-se um verbo flexionado com uma forma do indicativo (imperfeito do indicativo) no lugar de uma forma do futuro do pretérito, conforme prescreve a gramática normativa. Diante de fenômenos morfossintáticos como este, qual deve ser a postura do professor de língua materna, no contexto de sala de aula?
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A vertente da literatura brasileira, que se volta para o passado a fim de retratar o Brasil (e, consequentemente, os indivíduos que neste país vivem), iniciou-se no século XIX no movimento literário
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Leia o texto e responda à questão.
Como Darwin explica a evolução das línguas
Para o filósofo americano Daniel Cloud, a seleção artificial está por trás da evolução das línguas, do significado das palavras e do vocabulário.
Em seu segundo livro, The Domestication of Language (A Domesticação da Linguagem, em tradução livre), lançado em dezembro nos Estados Unidos, Cloud conta como os termos que usamos sobrevivem ou desaparecem de acordo com as rígidas leis da seleção artificial. A evolução não perdoa substantivos ou adjetivos mal adaptados.
Por que o senhor acredita que temos com a linguagem a mesma relação que desenvolvemos com nossos cães? A ideia da domesticação das palavras rondava minha mente há anos, desde que li Darwin. [...] Nossas línguas são, em parte, produto da invenção humana: decidimos como ela é e será. No entanto, nossa linguagem não foi deliberadamente inventada por um grupo de pessoas. [...] Escolhemos entre diversas variantes sutilmente diferentes, inconscientemente moldando nossos cães da maneira que nós quisemos. Com a linguagem parece acontecer o mesmo.
[...]
Ou seja, o tipo de palavras que alguém usa revela também informações pessoais. Como esse componente social se encaixa em sua teoria de domesticação e evolução da linguagem? Conscientemente as pessoas se esforçam para tornar seu dialeto distinto de seus vizinhos por razões políticas. [...] A linguagem está ligada à identidade e ao contrato social estabelecido entre grupos diferentes. [...] Muitos preconceitos de classe são preconceitos linguísticos e vice-versa, mas explicar isso é difícil. Costumamos pensar nas maneiras de falar apenas como „certas" ou „erradas".
(Disponível: http://veja.abril.com.br. Acesso em 11/02/2015,
adaptado)
Considere as afirmações, apresentadas a seguir, sobre as estratégias argumentativas utilizadas por Daniel Cloud para defender sua tese.
I. A estratégia persuasiva está baseada no emissor.
II. O filósofo faz uso de recursos retóricos como metáfora e metonímia.
III. O autor baseia sua estratégia no canal.
IV. A metáfora é o recurso retórico predominante no discurso persuasivo do autor.
Sobre a estratégia persuasiva do filósofo, é CORRETO o que se afirma apenas em:
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