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Foram encontradas 60 questões.

Em relação às condutas ilícitas do agente público previstas na Lei de Acesso à Informação (Lei n. 12.527/11), analise as afirmações abaixo.
Marque V para verdadeiro e F para falso.
( ) Agir com dolo ou má-fé na análise das solicitações de acesso à informação.
( ) Utilizar indevidamente, bem como subtrair, destruir, inutilizar, desfigurar, alterar ou ocultar, total ou parcialmente, informação que se encontre sob sua guarda ou a que tenha acesso ou conhecimento em razão do exercício das atribuições de cargo, emprego ou função pública.
( ) Recusar-se a fornecer informação requerida nos termos desta Lei, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa.
( ) Impor sigilo à informação para obter proveito pessoal ou de terceiro, ou para fins de ocultação de ato ilegal cometido por si ou por outrem.
( ) Divulgar ou permitir a divulgação ou acessar ou permitir acesso indevido à informação sigilosa ou informação pessoal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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1397048 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Conforme o Regulamento Disciplinar Discente do IFMS, são motivos para justificativas das faltas, EXCETO:
 

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1395817 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Conforme o Regulamento Discente do IFMS, são direitos dos discentes, EXCETO:
 

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1392511 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
Leia o texto que segue, de Lizandra Magon de Almeida, extraído do sítio http://super.abril.com.br, em 10/09/2013. Em seguida, responda à questão.
E se... o mundo falasse a mesma língua?
Imagine se, de comum acordo, todos os habitantes da Terra falassem um só idioma. Você poderia tomar um avião no Brasil, descer no Japão e se entender com todo mundo. Para alguns estudiosos, esse seria o fim de muitos desentendimentos. A Bíblia, por exemplo, diz que a harmonia entre os povos acabou na Torre de Babel, quando, por um castigo divino, pessoas que antes falavam a mesma língua passaram a ter diferentes idiomas. Desde então, ninguém mais se entendeu, diz o texto.
Mas uma língua unificada teria vida breve. Em pouco tempo, cada grupo selecionaria os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura, diferenciando novamente as linguagens. Enquanto os idiomas têm entre 2.000 e 20.000 palavras, uma língua mundial precisaria de mais de 25.000 termos, para absorver, por exemplo, as 40 palavras que os esquimós dão para a cor branca. No Saara, essas palavras seriam abandonadas em breve. “O latim era uma língua unificada, mas dele saíram 10 ou 12 línguas latinas”, diz o professor de Filologia Românica da USP, Bruno Fregni Bassetto. É o que explica as diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal.
Já houve tentativas, fracassadas, de criar uma língua universal. Filósofos como Voltaire, Montesquieu e Descartes foram alguns dos que tentaram. Uns achavam que o idioma único deveria ser totalmente novo. Outros, que ele deveria ser formado de palavras já existentes, combinadas. Mas em um ponto eles concordavam: não é possível impor a todos uma língua já existente. O esperanto, criado em 1887 pelo polonês Lázaro Zamenhof e hoje adotado por 3 milhões de pessoas, foi o mais próximo que se chegou desse sonho. Mas mesmo seus adeptos, espalhados por mais de cem países, o consideram uma segunda língua, que se deve aprender sem perder o idioma natal.
A difusão dessa língua mundial seria delicada. E, com certeza, não haveria mistura com os idiomas locais. Onde houvesse resistência, a linguagem original simplesmente predominaria. Trata-se de uma verdade histórica: as línguas nunca se fundem – uma sempre predomina e a outra desaparece. Foi o que houve na Gália, terra de Asterix e Obelix, onde viviam os celtas, com sua própria língua. Quando os romanos conquistaram a região, impuseram o latim, que foi adotado. Com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras, mas ainda latim.
Há quem defenda a tese de que já se falou um idioma universal, quando a linguagem foi inventada pela humanidade. Mas essa é uma grande polêmica. Alguns pesquisadores acham que a raça humana surgiu na África e, dali, se espalhou pelo resto dos continentes. Outros supõem que povos diferentes surgiram em várias regiões, cada um com sua língua. No primeiro caso, as línguas teriam uma origem comum. No segundo, não.
“Tudo o que sabemos sobre a linguagem parte do que a língua é hoje. O resto é especulação”, diz Carlos Alberto Faraco, professor de Lingüística da Universidade Federal do Paraná. De certo, sabe-se que, no passado, houve um povo que falava uma só língua, o indo-europeu, do norte da Índia à Europa, com poucas exceções, como o país Basco e a Finlândia. Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e a algumas orientais. Antes disso, a controvérsia é tão grande que, no final do século XIX, os linguistas proibiram que se discutisse o tema.
Com relação ao período “cada grupo selecionaria os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura”, é correto afirmar que
 

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1392506 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Assinale a alternativa correta quanto às funções da organização escolar.
 

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1392454 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Acerca do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária - PNCFC, assinale a alternativa correta.
 

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1392002 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
Leia o texto que segue, de Lizandra Magon de Almeida, extraído do sítio http://super.abril.com.br, em 10/09/2013. Em seguida, responda à questão.
E se... o mundo falasse a mesma língua?
Imagine se, de comum acordo, todos os habitantes da Terra falassem um só idioma. Você poderia tomar um avião no Brasil, descer no Japão e se entender com todo mundo. Para alguns estudiosos, esse seria o fim de muitos desentendimentos. A Bíblia, por exemplo, diz que a harmonia entre os povos acabou na Torre de Babel, quando, por um castigo divino, pessoas que antes falavam a mesma língua passaram a ter diferentes idiomas. Desde então, ninguém mais se entendeu, diz o texto.
Mas uma língua unificada teria vida breve. Em pouco tempo, cada grupo selecionaria os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura, diferenciando novamente as linguagens. Enquanto os idiomas têm entre 2.000 e 20.000 palavras, uma língua mundial precisaria de mais de 25.000 termos, para absorver, por exemplo, as 40 palavras que os esquimós dão para a cor branca. No Saara, essas palavras seriam abandonadas em breve. “O latim era uma língua unificada, mas dele saíram 10 ou 12 línguas latinas”, diz o professor de Filologia Românica da USP, Bruno Fregni Bassetto. É o que explica as diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal.
Já houve tentativas, fracassadas, de criar uma língua universal. Filósofos como Voltaire, Montesquieu e Descartes foram alguns dos que tentaram. Uns achavam que o idioma único deveria ser totalmente novo. Outros, que ele deveria ser formado de palavras já existentes, combinadas. Mas em um ponto eles concordavam: não é possível impor a todos uma língua já existente. O esperanto, criado em 1887 pelo polonês Lázaro Zamenhof e hoje adotado por 3 milhões de pessoas, foi o mais próximo que se chegou desse sonho. Mas mesmo seus adeptos, espalhados por mais de cem países, o consideram uma segunda língua, que se deve aprender sem perder o idioma natal.
A difusão dessa língua mundial seria delicada. E, com certeza, não haveria mistura com os idiomas locais. Onde houvesse resistência, a linguagem original simplesmente predominaria. Trata-se de uma verdade histórica: as línguas nunca se fundem – uma sempre predomina e a outra desaparece. Foi o que houve na Gália, terra de Asterix e Obelix, onde viviam os celtas, com sua própria língua. Quando os romanos conquistaram a região, impuseram o latim, que foi adotado. Com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras, mas ainda latim.
Há quem defenda a tese de que já se falou um idioma universal, quando a linguagem foi inventada pela humanidade. Mas essa é uma grande polêmica. Alguns pesquisadores acham que a raça humana surgiu na África e, dali, se espalhou pelo resto dos continentes. Outros supõem que povos diferentes surgiram em várias regiões, cada um com sua língua. No primeiro caso, as línguas teriam uma origem comum. No segundo, não.
“Tudo o que sabemos sobre a linguagem parte do que a língua é hoje. O resto é especulação”, diz Carlos Alberto Faraco, professor de Lingüística da Universidade Federal do Paraná. De certo, sabe-se que, no passado, houve um povo que falava uma só língua, o indo-europeu, do norte da Índia à Europa, com poucas exceções, como o país Basco e a Finlândia. Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e a algumas orientais. Antes disso, a controvérsia é tão grande que, no final do século XIX, os linguistas proibiram que se discutisse o tema.
De acordo com o texto, é correto afirmar:
 

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Petrus, que é Diretor de uma Instituição de Ensino Federal, ordenou a Tício, servidor ocupante do cargo público de motorista, que fosse ao cinema, com o veículo oficial da Instituição e durante o expediente, buscar sua filha. Conforme o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado desviar servidor público para atendimento a interesse particular. Neste caso, qual seria a punição para Petrus?
 

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1390460 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Ainda sobre o planejamento escolar, identifique a alternativa que contém elemento(s) que NÃO deve(m) compor um planejamento escolar:
 

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1389388 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Considerando os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

II. São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

III. É livre a locomoção no território nacional em qualquer tempo, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

IV. A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei

 

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