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Foram encontradas 60 questões.

1391963 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Leia um trecho do prefácio do livro “Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”, escrito por João Bosco Medeiros e Carolina Tomasi.
No que se refere à estratégia argumentativa do autor e aos recursos linguístico-semânticos empregados, assinale a alternativa correta.
[...] “Não é verdade que está acontecendo uma unificação da língua portuguesa. Engano maior é pensar que se pode escrever como se fala. O que faríamos com a pronúncia de cada região? O real intento desse novo acordo é unificar a ortografia, que nada mais é do que a convenção por meio da qual se faz a representação gráfica das formas faladas da língua. Assim, unifica-se a escrita, pois a língua não dá para unificar, pois esta varia de região para região, de grupo social para grupo social, de uma faixa etária para outra, de uma situação de comunicação para outra. Variações fazem parte da língua. Os falantes são heterogêneos, não sendo, assim, possível tornar uno o que é múltiplo. Ao pé da letra, esse novo acordo deveria chamar “ajuste”, uma vez que não se está fazendo uma reforma profunda no modo de escrever as palavras, e sim apenas alguns ajustes nos pontos de dissonâncias entre as duas ortografias”.
 

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Petrus, que é Diretor de uma Instituição de Ensino Federal, ordenou a Tício, servidor ocupante do cargo público de motorista, que fosse ao cinema, com o veículo oficial da Instituição e durante o expediente, buscar sua filha. Conforme o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado desviar servidor público para atendimento a interesse particular. Neste caso, qual seria a punição para Petrus?
 

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A concordância verbal tem-se caracterizado como um dos problemas mais evidentes no que se refere à produção escrita da língua portuguesa. Nesse sentido, escolha dentre as alternativas abaixo, a única INCORRETA, no que se refere à concordância verbal.
 

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A língua portuguesa, por ser uma língua natural, está sujeita a uma variedade de fenômenos linguísticos que caracterizam as identidades socioculturais dos povos que as falam. Diante disso, é correto afirmar que o português do Brasil
 

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1389537 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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O texto de Cristóvão Tezza, a seguir, foi publicado por em 2 de julho de 2013 em uma coluna do jornal “Gazeta do povo”. Leia-o para a resolução da questão a seguir.
A vingança dos revizores
Ao longo da vida venho mantendo uma relação de amor e ódio pelos revisores de texto (aliás, atenção, revisão: o título é proposital!). Bem, o patrono dos revisores brasileiros é ninguém menos que Graciliano Ramos, para mim o maior prosador brasileiro do século 20, que trabalhou como revisor de jornal, nos tempos tipográficos em que essa profissão existia. Do anedotário que deixou, lembro o seu horror ao advérbio “outrossim”, que ele riscava sem piedade, xingando-o com um palavrão, e à expressão “via de regra”, que definia por uma palavra chula, designando o órgão sexual feminino. Por causa dele, ou em homenagem a ele, nunca mais usei “outrossim” e “via de regra” na minha longa vida de escrevinhador. Prefiro sempre “do mesmo modo”, “igualmente”, e em vez da via de regra eu tasco “normalmente”, “em geral”, etc. Não que sejam melhores ou mais corretas, nada disso – mas palavras são como pessoas; quando você pega raiva de alguma, você quer distância.
Como fui professor a vida inteira, fui também, sem querer, um revisor – entre outras anotações, era isso que eu também fazia ao corrigir redações: revisão de texto, trocando esses por zês e vice-versa. Mas a língua é bicho indócil, seja falada ou seja escrita, e o espectro de possibilidades é infinito. Começa da certeza absoluta – a ortografia, como grafar as palavras, uma área definida por lei – até uma grande zona mais cinzenta e esotérica, capaz de provocar discussões metafísicas, no bar e na escola, o que inclui colocação de pronomes (“ele me tinha dito” x “ele tinha me dito”), aspectos de concordância (“ouviu-se as vozes da rua” x “ouviram-se as vozes da rua”) e o gigantesco banhado da regência (“vou no cinema” x “vou ao cinema”. Ou, nesse mesmo texto, lá em cima, “lembro o horror” ou “lembro do horror”? E, falar nisso, “nesse texto” ou “neste”?).
Conversando, ninguém nota nada; por escrito, o revisor é sempre um homicida sádico (“Arrrá! Peguei no pulo!”) e a caneta vermelha jorra sangue no “A gente conversou bastante, e decidimos aprovar”... como assim? “A gente decidimos?!” Ah, mas tem um “nós” oculto no segundo verbo! E então? Não decidiram ainda!
E há um importante complicador suplementar: a literatura (romances, contos, poemas) tem outro estatuto de linguagem, e é aí que o autor – e a revisão – sofrem mais. Cada vez que recebo provas para revisão começo a desconsertar correções (Atenção: é desconsertar mesmo!). Exemplo: a fantasia da distinção entre “esse” e “este”, já sem correspondência real em nenhum lugar da língua (nem mesmo na escrita), mas que a revisão de cartilha insiste em marcar. Boa parte da literatura tem um ouvido coloquial, atento a aspectos da oralidade, que a gramática normativa desconhece. Mas jornal, é claro, não é literatura – é língua padrão (aliás, uma de suas fontes mais importantes). E aqui os revisores sempre me salvam, evitando terríveis vechames!
Assinale a alternativa em que as formas apresentadas podem substituir, respectivamente e sem prejuízo de significado, o termo “outrossim” e a expressão “via de regra”, que aparecem no primeiro parágrafo do texto “A vingança dos revisores”.
 

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Conforme a lei n. 8.112/90, são deveres dos servidores, EXCETO:
 

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Sobre licitações na Administração Pública, previstas na Lei n. 8.666/93, a tomada de preço é uma modalidade
 

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Analise as afirmativas abaixo segundo a Constituição Federal de 1988 e a seguir assinale a alternativa correta.

I. Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis apenas aos brasileiros natos ou naturalizados.

II. Na proibição de acumulação de cargos públicos, excluem-se os empregos e funções das autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder público.

III. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e economia.

IV. O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado; mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; e mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

 

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Leia o texto que segue, escrito por Julia Michaels, retirado do sítio www.revistagalileu.globo.com, em 18/09/2013. Em seguida, responda à questão.
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou "fi-lo porque qui-lo". Tradução: fiz porque quis - e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala de Aids, a sigla em inglês. Outro dia li "bêbado como um gambá" numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão "drunk as a skunk". Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como "vc" (você) "rs" (risos), "pq" (por que) e "tranks" (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: "Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...", para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o "tu", e não o "vous", quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever "como eu te disse há pouco", "como eu lhe disse há pouco" ou "como eu disse há pouco".
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização de linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: "Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia". Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: "Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo".
Com base no texto, é correto afirmar que na opinião da autora
 

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Uma indústria fabrica dois tipos de modelo de geladeira: simplex e luxo. A demanda mensal do mercado é de até 500 geladeiras do modelo luxo e até 800 geladeiras do simplex. Cada geladeira do modelo simplex consome 4 homens/hora para fabricação, enquanto que cada geladeira do modelo luxo consome 12 homens/hora. A indústria possui apenas 720 homens/hora disponíveis por mês. Sabe-se que cada geladeira do modelo luxo gera lucro de R$ 200,00 enquanto que cada geladeira do modelo simplex gera lucro de R$ 150,00.
Assim, é correto afirmar que o lucro máximo da empresa é de:
 

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