Foram encontradas 60 questões.
Sobre as diferentes mídias de armazenamento, considere as seguintes afirmações:
I. CDs e DVDs podem conter documentos, aplicativos, músicas e vídeos, e apesar de dimensões parecidas o CD possui maior capacidade de armazenamento que um DVD.
II. Dispositivos USB, como pen-drives, tornaram os antigos disquetes obsoletos, por causa da maior capacidade de armazenamento e por serem mais rápidos, compactos e resistentes.
III. Um CD-ROM é um disco somente-leitura, não podendo ter seus dados alterados. Um CD-R permite gravar arquivos permanentemente, mas não excluí-los. Já um CD-RW, além de gravar arquivos, permite excluir e formatar o disco diversas vezes.
Quais das afirmações estão corretas?
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Suponha que uma esfera de raio 3 m está completamente cheia de água e deseja-se despejar toda a água em cilindros de altura 2 m, com base de um círculo de 3 m de raio. Quantos cilindros serão necessários?
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta erro no emprego da regência verbal:
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Leia um trecho do texto “O bom revisor de textos – Entrevista com Plínio Martins Filho”. Em seguida, identifique a ordem correta das ideias que lhe dão sequência e marque a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
“Considerado um mestre na arte de fazer livros, Plínio Martins Filho é editor da Editora da Universidade de São Paulo (Edusp), da Ateliê Editorial, sua “aventura”, e professor do curso de Editoração da Escola de Comunicação e Artes (ECAUSP). Um dos últimos representantes da figura do editor de livros cuidadoso e pouco interessado nos números, o professor defende o papel das pequenas editoras e fala do prazer de fazer livros para leitores que sabem degustar um bom texto e um bom projeto gráfico.
VIVA VOZ: Já que o senhor tem tanto envolvimento com o livro e nem tanto com a administração do dinheiro, que intervenção o senhor faz ou pede para fazer no texto. O que o senhor considera um bom profissional de texto?
PLÍNIO MARTINS FILHO: Na realidade, como tive uma formação desde o texto, acho que ele deve ser lido por pessoas adequadas e o máximo de vezes possível. Sempre acho que qualquer texto tem que ter no mínimo três leituras e por três pessoas diferentes.”
( ) Às vezes o designer gráfico quer se projetar sobre o design do livro, tem revisor que também quer fazer isso. Ele quer ser co-autor do livro. Não pode ser assim. O revisor tem que ser o profissional que vai melhorar o texto, que vai adequar, vai tornar correto. O bom profissional faz o texto ficar adequado ao leitor.
( ) Passo todos os livros para ele ler. Não confio mais na minha revisão, mesmo com toda a experiência. Eu leio um livro, mas ponho sempre um revisor profissional. Não confio em quem não tem prática do texto.
( ) De repente me encontrei com ele numa feira no Rio e ele começou a falar mal da tradução. Não considero isso. O tradutor tem mais de 30 anos de experiência, conheço muito bem o profissional, nunca vi uma tradução dele ser recusada. Retirei o livro. Não posso aceitar isso.
( ) Aquele que faz por intuição, que faz muita crítica, que critica muito os outros, principalmente em tradução, pega a tradução e começa a falar mal, a melhor coisa é você começar a desconfiar.
( ) Além disso, alguém que controle a qualidade disso, para sair uma boa revisão. Por exemplo, na Ateliê, eu tenho um revisor de texto que é uma espécie de controlador da qualidade dos textos.
( ) Por exemplo, estávamos fazendo um livro sobre economia da cultura, uma tradução francesa, de repente o professor enviou para um especialista, um desses professores citados que fizeram estudos sobre casa editorial, que não entendem nada, mas se metem a fazer isso.
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Como se sabe, a vírgula determina uma pausa breve no discurso, separando elementos de uma oração ou orações entre si em uma mesma frase. Assim sendo, assinale dentre as alternativas abaixo, a que apresenta INADEQUADAMENTE o uso da vírgula.
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Leia o texto que segue, escrito por Julia Michaels, retirado do sítio www.revistagalileu.globo.com, em 18/09/2013. Em seguida, responda à questão.
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou "fi-lo porque qui-lo". Tradução: fiz porque quis - e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala de Aids, a sigla em inglês. Outro dia li "bêbado como um gambá" numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão "drunk as a skunk". Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como "vc" (você) "rs" (risos), "pq" (por que) e "tranks" (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: "Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...", para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o "tu", e não o "vous", quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever "como eu te disse há pouco", "como eu lhe disse há pouco" ou "como eu disse há pouco".
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização de linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: "Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia". Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: "Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo".
No último parágrafo do texto, a palavra “eruditos” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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O silogismo é uma espécie de fórmula que representa o raciocínio dedutivo. Ele é formado por três enunciados:
1. Premissa maior (a que contém a totalidade que se conhece).
2. Premissa menor (a que menciona uma parte dessa totalidade).
3. Conclusão.
Exemplo:
1. Todo homem é mortal. (premissa maior – todo).
2. Sócrates é homem. (premissa menor – parte).
3. Sócrates é mortal. (conclusão – dedução).
Assinale a alternativa em que a afirmação sobre o silogismo NÃO é correta.
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Leia a notícia abaixo:
MPF denuncia servidores por desvio de dinheiro público
O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra três servidores públicos federais de um determinado órgão público federal e um empresário, por ato de improbidade administrativa. A ação, divulgada no dia 3 de fevereiro de 2013 pelo Ministério Público Federal, aponta desvio de dinheiro público e pede a indisponibilidade de bens e o afastamento dos servidores públicos federais dos cargos que ocupam.
De acordo com o MPF, a empresa envolvida na denúncia venceu licitação, em outubro do ano passado, para a venda de lubrificantes, óleos e graxas para a frota de veículos para o órgão federal. Dois servidores teriam autorizado empenho no valor de R$ 75.123,00 e a chefe do Departamento de Compras teria mantido contato com a empresa para a emissão de notas fiscais referentes aos materiais, os quais não foram entregues. Para o Ministério Público Federal, houve dano ao erário e enriquecimento ilícito dos envolvidos. Do total pago, R$ 32 mil teriam sido devolvidos ao chefe do Departamento de Compras do órgão federal, conforme aponta a ação.
Analisando o texto acima, qual é a penalidade prevista na Lei n. 8.112/90 para os delitos cometidos pelos três servidores públicos federais?
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Leia um trecho do texto “O mercado bilionário dos concursos”, que foi postado em 18 de novembro de 2011 no site www.ecaderno.com. Nesse texto, são usados diferentes elementos que contribuem para a produção de sentidos nos seis parágrafos.
O mercado bilionário dos concursos
O Ecaderno foi atrás das consequências do aumento na oferta e na procura por concursos públicos no Brasil. Um ciclo de investimentos que chega a movimentar R$ 30 bilhões por ano.
Não há mais como negar o peso dos concursos públicos no Brasil. O boom na oferta de vagas e o aumento significativo do número de candidatos nos dias atuais mudou a forma como a sociedade pensa no futuro profissional. Esta realidade é fruto de profundas mudanças ocorridas, principalmente, de três décadas para cá. Depois de passar por crises, enfrentar baixos salários e desprestígio profissional, o servidor público agora desponta como cargo preferido pela maioria dos brasileiros.
E cada vez mais concorridos, os concursos trouxeram para o setor público a dedicação e a qualidade de candidatos que investem pesado na preparação para as provas, estudando muito, mas também gastando elevadas quantias com cursinhos, materiais e taxas de inscrição. Hoje, o que move tantos concurseiros é a promessa de melhores salários, uma valorização cada vez maior da carreira pública e a certeza da estabilidade. No meio de toda a oferta e procura por cargos públicos, o ciclo de investimentos e lucros do mercado dos concursos torna-se cada vez maior e mais forte. Um mercado bilionário.
Um levantamento feito em 2009, com base em dados da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílios, o PNAD, realizada pelo IBGE, estimou que todos os anos, cerca de dez milhões de brasileiros estejam estudando para prestar algum concurso público. A pesquisa levou em conta tanto aqueles que estão matriculados nos cursinhos preparatórios espalhados pelo país, como aqueles que se dedicam a estudar em casa. Isso significa que, na prática, 5% da população brasileira se prepara para conquistar uma vaga no serviço público.
Segundo o Ministério do Planejamento, só neste ano, devem ser preenchidas cerca de 20 mil vagas, apenas no âmbito do Poder Executivo Federal. Contando os concursos municipais e estaduais, cerca de 80 mil postos estão programados para serem abertos até 2012. O corte no orçamento da União, proposto pelo Ministério do Planejamento neste ano, tentou diminuir a oferta de vagas de concursos apenas para casos de real necessidade. Mesmo assim, grandes concursos como o dos Correios e o Banco do Brasil já saíram. E outros, como INSS e Polícia Federal estão com editais a postos.
Segundo o advogado e especialista na área de concursos, Valério Ribeiro, o fenômeno dos concursos é hoje uma via sem retorno. “Falar em diminuição de vagas, em diminuição de candidatos ou mesmo diminuição de concursos é um retrocesso que obviamente não ocorrerá”, afirma. Para Valério, o corte não afetou o mercado dos concursos neste ano. Ele cita uma única justificativa para isso: é necessária a contratação. “Mesmo que se segure ou retenha um pouco os investimentos, a necessidade de contratação é iminente, mais cedo ou mais tarde ela tem que ocorrer”, assegura Valério.
O mercado dos concursos gira em torno de investimentos dos candidatos em seus estudos, desde o pagamento de cursinhos, até a compra de material e as altas taxas de inscrição. Por outro lado, os cursinhos, as editoras e as bancas organizadoras lucram. A partir daí a escala de serviços comprados e oferecidos dentro deste setor se torna tão vasta que se perde a dimensão.
Com base na leitura do trecho apresentado, assinale a alternativa correta.
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Na Língua Portuguesa, a palavra “se” possui diversas funções. Assinale a alternativa em que a palavra “se” assume, respectivamente, a função de: pronome apassivador ou partícula apassivadora, índice de indeterminação do sujeito e pronome reflexivo.
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