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Boa notícia para os professores de Português do Fundamental 1 e 2: a BNCC mantém muitos dos princípios adotados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Um deles é a centralidade do texto e dos gêneros textuais. Isso quer dizer que o ensino de português precisa continuar contextualizado, articulado ao uso social da língua. No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais – popularizados pela democratização das tecnologias digitais – e as questões de multiculturalismo – uma demanda política da contemporaneidade.
Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/22/propostas-em-lingua-portuguesa-dabncc- focam-na-gramatica-e-nos-generos-digitais> Acesso em: 12/07/2019.
Acerca dos recursos de progressão e coesão textuais, pode-se afirmar que:
I – O pronome ‘deles’ em ‘um deles’ (linha 3) refere-se a ‘professores de Português’.
II – ‘Os dois documentos’ (linha 5) são os Parâmetros Curriculares Nacionais, já mencionados no primeiro período.
III – A locução adversativa ‘No entanto’ indica oposição das ideias expressas, no período iniciado pela locução, e no imediatamente anterior.
Está correto o que se afirma em:
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A oferta da educação bilíngue, em Libras, como primeira língua, e na modalidade escrita da Língua Portuguesa, como segunda língua, para surdos, na educação básica, pode ser efetivada de acordo com a Política Nacional da educação especial na perspectiva da educação inclusiva de 2008, no Decreto nº 5.626 de 2005 e na Lei brasileira de inclusão, nº 13.146 de 2015, em:
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Michel Abade de L’Epée se interessou pela instrução de surdos, a partir do momento em que se impressionou com a forma de comunicação de duas irmãs surdas e começou a aprender com essas meninas:
“ofereceu-lhes pão e obteve o sinal de COMER; água, e obteve o sinal de BEBER, apontando para os objetos em redor, aprendeu nomes que aplicavam a cada um deles [...] à medida que a turma foi crescendo, os sinais usados pelas duas irmãs [...] acabou por ser usada por todos os alunos de Epée [...]”. Por outro lado, Epée não entendia o fato de os seus alunos utilizarem uma verdadeira linguagem que podia servir para a sua instrução. Achava que tinha de dotar os sinais com gramática.
(LANE, 1992, p.107)
É correto afirmar, acerca da citação, que esse sistema metodológico seria denominada por L’Epée de:
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Albres (2013), no capítulo “Comunicação em Libras para além dos sinais”, pertencente à obra “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos”, contextualiza a possibilidade de que, ao “contar do gato na árvore, por exemplo, o sinalizador pode usar o corpo para expressar como sendo o gato, pode cruzar os braços como se fossem as patas, lamber as patas [...]” (p. 109). Esse recurso, empregado no processo da narrativa em Libras, é denominado de:
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De acordo com Campello (2008), considera-se Pedagogia visual aquela que:
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Leia o trecho:
1) Assista qualquer filme captando qualquer imagem e depois, traduza em língua de sinais para seus colegas surdos sem soletrar o nome desse elemento;
2)Visualize cada elemento e processe mentalmente a sua forma, movimento, textura, cores, e todas as características e detalhes que os envolvem. Depois, traduza para seus colegas não-surdos e surdos.
3) Treine sempre a datilologia, soletrando qualquer palavra ou frase, nas duas mãos. Comece com o lado direito, soletrando em ritmo lento e depois, troque para o lado esquerdo, fazendo com o mesmo ritmo. Depois, acelere o ritmo;
4) No espelho, treine a datilologia e depois faça com os seus colegas.
5) Filme e grave você traduzindo qualquer coisa em Libras, e depois faça sua auto-avaliação.
(CAMPELLO, 2008)
Os exemplos das técnicas apresentadas, acima, para aprender a língua de sinais estão relacionados a:
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Leia o trecho da cartilha “Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com surdez” de autoria de Damázio
(2007, p. 29):
“O Atendimento Educacional Especializado em Libras fornece a base conceitual dessa língua e do conteúdo curricular estudado na sala de aula comum, o que favorece ao aluno com surdez a compreensão desse conteúdo. Nesse atendimento há explicações das ideias essenciais dos conteúdos estudados em sala de aula comum. Os professores utilizam imagens visuais e quando o conceito é muito abstrato recorrem a outros recursos, como o teatro, por exemplo.”
Acerca do trecho é correto afirmar que se trata de práticas didático-pedagógicas:
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Mário, 14 anos, pretende obter vaga para o 7º ano na escola de Ensino Fundamental e Médio Y, da rede pública, a mesma que seu irmão Júlio, 16 anos, obteve vaga para o 1º ano do Ensino Médio. A referida escola fica próxima à residência dos irmãos, entretanto, Mário foi informado de que não teria a vaga garantida no mesmo estabelecimento de seu irmão Júlio. Considerando as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente e das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, é correto afirmar que:
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Lobato (2017), no capítulo “A disciplina Libras no ensino superior: estratégias de ensino como segunda língua para acadêmicos ouvintes” da obra “Educação especial no ensino superior”, destaca que “na intenção de ofertar um ensino de segunda língua que proporcione aos acadêmicos interações significativas, algumas estratégias estão sendo desenvolvidas no âmbito dos cursos de licenciatura” (p. 46). Nesse ínterim, o autor apresenta o ensino da Língua Brasileira de Sinais para acadêmicos ouvintes, mediante as seguintes estratégias metodológicas:
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Lacerda, Santos e Caetano (2013), no capítulo “Estratégias metodológicas para o ensino de alunos surdos”, pertencente à obra “Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos”, asseveram que pretendem realçar “a necessidade de um bom planejamento que busque práticas de ensino adequadas à realidade do aluno surdo” (p. 192). Nesse sentido, quanto ao planejamento e execução das atividades, as autoras afirmam que:
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