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Foram encontradas 706 questões.

2454607 Ano: 2013
Disciplina: Libras
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A Lei Federal nº. 10.436/02, de 24/04/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, preconiza que deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil,
 

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2454565 Ano: 2013
Disciplina: Libras
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Nas Línguas de sinais, as características apresentadas pelo locutor, que mostram que a frase está na forma exclamativa, são:
 

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2454558 Ano: 2013
Disciplina: Arquivologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Assinale a alternativa cujos sistemas de classificação de documentos estão todos CORRETOS.
 

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2454550 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Os equipamentos dos laboratórios didáticos devem ser desligados ao final do uso.
Assinale a alternativa que representa vantagens desse procedimento.
 

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2454534 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Com relação aos sistemas de classificação, podemos dizer que os mais utilizados pelas bibliotecas são
 

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2454532 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Levando em consideração os tipos de contratos realizados pelas empresas organizadoras de eventos, é CORRETO afirmar que
 

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2454531 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Leia o texto para responder a questão.
DINOS
Martha Medeiros
É um mundo estranho este. De repente, começaram a ser apresentados fósseis de animais pré-históricos descobertos recentemente no estado. Parece até coisa de novela. Primeiro foram as ossadas encontradas em São Gabriel, agora as de Dona Francisca. E eu que achava que os nossos mais antigos ancestrais eram os açorianos. Pois soube agora que tivemos Tiarajudens e Decuriasuchus residentes. Tivemos, e ainda temos.
Estou só esperando tocarem a campainha aqui de casa. Posso imaginar os paleontólogos entrando com suas escovinhas e pás, buscando embaixo do meu porcelanato algum resíduo de esqueleto. “Soubemos que dinossauros habitaram esse pedaço de chão milhões de anos atrás, exatamente aqui, onde a senhora vive.” E eu responderei muito circunspecta: “Habitaram, não. Habita ainda. Muito prazer”.
Sou uma dinossaura gaúcha.
Outro dia, num encontro entre amigas, me xingaram por não estar no Facebook. Em vez de uma liberdade de escolha, consideraram minha ausência uma afronta. Não estar no Facebook significa que você é uma esnobe com mania de ser diferente. Mas não é nada disso, tenho um bom argumento de defesa: é que me sinto obrigada a dar retorno a todos os contatos que recebo e, se entrar no Facebook, somando os e-mails que recebo (sim, e-mails – é condizente com minha espécie) não terei paz. Sou uma dinossaura. Relevem.
Eu ainda uso aparelho celular com teclas. Poderia ter um iPad, um tablet ou qualquer outro equipamento de última geração lançado dois minutos atrás, mas gosto do meu telefone simplificado, que só serve para fazer e receber chamadas e torpedos (eu ainda chamo de torpedo, e não de SMS). Não leio mensagens fora de casa. Dinossaura.
Lembram quando comentei outro dia sobre a entrevista que fiz com a Patrícia Pillar? A revista que me contratou me ofereceu um gravador. Aceitei. E pedi: não esqueçam de mandar as fitas! É um mistério terem mantido a missão que me confiaram. Gravador digital era coisa que eu ainda não tinha manuseado. Poderia ter gravado a conversa pelo celular também. Mas vocês sabem: não se extraem os resíduos paleolíticos do DNA assim no mais.
Outro dia contei pro escritor Fabrício Carpinejar que, quando estou no escuro do cinema, durante a projeção, costumo anotar nas folhas do talão de cheque as frases que me tocam durante o filme. Ele ficou bege. “Tu usa cheque???”.
E ainda acredito no amor. Podem me empalhar.
In: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. Porto Alegre, RS: LP & M, 2011. Adaptado.
A crônica Dinos aborda, como tema global,
 

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2454511 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Considerando as relações de tensão e corrente de um transformador ideal, calcule a corrente I1, sabendo que N1=6220 espiras, N2=622 espiras e R2=1kΩ.
Enunciado 2786683-1
 

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2454495 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Quanto ao efeito corona comum em linhas de transmissão, é CORRETO afirmar que
 

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2454469 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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TEXTO
A genética fracassou?
Escrever o manual de instruções de uma pessoa: esse era o objetivo dos cientistas que começaram, em 1990, a mapear e sequenciar o genoma humano. Um trabalho duro. A chave para desvendar nosso corpo estava em um código formado por milhares de genes, cada um deles com uma função definida – e completamente desconhecida. Com um mutirão de cientistas e computadores potentes, no entanto, o mundo achou que chegara a hora de entender tudo: por que ficamos doentes, nascemos com cabelos lisos ou crespos, sentimos mais ou menos dor do que os amigos. Entender por que uma pessoa funciona do jeito que funciona.
Seria uma obra revolucionária para a saúde do homem. Saberíamos com antecedência que doenças nos afetariam no futuro. Desligando genes que causam disfunções e ligando aqueles responsáveis pelo conserto, seria mínimo o risco de sofrermos de males hereditários. Acreditando nisso, o mundo comemorou quando o mapeamento do genoma humano foi apresentado em 2000, quase completo. Em coisa de 10 anos, diziam os líderes do projeto, viveríamos melhor. E mais.
Os 10 anos passaram e o que foi prometido não aconteceu. Seu médico, leitor, ainda não sabe por que exatamente o câncer afeta pessoas saudáveis de repente. Nem prescreve remédios feitos só para você, de acordo com seu genoma. Mas por que a pesquisa genética fracassou em suas promessas? E uma pergunta mais importante: ainda tem chance de dar certo? (...)
João Vito Cinquepalmi, setembro de 2010.
Disponível em< http://super.abril.com.br/ciencia/genetica-fracassou-598852.shtml>.
Acesso em 10/08/13, às 9h10min . (texto com adaptações)
“Acreditando nisso, o mundo comemorou...”
As ações verbais do enunciado acima expressam, respectivamente, ideias de
 

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