Foram encontradas 50 questões.
A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
Leonardo Assis
Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
Leonardo Assis
Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
Neste momento, em que[1] um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde[2] diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo quando individual, tem reflexos coletivos.
Em relação ao termos em destaque, é correto afirmar:
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
Leonardo Assis
Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
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A palavra em destaque é classificada como uma
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Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
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pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas, percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
Em relação às orações em destaque, é correto afirmar:
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
Leonardo Assis
Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
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Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
[...] pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo quando individual, tem reflexos coletivos.
Sobre questões relacionadas à regência, é correto afirmar:
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Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
pelas escolares e, mais recentemente, chegando àquelas previstas nos empreendimentos do programa Minha
Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o profissional leva para encarar o cenário real de sua prática.
Sobre a pontuação do excerto, é correto afirmar:
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Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
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Nos últimos 30 anos, temos acompanhado a criação de leis relacionadas às bibliotecas públicas, passando
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Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
Além das leis, precisamos promover o desejo por bibliotecas
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Casa, Minha Vida. Essas medidas buscam garantir espaços legítimos de existência e atuação para as bibliotecas.
Esse crescimento do interesse pela instituição é fruto do trabalho de muitos profissionais que lutam para criar
espaços de fruição da informação e, consequentemente, da cultura em nossa sociedade.
Iniciativas como essas são fundamentais. Elas expressam posicionamentos estratégicos para assegurar que a
população tenha acesso a ambientes propícios ao desenvolvimento pleno do ser. Esses guerreiros, como gosto de
chamá-los, são aqueles que compreenderam e valorizam o poder transformador das bibliotecas na vida em
sociedade.
Neste momento, em que um mínimo legal foi e está sendo garantido, é necessário que a sociedade
compreenda a importância das bibliotecas, ou melhor, da informação, para a sua vida, tanto no aspecto material
quanto simbólico. Só esse espaço plural, onde diferentes discursos coexistem e o autoritarismo não encontra
lugar, pode levar a sociedade à compreensão das desigualdades e à busca por uma prosperidade que, mesmo
quando individual, tem reflexos coletivos.
O grande desafio atual, no processo de institucionalização das leis sobre bibliotecas, é tornar esses espaços
relevantes e significativos para os contextos em que estão inseridos. E isso exige uma formação profissional na
área de biblioteconomia e de estudos da informação que vá além da técnica e abrace o contexto social.
Apenas um olhar atento às comunidades atendidas poderá transformar essa realidade, fazendo com que leis e
decretos deixem de ser apenas formalidades para se tornarem ações concretas. É assim que as bibliotecas,
especialmente as públicas e escolares, podem assumir um papel protagonista em nossa sociedade.
Ao olharmos para a história da humanidade, da Mesopotâmia às redes de informação contemporâneas,
percebemos que o desenvolvimento das nações sempre esteve ligado ao fortalecimento de suas instituições de
informação. Esse ensinamento nos coloca diante de um momento ímpar. Se já temos leis que favorecem as
bibliotecas, por que elas ainda não se tornaram plenamente efetivas?
A resposta, ainda que parcial, é clara: falta engajamento. A atuação profissional no campo das bibliotecas
ainda é falha em muitos contextos. É preciso reduzir o tempo, aqui entendido como o tempo de formação, que o
profissional leva para encarar o cenário real de sua prática. E essa formação não pode se restringir a métodos e
formas; ela precisa instigar o desejo. Um desejo que seja coletivo, que nasça da comunidade, e não apenas da
atuação isolada de um profissional diante de um acervo que, por si só, não tem valor.
Profissionais, é preciso buscar a instalação desse desejo por bibliotecas em nossas comunidades. E esse
desejo vem a partir do momento em que a sociedade percebe que os ganhos, não apenas no sentido material, são
muitos quando proporcionados por uma biblioteca.
Disponível em: https://jornal.usp.br/. Acesso em: 01 set. 2025.
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A nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos, Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, ao tratar dos agentes
públicos designados para desempenhar as funções essenciais à sua execução, exige que esses agentes
preencham alguns requisitos. Dessa forma, entre os requisitos estabelecidos pela Lei para que uma pessoa
possa exercer a função de agente de contratação, estão:
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