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Foram encontradas 50 questões.

3040954 Ano: 2017
Disciplina: Educação Artística
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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O ensino da arte no Brasil é marcado pelo hibridismo de concepções e de tendências formativas entre as quais estão:

 

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3040953 Ano: 2017
Disciplina: Educação Artística
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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Conforme o Parâmetro Curricular Nacional (PCN: Arte), sobre o histórico do ensino da Arte no Brasil e perspectivas, analise as alternativas dadas e marque a incorreta.

 

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2632464 Ano: 2017
Disciplina: Educação Artística
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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Sobre a prática educativa em Arte desenvolvida no Brasil a partir dos anos de 1980, analise as características a seguir.

I. Proposta triangular: fazer, apreciar e contextualizar arte.

II. Pedagogia das afecções: paixão do experimentar em profundidade, conjunção de práticas pedagógicas e práticas estéticas.

III. Teoria rizomática: ensino da Arte que constrói o conhecimento em rede sem hierarquização, numa articulação ciência e sensibilidade.

IV. Escolinha de Arte do Brasil: foco nas distintas expressões artísticas, inclusão de elementos da arte popular e do folclore.

Indique a alternativa correta.

 

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2632459 Ano: 2017
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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O multiculturalismo, como visão de mund, vem contribuir para que os “outros” (que compõem a sociedade) sejam percebidos a partir de suas diferenças e de seus valores, e propõe que as pessoas superem seus preconceitos que notadamente reforçam as desigualdades presentes no interiror de uma sociedade e fora dela. Na Educação, a perspectiva multiculturalista surgiu a partir dessa nova consciência sobre a divesidade cultural da humanidade.

Fonte: Ensino de Arte e a Educação para o século 21. Instituto Ayrton Senna (2014: 100).

Maria Lívia de Castro e Paulo Emílio de Castro Andrade (Orgs).

Considerando o texto acima e as práticas de ensino no campo das artes cênicas, analise as afirmações a seguir e marque a alternativa correta.

I. Os jogos populares de movi mento, ciranda, amarelinha, folguedos e cantigas tradicionais são fontes de pesquisa, pois compõem a riqueza cultural dos povos, constituindo importante material para aprendizagem da dança e do teatro.

II. Espera se que as práticas de encenação contemplem rela ções entre a comunidade, as brincadeiras e os costumes culturais das crianças e dos jovens.

III. Os trabalhos de Intervenção urbana e Performance estão de acordo com as práticas de ensino da arte contemporânea, e devem necessariamente abarcar temas transvers ais como família, escola, sexualidade, tráfico de entorpecentes e violência.

IV. As práticas artísticas populares como o Cordel, o Maracatu e o Bumba meu boi devem ser priorizadas no ensino da arte ante as manifestações da cultura de massa como o Grafite, o Hip Hop e o Funk.

V. O Teatro do Invisível, uma das vertentes do Teatro do Oprimido, concebido pelo dramaturgo Augusto Boal, pode ser considerado tanto uma intervenção urbana quanto uma prática cênica calcada na perspectiva multiculturalista.

 

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Sobre dispositivos de entrada e de saída, escolha a alternativa que apresente um dispositívo de entrada e um de saída, nesta ordem.
 

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Utilizando-se do navegador Firefox, versão 52, responda.

Pedro, ao acessar um sítio na internet, percebeu que as palavras com acentuação apresentavam caracteres estranhos, dificultando o entendimento. Em qual das alternativas abaixo está a opção que permite ao usuário alterar a codificação de texto?

 

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Texto I

O gigolô das palavras

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa a revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então, vamos em frente. Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são indispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Certo? O importante é comunicar. (E quando possível, surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

Claro que não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em português. Mas – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo de escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem um mínimo de respeito.

Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas? Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade. 4. ed. São Paulo: Ática, 1995. p. 14-15.

Um texto não é uma sequência de frases isoladas, mas uma unidade linguística (KOCH, 2005). Para que uma sequência de frases se torne um texto, alguns elementos ou fatores são imprescindíveis, tais como a coerência e a coesão. Sobre isso, marque a alternativa correta.

I. Coeso é o texto em que as partes estão interligadas pelo emprego de conectivos linguísticos adequados.

II. Coerência está diretamente ligada à possiblidade de estabelecer um sentido para o texto.

III. Um texto sem coesão é um texto incoerente, pois a coesão é condição única para se estabelecer a coerência.

IV. Coesão indica a relação, a ligação ou conexão entre as palavras, frases ou partes do texto.

V. O nosso conhecimento de mundo desempenha papel decisivo no estabelecimento da coesão.

 

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Texto I

O gigolô das palavras

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa a revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então, vamos em frente. Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são indispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Certo? O importante é comunicar. (E quando possível, surpreender, iluminar, divertir, comover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura.

Claro que não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em português. Mas – isto eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que os outros já fizeram com elas. Se bem que não tenha também o mínimo de escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem um mínimo de respeito.

Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção de lexicógrafos, etimologistas e colegas? Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda.

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Celso Pedro. Língua e Liberdade. 4. ed. São Paulo: Ática, 1995. p. 14-15.

Marque a alternativa correta com relação às regras de acentuação das palavras:

I. área, princípios, múmia, inocência, matéria são acentuadas porque são paroxítonas terminadas em ditongo crescente.

II. saída, escrúpulo, mínimo, português são acentuadas porque são proparoxítonas.

III. pé, gigolô, público, indispensável recebem acento por serem oxítonas.

IV. português, até, roubá-las, gigolô recebem acento porque são oxítonas terminadas em A, E e O.

V. saída é acentuada, pois o I é a única vogal na sílaba formando um hiato.

 

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Qual das assertivas abaixo apresenta, corretamente, um nome válido para um arquivo no MS-Windows 7?
 

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Antônio utiliza o programa LibreOffice Calc, versão 5.2, para elaboração de planilhas. Ele deseja fixar a primeira coluna de sua planilha. Dentre as alternativas abaixo, escolha a que apresenta corretamente a opção a ser escolhida por Antônio.
 

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