Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

183604 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

O OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA APRESENTA UMA ENTREVISTA DE ALBERTO DINES COM O SOCIÓLOGO POLONÊS ZYGMUNT BAUMAN

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em entrevista especial para o Observatório da Imprensa, confessou: “o que aprendi com o Google é que nunca saberei o que eu deveria saber”. Uma crítica explícita ao nosso sistema fragmentado de absorção de informações. Para ele, “o Google tem a maior biblioteca do mundo. Mas não é a maior biblioteca de livros, é a maior biblioteca de trechos, de citações, de partes e pedaços desconectados”.

O autor de 35 livros publicados no Brasil ao longo de 26 anos, em sua rápida passagem no Rio de Janeiro em 2015, a convite do Educação 360, conversou com o apresentador Alberto Dines sobre filosofia, comunicação e, sobretudo, humanismo. Ele se apresenta como sociólogo, mas afirma que parou de escrever há 25 anos para outros sociólogos, o que lhe interessa são os problemas das pessoas comuns e fica feliz ao dizer que com isso eliminou os intermediários.

O criador do conceito de liquidez aborda também questões da Europa e do Brasil. Ele se mostrou surpreso com os avanços sociais, apesar dos problemas que enfrentamos, e declarou: “representantes de 66 governos do mundo vieram para o Rio de Janeiro para se consultarem, para aprenderem sobre a experiência de retirar 22 milhões de pessoas da pobreza. Ninguém mais repetiu esse milagre, apenas o Brasil até agora.”.

Disponível em: <http://tvbasil.ebc.com.br/observatorio> Acesso em 04/11/2016 (adaptado).

Sabe-se que cada usuário da língua possui liberdade no momento de escolher entre uma ou outra forma de se transmitir uma mensagem, indo desde elaborações sintáticas mais simples até mais complexas, ou até mesmo optando por enunciados não verbais. Tem-se como exemplo de uma estrutura frasal nominal o fragmento apresentado na opção:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183600 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

SARNA PARA SE COÇAR

A palavra “estresse” virou uma grande vilã dos tempos modernos. Injustamente, eu diria – porque o estresse não é uma coisa só. Para começar, deve-se separar o estresse (um problema a resolver) da resposta ao estresse (as mudanças que o cérebro orquestra no corpo, e nele mesmo, para resolver o problema). E como gostamos de um problema! A resposta aguda, imediata, ao estresse – a atenção aumentada, a maior disposição, a mobilização de reservas de energia e a sensação de força que vem com ela – tem tudo para ser uma grande aliada, pois aumenta nossas chances de resolver o problema da vez.

Até a resposta dada agora ao problema de amanhã (o relatório a entregar, a conta por pagar), mais conhecida pelo nome de “ansiedade”, tem lá suas vantagens: começando a nos preocupar agora, temos mais chances de nos lembrar do problema a resolver e ainda ganhamos um tempo para pensar em estratégias e alternativas.

O lado ruim do estresse surge quando, apesar de toda a preparação de cérebro e corpo para resolver o assunto, o problema não some. Assim, o estresse torna-se crônico: abusos físicos ou verbais, a falta de dinheiro que não se resolve, a doença que não cede, a solidão. Nesses casos em que suas tentativas iniciais falharam, o cérebro, sem controle da situação, muda de estratégia e, ao invés de usar as reservas disponíveis, passa a armazená-las. Aqui, sim, a resposta crônica ao estresse torna-se nociva, com acúmulo de gordura, hipertensão, desgaste mental e risco aumentado de transtornos de humor e de ansiedade.

Mas a maior parte dos estresses da vida são pequenos e, sobretudo, voluntários.

E como gostamos de arranjar pequenos problemas para resolver! Ao nosso alcance, nem fáceis demais nem difíceis demais, os problemas que nós mesmos nos colocamos nos deixam no controle da situação – algo que o cérebro adora. Não é surpresa que seja tão difícil ficar à toa. Por que mais compraríamos palavras cruzadas ou revistinhas de lógica para resolver no ônibus ou no avião, ou montaríamos quebra cabeças, se não pelo prazer de ter um problema para resolver? O cérebro, pelo visto, adora arranjar sarna para se coçar...

HERCULANO-HOUZEL, Suzana. Jornal Folha de S.Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2805200909.htm> Acesso em 04/11/2016 (adaptado).

Há certos recursos da linguagem – pausa, melodia, entonação e até mesmo silêncio – que só estão presentes na oralidade. Na linguagem escrita, para substituir tais recursos usamos os sinais de pontuação. Atente às considerações abaixo acerca da redação do texto proposto:

I) O emprego das aspas nesse texto foi realizado, em ambas as situações, por razões semânticas e gramaticais distintas.

II) A construção oracional que aparece entre os travessões está, semanticamente, na função de apresentar as reações imediatas dadas pelo cérebro diante do estresse.

III) Os dois-pontos têm a função de trazer, na sequência, o argumento sobre a vantagem de uma pessoa ter ansiedade.

IV) O trecho “o cérebro, sem controle da situação, muda de estratégia” poderia ser corretamente escrito sem o uso de ambas as vírgulas, não havendo qualquer alteração semântica ou sintática.

V) O uso do ponto de exclamação traduz a carga emotiva da autora do texto ao expor sua opinião acerca do assunto abordado.

Estão CORRETAS as assertivas expostas nos itens:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183597 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

O OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA APRESENTA UMA ENTREVISTA DE ALBERTO DINES COM O SOCIÓLOGO POLONÊS ZYGMUNT BAUMAN

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em entrevista especial para o Observatório da Imprensa, confessou: “o que aprendi com o Google é que nunca saberei o que eu deveria saber”. Uma crítica explícita ao nosso sistema fragmentado de absorção de informações. Para ele, “o Google tem a maior biblioteca do mundo. Mas não é a maior biblioteca de livros, é a maior biblioteca de trechos, de citações, de partes e pedaços desconectados”.

O autor de 35 livros publicados no Brasil ao longo de 26 anos, em sua rápida passagem no Rio de Janeiro em 2015, a convite do Educação 360, conversou com o apresentador Alberto Dines sobre filosofia, comunicação e, sobretudo, humanismo. Ele se apresenta como sociólogo, mas afirma que parou de escrever há 25 anos para outros sociólogos, o que lhe interessa são os problemas das pessoas comuns e fica feliz ao dizer que com isso eliminou os intermediários.

O criador do conceito de liquidez aborda também questões da Europa e do Brasil. Ele se mostrou surpreso com os avanços sociais, apesar dos problemas que enfrentamos, e declarou: “representantes de 66 governos do mundo vieram para o Rio de Janeiro para se consultarem, para aprenderem sobre a experiência de retirar 22 milhões de pessoas da pobreza. Ninguém mais repetiu esse milagre, apenas o Brasil até agora.”.

Disponível em: <http://tvbasil.ebc.com.br/observatorio> Acesso em 04/11/2016 (adaptado).

A sociedade atual é marcada por ferramentas de comunicação que propiciam uma agilidade até então sem igual quando se buscam ou se publicam informações. Pelas declarações dadas pelo sociólogo entrevistado Zygmunt Bauman, pode-se inferir que ele

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183592 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

CARTA

Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amarelecida, Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria...

Eu tenho um medo

Horrível

A essas marés montantes do passado,

Com suas quilhas afundadas, com

Meus sucessivos cadáveres amarrados aos mastros e gáveas...

Ai de mim,

Ai de ti, ó velho mar profundo,

Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!

Mário Quintana

O texto possui uma forte carga emotiva, construída por diversas metáforas, traduzindo o mundo interior do “eu” do poema. Têm-se como expressões metafóricas todas as abaixo apresentadas, À EXCEÇÃO DE

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183589 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

CARTA

Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amarelecida, Rasguei-a sem procurar ao menos saber de quem seria...

Eu tenho um medo

Horrível

A essas marés montantes do passado,

Com suas quilhas afundadas, com

Meus sucessivos cadáveres amarrados aos mastros e gáveas...

Ai de mim,

Ai de ti, ó velho mar profundo,

Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios!

Mário Quintana

Das assertivas abaixo, apenas uma NÃO condiz com as depreensões do texto acima. Assinale-a.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183587 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

SARNA PARA SE COÇAR

A palavra “estresse” virou uma grande vilã dos tempos modernos. Injustamente, eu diria – porque o estresse não é uma coisa só. Para começar, deve-se separar o estresse (um problema a resolver) da resposta ao estresse (as mudanças que o cérebro orquestra no corpo, e nele mesmo, para resolver o problema). E como gostamos de um problema! A resposta aguda, imediata, ao estresse – a atenção aumentada, a maior disposição, a mobilização de reservas de energia e a sensação de força que vem com ela – tem tudo para ser uma grande aliada, pois aumenta nossas chances de resolver o problema da vez.

Até a resposta dada agora ao problema de amanhã (o relatório a entregar, a conta por pagar), mais conhecida pelo nome de “ansiedade”, tem lá suas vantagens: começando a nos preocupar agora, temos mais chances de nos lembrar do problema a resolver e ainda ganhamos um tempo para pensar em estratégias e alternativas.

O lado ruim do estresse surge quando, apesar de toda a preparação de cérebro e corpo para resolver o assunto, o problema não some. Assim, o estresse torna-se crônico: abusos físicos ou verbais, a falta de dinheiro que não se resolve, a doença que não cede, a solidão. Nesses casos em que suas tentativas iniciais falharam, o cérebro, sem controle da situação, muda de estratégia e, ao invés de usar as reservas disponíveis, passa a armazená-las. Aqui, sim, a resposta crônica ao estresse torna-se nociva, com acúmulo de gordura, hipertensão, desgaste mental e risco aumentado de transtornos de humor e de ansiedade.

Mas a maior parte dos estresses da vida são pequenos e, sobretudo, voluntários.

E como gostamos de arranjar pequenos problemas para resolver! Ao nosso alcance, nem fáceis demais nem difíceis demais, os problemas que nós mesmos nos colocamos nos deixam no controle da situação – algo que o cérebro adora. Não é surpresa que seja tão difícil ficar à toa. Por que mais compraríamos palavras cruzadas ou revistinhas de lógica para resolver no ônibus ou no avião, ou montaríamos quebra cabeças, se não pelo prazer de ter um problema para resolver? O cérebro, pelo visto, adora arranjar sarna para se coçar...

HERCULANO-HOUZEL, Suzana. Jornal Folha de S.Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2805200909.htm> Acesso em 04/11/2016 (adaptado).

Uma das premissas para se obter um texto bem escrito é evitar a repetição de palavras, a fim de torná-lo mais dinâmico e de leitura agradável. Para tanto, são utilizados diversos recursos gramaticais, dentre os quais os elementos de coesão.

Abaixo estão transcritos fragmentos do texto com alguns desses elementos coesivos destacados. Na sequência, apresentam-se corretamente os termos a que esses elementos se referem, EXCETO em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183581 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

SUSTENTABILIDADE

O termo “sustentabilidade” tem sido muito utilizado, fazendo referência às diversas formas de se manter a preservação ambiental, com bases não predatórias, aproveitando, através de recursos próprios, os materiais já existentes, como os lixos que podem ser reciclados.

Segundo o relatório de Brundtland, de 1987, sustentabilidade significa “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.

Dentro dessa linha de pensamento, pesquisadores desenvolveram técnicas de reaproveitamento que valorizam as produções, estimulando as atitudes ecologicamente corretas, desde uma vizinhança até o âmbito mundial.

Mas não basta ser somente ecologicamente correto. Para ser considerado como sustentável, um empreendimento deve ainda conter atitudes que visem ser socialmente justas, culturalmente aceitas e economicamente viáveis.

Alguns cursos universitários estão voltados para a sustentabilidade, ampliando suas pesquisas. (...)

A agricultura também se voltou para a questão da sustentabilidade, visando à conservação do meio ambiente, criando as comunidades agrícolas bem como as suas unidades lucrativas. Nessa perspectiva são consideradas tanto as práticas voltadas para os lucros dos agricultores, bem como as vantagens que trazem para os consumidores, como a agricultura orgânica de alta qualidade.

Engenharia florestal era um campo que atuava nas empresas de carvão, celulose e madeira, mas hoje traz a preocupação com o desenvolvimento sustentável, defendendo as unidades de conservação, fiscalizando as empresas privadas e o uso das áreas ambientais, além de proporcionar a formação de áreas florestais em áreas rurais de pequeno e médio porte.

Porém, em face da demanda e da necessidade do mercado de trabalho, ainda foram criados cursos para promover o desenvolvimento sustentável, como Gestão Ambiental, Controle Ambiental e Saneamento Ambiental, favorecendo um ambiente urbano ecologicamente equilibrado.

Disponível em: <http://www.brasilescola.com/educacao/sustentabilidade.htm> Acesso em 03/11/2016 (adaptado)

A escrita, assim como a fala, permite várias possibilidades de formulação de um enunciado. Quando, nessa construção, empregamos um verbo, criamos estruturas sintáticas que, gramaticalmente, são consideradas organizadas em ordem direta ou indireta.

Tem-se como exemplo de construção oracional feita em ordem DIRETA o fragmento apresentado na opção:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
183580 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IFB
Orgão: IFB
Provas:

O OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA APRESENTA UMA ENTREVISTA DE ALBERTO DINES COM O SOCIÓLOGO POLONÊS ZYGMUNT BAUMAN

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em entrevista especial para o Observatório da Imprensa, confessou: “o que aprendi com o Google é que nunca saberei o que eu deveria saber”. Uma crítica explícita ao nosso sistema fragmentado de absorção de informações. Para ele, “o Google tem a maior biblioteca do mundo. Mas não é a maior biblioteca de livros, é a maior biblioteca de trechos, de citações, de partes e pedaços desconectados”.

O autor de 35 livros publicados no Brasil ao longo de 26 anos, em sua rápida passagem no Rio de Janeiro em 2015, a convite do Educação 360, conversou com o apresentador Alberto Dines sobre filosofia, comunicação e, sobretudo, humanismo. Ele se apresenta como sociólogo, mas afirma que parou de escrever há 25 anos para outros sociólogos, o que lhe interessa são os problemas das pessoas comuns e fica feliz ao dizer que com isso eliminou os intermediários.

O criador do conceito de liquidez aborda também questões da Europa e do Brasil. Ele se mostrou surpreso com os avanços sociais, apesar dos problemas que enfrentamos, e declarou: “representantes de 66 governos do mundo vieram para o Rio de Janeiro para se consultarem, para aprenderem sobre a experiência de retirar 22 milhões de pessoas da pobreza. Ninguém mais repetiu esse milagre, apenas o Brasil até agora.”.

Disponível em: <http://tvbasil.ebc.com.br/observatorio> Acesso em 04/11/2016 (adaptado).

Abaixo estão apresentadas algumas considerações acerca dos aspectos gramaticais do texto proposto, contudo uma está EM DESACORDO. É o que se declara na opção:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Quanto à previsão da Lei nº 9394/96, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Com base na Lei nº 8.112/90, assinale a alternativa CORRETA:

Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas