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A possibilidade de ocorrência de recalques diferenciais perigosos, causadores de fissuras na estrutura de concreto, deverá ser discutida entre o calculista e o arquiteto, para que possam aumentar a flexibilidade do edifício por meio de recursos como a criação de juntas na estrutura e a desvinculação de paredes.
Assinale a alternativa que indica o caso em que deverão ser criadas juntas na estrutura.
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As fundações em superfície, em que a carga é transmitida predominantemente pela pressão distribuída sob a base da fundação, precisam ser definidas por dimensionamento geométrico e cálculo estrutural.
No dimensionamento geométrico, deve-se considerar as solicitações de cargas
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Uma das estratégias para se conseguir um edifício com boa ventilação e um controle eficiente, consiste em
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Nos estudos realizados em nível de vento, foram identificados alguns efeitos aerodinâmicos, decorrentes da forma do edifício ou de seu entorno, que podem favorecer ou prejudicar a ventilação dos mesmos. No caso em que o edifício, devido à sua geometria aerodinâmica, não oferece grande resistência à passagem do vento, por ter superfícies irregulares que dissipam a energia do vento em todas as direções, o efeito é denominado de
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Os canteiros de obra têm de dispor, obrigatoriamente, de instalação sanitária, vestiário e local de refeições. Se houver preparo de refeições, deverão ter cozinha e, ainda, se houver trabalhadores alojados, deverão incluir alojamento, lavanderia e área de lazer. A instalação sanitária, local destinado ao asseio corporal e/ou ao atendimento das necessidades fisiológicas de excreção, requer características específicas, tais como
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Em conformidade com o Código de Obras do Município do Rio de Janeiro, o dimensionamento dos degraus será feito de acordo com a
fórmula 2A + B = 0,63m, onde A é a altura do espelho do degrau e B a profundidade do piso, sendo a altura máxima igual a 0,185m. Nas escadas de uso coletivo, o número máximo de degraus consecutivos não deve exceder dezesseis quando, então, será necessário intercalar um patamar com a extensão mínima de 0,80m.
Com base na legislação e, considerando-se que será utilizada a altura máxima do degrau, a menor projeção horizontal de uma escada de ligação entre dois pavimentos que têm de piso a piso a distância de 3,33m será de
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Para se determinar as linhas de off-set (lugar geométrico dos pontos de encontro do talude com a superfície original do terreno) de um terreno, em que se construirá uma plataforma retangular horizontal, numa cota específica e, sabendo-se que o intervalo entre as curvas de níveis é de 1m, que o declive do talude de cota é 1/1 e o do talude de aterro de 2/5, deve-se considerar que
I. no talude de corte, cujo aclive é 1/1, cada curva de nível vencida representará, para cada 1m na vertical, o deslocamento de 1m na horizontal.
II. no talude de aterro, com a inclinação de 2/5, adequando-a, proporcionalmente, ao intervalo das curvas de nível, tem-se que, para cada 1m na vertical, desloca-se 2,5 m na horizontal.
III. sendo a plataforma em retângulo horizontal, as curvas de nível dos seus taludes são retas transversais aos seus lados, sendo a distância entre estas retas determinada pelos declives dos taludes de corte e aterro.
Assinale:
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A existência de uma câmara de ar em coberturas leves, porém isolantes, é uma solução econômica e eficiente para o problema de transmissão de calor através da cobertura, tornando o forro indispensável.
Nos climas quentes e úmidos, a câmara deve ser ventilada porque
I. a variação da temperatura diurna e noturna é maior do que a dos climas quentes e secos.
II. a quantidade de calor transmitida pela cobertura terá uma redução proporcional.
III. o isolamento do calor, sem armazená-lo, é prejudicial à manutenção do conforto térmico das edificações.
Assinale:
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O método de levantamento planimétrico que consiste em se fazer uma poligonal aberta ou fechada no terreno, para se medirem seus ângulos e distâncias, em que os ângulos devem ser lidos em duas posições (direta e inversa) do aparelho apropriado e as distâncias podem ser lidas com o distanciômetro, trena ou pela taquiometria, denomina-se
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
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