Foram encontradas 340 questões.
994670
Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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O barramento AGP, muito utilizado para conexão de placas de vídeo 3D de alto desempenho, foi substituído por uma outra tecnologia ou arquitetura conhecida como:
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De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, as previsões de receita considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, bem como da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, mais a metodologia de cálculo e premissas utilizadas. Nesse sentido, a reestimativa de receita, por parte do Poder Legislativo, só será admitida:
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A sequência de figuras a seguir apresenta números naturais que estão relacionados por operações matemáticas elementares. Seguindo a mesma lógica das três primeiras figuras, o número que deve substituir a interrogação que aparece na quarta figura, é:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Está chegando o carnaval. Antigamente o carnaval vinha aos poucos, junto com as cigarras e o imenso verão, com as marchinhas de rádio que aprendíamos a cantar. Hoje, o carnaval se anuncia como um prenúncio de calamidade pública, uma “selva de epiléticos”, com massas se esmagando para provar nossa felicidade. A alegria natural do brasileiro foi transformada em produto.
Hoje em dia é proibido sofrer. Temos de “funcionar”, temos de rir, de gozar, de ser belos, magros, chiques, tesudos, em suma, temos de ter “qualidade total”, como os produtos. Para isso, há o Prozac, o Viagra, os uppers, os downers, senão nos encostam como mercadorias depreciadas.
O bode pós-moderno vem da insatisfação de estar aquém da felicidade prometida pela propaganda. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina. É impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Ninguém quer ser “sujeito”, com limites, angústias: homens e mulheres querem ser mercadorias sedutoras, como BMWs, Ninjas Kawasaki. E aí, toma choque, toma pílula, toma tarja preta. Só nos resta essa felicidade vagabunda, fetichizada em êxtases volúveis, famas de 15 minutos, fast fucks, raves sem rumo. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. “A depressão não é comercial”, lamentou um costureiro gay à beira do suicídio, mas que tinha de sorrir sempre, para não perder a freguesia.
O mercado nos satisfaz com rapidez sinistra: a voracidade, o tesão, o amor. E pensamos: eu posso escolher o filme ou música que quiser, mas, nessa aparente liberdade, “quem” me pergunta o que eu quero? A interatividade é uma falsificação da liberdade, pois ignora meu direito de nada querer. Eu não quero nada. Não quero comprar nada, não quero saber nada, quero ficar deprimido em paz.
Acho que a depressão tem grande importância para a sabedoria; sem algum desencanto com a vida, sem um ceticismo crítico, ninguém chega a uma reflexão decente. O bobo alegre não filosofa pois, mesmo para louvar a alegria, é preciso incluir o gosto da tragédia. (...)
No entanto, a melancolia, a consciência do tempo finito é o lugar de onde se contempla a beleza. Há uma conexão entre tristeza, beleza e morte. Só o melancólico cria a arte e pode celebrar a experiência do transitório resplendor da vida. A melancolia, longe de ser uma doença, é quase um convite milagroso para transcender a banalidade cotidiana e imaginar inéditas possibilidades de existência. Sem a melancolia, a terra congelaria num estado fixo. Mas permitimos que a melancolia floresça no coração, o universo, antes inanimado, ganha vida, subitamente. Regras finitas dissolvem-se diante de infinitas possibilidades. Mas, por que continuamos a desejar o inferno da satisfação total, a felicidade plena?
Por medo. Escondemo-nos atrás de sorrisos tensos porque temos medo de encarar a complexidade do mundo, seu mistério impreciso, suas terríveis belezas. Usamos uma máscara falsa, um disfarce para nos proteger deste abismo da existência.
(JABOR, Arnaldo. O Globo: 22/02/2011.)
As palavras empregadas no texto cujos prefixos manifestam a mesma ideia encontram-se na seguinte alternativa:
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Num curso de Serviço Social, o professor ministra a disciplina História do Serviço Social no Brasil. Um dos pontos abordados diz respeito à influência da Igreja Católica no surgimento da profissão. Nos anos 30 do século passado o desenvolvimento do Movimento Laico tem como um dos objetivos:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Está chegando o carnaval. Antigamente o carnaval vinha aos poucos, junto com as cigarras e o imenso verão, com as marchinhas de rádio que aprendíamos a cantar. Hoje, o carnaval se anuncia como um prenúncio de calamidade pública, uma “selva de epiléticos”, com massas se esmagando para provar nossa felicidade. A alegria natural do brasileiro foi transformada em produto.
Hoje em dia é proibido sofrer. Temos de “funcionar”, temos de rir, de gozar, de ser belos, magros, chiques, tesudos, em suma, temos de ter “qualidade total”, como os produtos. Para isso, há o Prozac, o Viagra, os uppers, os downers, senão nos encostam como mercadorias depreciadas.
O bode pós-moderno vem da insatisfação de estar aquém da felicidade prometida pela propaganda. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina. É impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Ninguém quer ser “sujeito”, com limites, angústias: homens e mulheres querem ser mercadorias sedutoras, como BMWs, Ninjas Kawasaki. E aí, toma choque, toma pílula, toma tarja preta. Só nos resta essa felicidade vagabunda, fetichizada em êxtases volúveis, famas de 15 minutos, fast fucks, raves sem rumo. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. “A depressão não é comercial”, lamentou um costureiro gay à beira do suicídio, mas que tinha de sorrir sempre, para não perder a freguesia.
O mercado nos satisfaz com rapidez sinistra: a voracidade, o tesão, o amor. E pensamos: eu posso escolher o filme ou música que quiser, mas, nessa aparente liberdade, “quem” me pergunta o que eu quero? A interatividade é uma falsificação da liberdade, pois ignora meu direito de nada querer. Eu não quero nada. Não quero comprar nada, não quero saber nada, quero ficar deprimido em paz.
Acho que a depressão tem grande importância para a sabedoria; sem algum desencanto com a vida, sem um ceticismo crítico, ninguém chega a uma reflexão decente. O bobo alegre não filosofa pois, mesmo para louvar a alegria, é preciso incluir o gosto da tragédia. (...)
No entanto, a melancolia, a consciência do tempo finito é o lugar de onde se contempla a beleza. Há uma conexão entre tristeza, beleza e morte. Só o melancólico cria a arte e pode celebrar a experiência do transitório resplendor da vida. A melancolia, longe de ser uma doença, é quase um convite milagroso para transcender a banalidade cotidiana e imaginar inéditas possibilidades de existência. Sem a melancolia, a terra congelaria num estado fixo. Mas permitimos que a melancolia floresça no coração, o universo, antes inanimado, ganha vida, subitamente. Regras finitas dissolvem-se diante de infinitas possibilidades. Mas, por que continuamos a desejar o inferno da satisfação total, a felicidade plena?
Por medo. Escondemo-nos atrás de sorrisos tensos porque temos medo de encarar a complexidade do mundo, seu mistério impreciso, suas terríveis belezas. Usamos uma máscara falsa, um disfarce para nos proteger deste abismo da existência.
(JABOR, Arnaldo. O Globo: 22/02/2011.)
Em: “em suma, temos de ter ‘qualidade total’, COMO os produtos” (parágrafo 2), a palavra em destaque expressa a mesma relação que na frase:
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- Lei de Responsabilidade FiscalTransparência, Controle e Fiscalização (arts. 48 ao 59)Escrituração e Consolidação (arts. 50 e 51)
Além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas, no que diz respeito à demonstração das variações patrimoniais:
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- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
A partir da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, da Lei Orgânica da Assistência Social de 1993 e do Plano Nacional da Assistência Social de 2004, a Política Pública de Assistência Social marca sua especificidade na medida em que:
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Um servidor público da Prefeitura Municipal de São Gonçalo procura o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de São Gonçalo para obter informações sobre aposentadoria compulsória. Cabe ao agente previdenciário informar que:
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Uma urna possui 8 bolas, sendo 5 vermelhas e 3 azuis. Uma pessoa retira as bolas alternadamente com as mãos direita e esquerda, até esvaziar a urna. Se iniciar a retirada com a mão direita, a probabilidade de que a primeira bola seja vermelha é:
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