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Foram encontradas 110 questões.

843489 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Conforme a Constituição Federal de 1988, não é cargo privativo de brasileiro nato

 

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843393 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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A economia internacional passa por uma fase de transição. Vive a dura realidade do crescimento modesto e dos desafios enormes para se reequilibrar depois da hecatombe financeira de 2008. Crescer pouco, entretanto, não significa mergulhar em uma recessão profunda e prolongada, como é o caso do Brasil. [...]
Seria natural que ocorresse uma desaceleração da economia brasileira, em linha com a freada no resto do mundo. A excepcionalidade está no tamanho da depressão atual.
SAKATE, Marcelo; ALVARENGA, Bianca. O custo Dilma. Veja. São Paulo:
Abril, ed. 2468, ano 49, n. 10, 9 mar. 2016. (SAKATE; ALVARENGA, 2016, p. 61).
Uma recessão se caracteriza, entre outros aspectos,
 

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843359 Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Sobre o recurso de apelação no processo penal, é correto aludir:
 

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843351 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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O feminismo é uma questão que ganha cada vez mais força na sociedade brasileira. Uma grande camada de mulheres jovens tem dado novo impulso à ideia de que a igualdade entre mulheres e homens é fundamental para se ter uma sociedade moderna.
Sobre a questão feminista nos dias atuais, é correto afirmar que
 

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843288 Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Sobre a Ação Civil Pública, com base na Lei nº 7.347/85, conclui-se:
 

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843232 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Há diversos crimes contra a administração da justiça e, sobre esses, pode-se aludir que se trata de
 

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841228 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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TEXTO:
Hoje a pergunta com que nos confrontamos é simples: estamos nós realmente salvando o mundo? Não me parece que a resposta possa ser aquela que gostaríamos. O mundo só pode ser salvo se for outro, se esse outro mundo nascer em nós e nos fizer nascer nele.
Mas nem o mundo está sendo salvo nem ele nos salva enquanto seres de existência única e irrepetível. Alguns de nós estarão fazendo coisas que acreditam ser importantíssimas. Mas poucos terão a crença de que estão mudando o nosso futuro. A maior parte de nós está apenas gerindo uma condição que sabemos torta, geneticamente modificada ao sabor de um enorme laboratório para o qual todos trabalhamos, mesmo sem vencimento.
Se alguma coisa queremos mudar, e parece que mudar é preciso, temos que enfrentar algumas perguntas. A primeira das quais é como estamos nós, biólogos, pensando a ciência biológica? Antes de sermos cientistas, somos cidadãos críticos, capazes de questionar os pressupostos que nos são entregues como sendo “naturais”. A verdade, colegas, é que estamos hoje perante uma natureza muito pouco natural. E é aqui que o pecado da preguiça pode estar ganhando corpo. Uma sutil e silenciosa preguiça pode levar a abandonar a reflexão sobre o nosso próprio objeto de trabalho. Aos poucos, cedemos ao comitê de não mais colocarmos em causa quem somos, o que sabemos, o que fazemos. As últimas décadas tenderam a tecnicizar as ciências biológicas. De novo, insistem conosco em que as soluções virão de sofisticadas tecnologias e de que pouco vale questionarmos os desafios políticos e sociais do nosso tempo. À força de termos que sobreviver, vamos aceitando encaixes, ofertas e arranjos. A ideia de que não vale a pena tentar outra utopia conduz à acomodação e ao conformismo intelectual.
A própria ideia de Ciência que nos parece isenta e acima de toda suspeita é tão exclusivista, que pode ser entendida como uma ideia gulosa. Gulosa e glutona. Engorda não por comer, mas por fazer dieta. E essa dieta consiste em ignorar outras sabedorias, outros sistemas de conhecimento.
COUTO, Mia. Estamos nós realmente salvando o mundo? Disponível em:<http://www.citador.pt/
textos/estamos-nos-realmente-salvando-o-mundo-mia-couto>. Acesso em: 3 mar. 2016. Adaptado.
Considerando-se o contexto, a elocução que se apresenta com sentido paradoxal está transcrita em
 

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841086 Ano: 2016
Disciplina: Direito Civil
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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Os artigos 1.635 e 1.638 apresentam rol de possibilidades para a extinção do poder familiar, e, dessa forma, não se extingue ou perde poder familiar por
 

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840900 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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TEXTO:
Da Observação
Não te irrites, por mais que te fizerem…
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio…
QUINTANA, Mário. Da Observação. Disponível em:<http://www.poesias
poemaseversos.com.br/mario-quintana-poemas/>. Acesso em: 9 mar. 2016.
O título do texto
 

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828217 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: MPE-BA
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TEXTO:
Trabalhar é condição essencial não somente para a manutenção financeira, mas para a dignificação da vida. É parte importante da vida e vai além do ganha-pão. Tem a ver com realização pessoal, com sentir-se útil e encontrar sentido para os dias. “A importância do trabalho na vida do ser humano vai muito além do fato de que, através dele, satisfazemos nossas necessidades básicas. O trabalho, por si só, é revelador da nossa humanidade, uma vez que possibilita ação transformadora sobre a natureza e si mesmo. Além disso, a nossa capacidade inventiva e criadora é exteriorizada através do ofício que realizamos”, afirma a psicóloga organizacional Vanessa Rissi.
Por outro lado, o fato de não trabalhar pode ter consequências negativas, que afetam diretamente a personalidade. “Em razão da centralidade que o trabalho ocupa em nossas vidas é que podemos compreender as consequências negativas da inatividade. Um sujeito sem trabalho é impedido de se realizar como homem e cidadão, o que afeta diretamente sua dignidade”, salienta Vanessa, que é mestre em Saúde Coletiva/Saúde do Trabalhador, especialista em Gestão de Recursos Humanos e professora da Imed.
Ter um ofício é primordial na vida do ser humano. Durante a própria evolução, cada indivíduo veio desempenhando um papel, o que não é diferente nos dias de hoje. “O trabalho é um meio inexorável da existência humana e constituinte da identidade do sujeito. Isso significa que cada um se torna o que é por meio do ofício que executa. No trabalho, as pessoas podem imprimir sua marca, o seu registro. Isso tanto é verdadeiro que, quando não conhecemos uma pessoa e, então, perguntamos ‘quem é fulano?’, a resposta sempre estará relacionada com a função executada no mundo do trabalho: ‘ele é professor da escola x, ele é vendedor da empresa y, é médico’, e assim por diante”, argumenta a psicóloga.
Tão importante quanto desempenhar o seu ofício é gostar do que se faz. Quem realiza o seu trabalho sem estar contente com o que executa, certamente, não terá empenho e sua produção será menor.
MENDES, Glenda. O trabalho dignifica o homem. Disponível em: http://www.onacional.
com.br/geral/cidade/3722/0+trabalho+dignifica+o+homem>. Acesso em: 9 mar. 2016. Adaptado.
No texto, a expressão
 

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