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2489886 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC

Escola × Violência

Jussara de Barros

Parágrafo 1 A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.

Parágrafo 2 A violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os latrocínios, os contrabandos, os crimes de colarinho branco têm levado jovens a perder a credibilidade em uma sociedade justa e igualitária capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos conforme esses modelos sociais.

Parágrafo 3 Nas escolas, as relações do dia a dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e integração das pessoas, visando a atingir os objetivos propostos no projeto político pedagógico da instituição.

Parágrafo 4 Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas se utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.

Parágrafo 5 Levar esse tema para a sala de aula desde as séries iniciais é uma forma de trabalhar com um tema controverso e presente em nossas vidas, possibilitando momentos de reflexão que auxiliarão na transformação social.

Parágrafo 6 Com recortes de jornais e revistas, pesquisas, filmes, músicas, desenhos animados, notícias televisivas, dentre outros, os professores podem levantar discussões acerca do tema numa possível forma de criar um ambiente de respeito ao próximo, considerando que todos os envolvidos no processo educativo devem participar e se engajar nessa ação para que a mesma não se torne contraditória. E muito além das discussões e momentos de reflexão, os professores devem propor soluções e análises críticas acerca dos problemas a fim de que os alunos se percebam capacitados para agir como cidadãos. Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta.

Disponível em: <http://www.brasilescola.com/educacao/escola-x-violencia.htm>. Acesso em: 25 maio 2014. (Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente sinônimos e antônimos, de acordo com o texto.

 

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2489795 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC

Texto 1

A questão da(s) norma(s)

A expressão norma culta/comum/standard designa o conjunto de fenômenos linguísticos que ocorrem habitualmente no uso dos falantes letrados em situações mais monitoradas de fala e escrita. Já a norma-padrão é um construto sócio- -histórico que serve de referência para estimular um processo de uniformização. Enquanto a primeira é a expressão viva de certos segmentos sociais em determinadas situações, a segunda é uma codificação relativamente abstrata, uma baliza extraída do uso real para servir de referência, em sociedades marcadas por acentuada dialetação, a projetos políticos de uniformização linguística.

Embora o padrão não se confunda com a norma culta/comum/standard, está mais próximo dela do que das demais normas, porque os codificadores e os que assumem o papel de seus guardiões e cultores saem dos estratos sociais usuários dessa norma. Se esse é um fator de aproximação, é também um fator de tensão porque o inexorável movimento histórico da norma culta/comum/standard tende a criar um fosso entre ela e o padrão, ficando este cada vez mais artificial e anacrônico, se não houver mecanismos socioculturais para realizar os necessários ajustes.

Cabe perguntar se o Brasil, neste início do século XXI, necessita, de fato, definir uma norma-padrão. A questão é saber se a natural diversidade linguística nacional está pondo em risco a relativa unidade das variedades cultas/comuns/standard faladas. A resposta parece ser bem clara: não há qualquer indício de risco à relativa unidade dessas variedades. Bem ao contrário: as circunstâncias históricas – ou seja, a intensa urbanização da população brasileira, as novas redes de relações que se estabelecem no espaço urbano e suas respectivas pressões niveladoras, a presença quase universal dos meios de comunicação social e a própria expansão da escolaridade – em boa medida favorecem a manutenção da relativa unidade das nossas variedades cultas/comuns/standard e criam condições para sua expansão social.

Diante desses fatos, talvez possamos abrir mão de projetos padronizadores, direcionando nossas energias para o que efetivamente interessa: de um lado a descrição e a difusão das variedades cultas/comuns/standard faladas e escritas; e, de outro, o combate sistemático aos preceitos da norma curta – preceitos dogmáticos que não encontram respaldo nem nos fatos, nem nos bons instrumentos normativos – que, em nome de uma norma padrão artificialmente fixada, ainda circula entre nós, quer na desqualificação da língua portuguesa do Brasil, quer na desqualificação dos seus falantes.

FARACO, Carlos Alberto. A. Norma culta brasileira:

desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 73-94. [Adaptado].

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) no que se refere a aspectos linguísticos do texto 1.

( ) As palavras “uniformização”, “urbanização”, “manutenção” e “expansão” fazem parte de um mesmo paradigma gramatical, pois compartilham o mesmo processo de derivação de nomes a partir de verbos, tendo sofrido o mesmo tipo de mudança morfofonêmica em sua formação.

( ) Em “[…] saem dos estratos sociais usuários dessa norma” (segundo parágrafo), a palavra “usuários” é um substantivo agentivo derivado de verbo.

( ) A palavra “guardiões” (segundo parágrafo) poderia ser grafada como “guardiães” sem ferir a norma culta da língua, pois se trata de nome em –ão que admite essas duas formas de plural, assim como ocorre em “charlatões” e “charlatães”.

( ) De acordo com o modelo de constituintes imediatos, a palavra “desqualificação” (último parágrafo), considerada sincronicamente, segue a seguinte ordem de derivação: qualificar > desqualificar > desqualificação.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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2489696 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC

Texto 2

Norma prescritiva & escrita literária

As obras dos grandes poetas e ficcionistas representam produções linguísticas em gêneros escritos bastante particulares – usar essas produções como modelo a ser descrito e/ou prescrito implicaria na omissão e desconsideração de todos os demais usos da língua. Assim, se os gramáticos podem colher, nas obras literárias, exemplos de usos “corretos” das estruturas gramaticais do idioma, também seria possível coletar, nessas mesmas obras, exemplos contrários, isto é, de usos não “exemplares”, de usos que contrariam precisamente as regras prescritas como “melhores” ou “mais recomendáveis” pelos mesmos gramáticos. As duas práticas são injustificáveis, uma vez que ambas traem o objetivo do escritor, que não é transformar-se em régua para medir os usos linguísticos de todos os demais usuários da língua, mas, sim, construir obras de arte que lhe permitam dar vazão à sua necessidade de expressão, a seu desejo de comunicação, à sua ânsia de criação.

***

A maior parte das citações extraídas de Laços de Família mostra que Cunha & Cintra, responsáveis pela Nova gramática do português contemporâneo, conseguiram realizar uma façanha e tanto: encontrar em Clarice Lispector frases banais, construções sintáticas básicas, que qualquer falante nativo de português minimamente letrado poderia escrever, não havendo necessidade de extraí-las da obra de uma escritora deste porte. É quase como se os gramáticos quisessem evitar mostrar precisamente o que há de “efeito mágico” na linguagem da ficcionista… Alguns exemplos:

Mas – quem daria dinheiro aos pobres? (p. 140)

Vivi com Daniel perto de dois anos. (p. 148)

Acerca do emprego dos pronomes ele, ela, eles, elas como objeto direto, assim se manifestam Cunha & Cintra (p. 281):

Na fala vulgar e familiar do Brasil é muito frequente o uso do pronome ele(s), ela(s) como objeto direto em frases do tipo:

Vi ele. Encontrei ela.

Embora esta construção tenha raízes antigas no idioma, pois se documenta em escritores portugueses dos séculos XIII e XIV, deve ser hoje evitada.

Só que essa construção “vulgar e familiar” que supostamente deve ser “evitada” (mas por quê? por ser uma “interferência da fala na escrita”?) ocorre em A hora da estrela, de Lispector, a mesma escritora que é chamada na gramática de Cunha & Cintra a oferecer exemplos de uso correto:

Se sei quase tudo de Macabéa é que já peguei uma vez de relance o olhar de uma nordestina amarelada. Esse relance me deu ela de corpo inteiro. (p. 57).

BAGNO, Marcos. In: CORREA, D. A.; SALEH, P. B. de O. (Org.) Práticas de letramento no ensino:

leitura, escrita e discurso. São Paulo: Parábola Editorial; Ponta Grossa, PR: UEPG, 2007. p. 28-38. [Adaptado.]

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto 2.

 

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2489684 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC
Sobre o manejo da Síndrome de Abstinência de Álcool (SAA), a depender do seu nível de gravidade, o tratamento pode ser feito nas modalidades:
 

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Texto 1

Óbito do autor

Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.

Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa ideia no discurso que proferiu à beira de minha cova: — “Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à Natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.”

Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. […]

ASSIS, Machado de. [1881] Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Globo, 2008. p. 9-10.

Analise os enunciados abaixo, considerando aspectos linguísticos do texto 1.

1. O segmento “Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim” pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido e gramatical, como “Há algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim.”.

2. Não há alteração de sentido com a mudança na ordem dos elementos de “autor defunto” para “defunto autor”, diferentemente do que é sugerido no texto.

3. No primeiro parágrafo, em “Suposto o uso vulgar […]”, a palavra “vulgar” significa “ordinário, trivial, prosaico”.

4. No segundo parágrafo, a expressão “Dito isto” estabelece uma relação coesiva com o parágrafo anterior, podendo ser substituída, sem prejuízo de sentido e gramatical, por “Posto isso”.

5. Em “Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos […]”, as formas verbais “tinha” e “possuía” estão usadas com o significado de “ter a posse de”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2489614 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC
Considere as afirmativas abaixo sobre cultura organizacional:
1. Para que possa ser criada e mantida, a cultura deve ser veiculada aos membros da organização por meio de elementos tais como ritos, rituais, mitos, histórias, gestos e demais artefatos visíveis.
2. Os ritos e rituais são histórias que possuem consistência com os valores fundamentais da organização, porém sem qualquer comprovação de que tenham acontecido.
3. Os mitos são histórias que se sustentam em eventos comprovados que procuram mostrar os comportamentos esperados por parte dos membros da organização.
4. As subculturas organizacionais referem-se a grupos de pessoas com um padrão especial ou peculiar de valores, e são inconsistentes com os valores dominantes na organização.
5. Os pressupostos básicos da cultura organizacional, uma vez consolidados, são transferidos aos demais participantes como guias culturais que orientam os modos considerados certos de pensar, sentir e agir na organização.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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2489351 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC

Afinal, o que é a língua?

A língua é uma das realidades mais fantásticas da nossa vida. Ela está presente em todas as nossas atividades; nós vivemos entrelaçados (às vezes soterrados!) pelas palavras; elas estabelecem todas as nossas relações e nossos limites, dizem ou tentam dizer quem somos, quem são os outros, onde estamos, o que vamos fazer, o que fizemos. Nossos sonhos são povoados de palavras; os outros se definem por palavras; todas as nossas emoções e sentimentos se revestem de palavras. O mundo inteiro é um magnífico e gigantesco bate-papo, dos chefes de Estado negociando a paz e a guerra às primeiras sílabas de uma criança em alguma favela brasileira ou numa vila africana. É pela linguagem, afinal, que somos indivíduos únicos: somos o que somos depois de um processo de conquista da nossa palavra, afirmada no meio de milhares de outras palavras e com elas compostas.

Apesar dessa presença absoluta na nossa vida (ou talvez justamente por isso), ainda sabemos pouco sobre a linguagem e, em geral, temos uma relação problemática com ela, principalmente em sua forma escrita. Isto é, embora não sejamos nada sem a língua, parece que ela permanece alguma coisa estranha em nossa vida, como se ela não nos pertencesse.

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão.

Prática de texto para estudantes universitários. 10. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. p. 9.

Analise as afirmativas abaixo, considerando o texto.

1. Os termos “língua” e “linguagem” são usados sem distinção pelos autores.

2. Os pronomes de primeira pessoa do plural, recorrentes no texto, fazem remissão aos interlocutores de um evento comunicativo específico: os autores e os leitores do texto.

3. O primeiro parágrafo caracteriza-se por ser mais asseverativo em relação ao segundo, que é marcado por diferentes recursos de modalização.

4. No início do segundo parágrafo do texto, os conectores “apesar de” e “por” introduzem, de modo divergente, o mesmo conteúdo pressuposto.

5. Na última frase do texto, “Isto é” funciona como um conector lógico-semântico de exemplificação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2489295 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC
O Sistema Nacional de Arquivos (SINAR) tem como objetivo implementar a política nacional de arquivos públicos e privados, visando à gestão, à preservação e ao acesso aos documentos de arquivo (BRASIL, 2002).
Destacam-se a seguir algumas das competências do SINAR:
1. promover a gestão, a preservação e o acesso às informações e aos documentos na sua esfera de competência, em conformidade com as diretrizes e normas emanadas do órgão central.
2.disseminar, em sua área de atuação, as diretrizes e normas estabelecidas pelo órgão central, zelando pelo seu cumprimento, e implementar a racionalização das atividades arquivísticas, de forma a garantir a integridade do ciclo documental.
3. prestar informações sobre suas atividades ao CONARQ.
4. comunicar ao CONARQ, para as devidas providências, atos lesivos ao patrimônio arquivístico nacional.
5. proporcionar aperfeiçoamento e reciclagem aos técnicos da área de arquivo, garantindo constante atualização.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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2489293 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC
Considerando os estudos na área do tratamento temático da informação, linguagens documentárias se caracterizam por:
1. Organizar um campo conceitual e servir como instrumento para a distribuição de documentos, controlando as dispersões léxicas nos processos de análise documentária.
2. Conjunto de termos, símbolos e regras preestabelecidas para indicação/registro de assuntos constantes em documentos.
3. Linguagens controladas, utilizadas para representar conceitos no tratamento de documentos.
4. Instrumento por meio do qual se realiza a mediação entre sistemas ou conjuntos informacionais e os usuários.
5. Conjunto de vocabulário não controlado e dinâmico de descritores relacionados semântica e genericamente que cobrem o conhecimento em todas as áreas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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2488941 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: FEPESE
Orgão: MPE-SC
Considere o trecho a seguir:
“O cenário da gestão de pessoas nas organizações e empresas ascendeu de atividades operacionais e legisladas para ações corporativas estratégicas. As responsabilidades dos profissionais envolvidos, que tiveram como origem o “registro em carteira”, ampliaram-se para: qualidade pessoal, qualificações culturais, competências tecnológicas, responsabilidade empresarial e cidadania. Essas mudanças derivam da nova economia: da era digital, dos novos paradigmas na gestão organizacional”.
Limongi França, 2011
A partir do conteúdo expresso por esse trecho, é correto afirmar:
 

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