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Foram encontradas 120 questões.

2635308 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
Na Antiguidade não se conhecia o fenômeno da limitação do poder do Estado. As leis que organizavam os Estados não atribuíam ao indivíduo direitos frente ao poder estatal. Quando Aristóteles definiu “Constituição”, tinha diante de si esse tipo de legislação. Não obstante tenha sido Atenas o berço de relevante pensamento político, não se imaginava então a possibilidade de um estatuto de direitos oponíveis ao próprio Estado. A formação da pólis foi precedida da formação de um território cultural. Este balizou os limites da cidade grega. Sem garantia legal, os “direitos humanos” padeciam de certa precariedade na estrutura política. O respeito a eles ficava na dependência da virtude e da sabedoria dos governantes. Esta circunstância, porém, não exclui a importante contribuição de culturas antigas na criação da idéia de direitos humanos. Alguns autores pretendem afirmar que a história dos direitos humanos começou com o balizamento do poder do Estado pela lei. Essa visão é errônea. Obscurece o legado de povos que não conheceram a técnica de limitação do poder, mas privilegiaram enormemente a pessoa humana nos seus costumes e instituições sociais.
João Baptista Herkenhoff. Internet: <http://www.dhnet.org.br>. Acesso em fev./2006.
Acerca do texto, julgue o item subseqüente.
Pelos sentidos do texto, a relação sintática entre o período iniciado por “O respeito” e o período anterior pode ser explicitada por meio da expressão Apesar de o respeito.
 

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2635307 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
Na Antiguidade não se conhecia o fenômeno da limitação do poder do Estado. As leis que organizavam os Estados não atribuíam ao indivíduo direitos frente ao poder estatal. Quando Aristóteles definiu “Constituição”, tinha diante de si esse tipo de legislação. Não obstante tenha sido Atenas o berço de relevante pensamento político, não se imaginava então a possibilidade de um estatuto de direitos oponíveis ao próprio Estado. A formação da pólis foi precedida da formação de um território cultural. Este balizou os limites da cidade grega. Sem garantia legal, os “direitos humanos” padeciam de certa precariedade na estrutura política. O respeito a eles ficava na dependência da virtude e da sabedoria dos governantes. Esta circunstância, porém, não exclui a importante contribuição de culturas antigas na criação da idéia de direitos humanos. Alguns autores pretendem afirmar que a história dos direitos humanos começou com o balizamento do poder do Estado pela lei. Essa visão é errônea. Obscurece o legado de povos que não conheceram a técnica de limitação do poder, mas privilegiaram enormemente a pessoa humana nos seus costumes e instituições sociais.
João Baptista Herkenhoff. Internet: <http://www.dhnet.org.br>. Acesso em fev./2006.
Acerca do texto, julgue o item subseqüente.
A expressão “esse tipo de legislação” refere-se à legislação que não limitava o poder do Estado e não atribuía ao indivíduo direitos diante do Estado.
 

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2635306 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
Na Antiguidade não se conhecia o fenômeno da limitação do poder do Estado. As leis que organizavam os Estados não atribuíam ao indivíduo direitos frente ao poder estatal. Quando Aristóteles definiu “Constituição”, tinha diante de si esse tipo de legislação. Não obstante tenha sido Atenas o berço de relevante pensamento político, não se imaginava então a possibilidade de um estatuto de direitos oponíveis ao próprio Estado. A formação da pólis foi precedida da formação de um território cultural. Este balizou os limites da cidade grega. Sem garantia legal, os “direitos humanos” padeciam de certa precariedade na estrutura política. O respeito a eles ficava na dependência da virtude e da sabedoria dos governantes. Esta circunstância, porém, não exclui a importante contribuição de culturas antigas na criação da idéia de direitos humanos. Alguns autores pretendem afirmar que a história dos direitos humanos começou com o balizamento do poder do Estado pela lei. Essa visão é errônea. Obscurece o legado de povos que não conheceram a técnica de limitação do poder, mas privilegiaram enormemente a pessoa humana nos seus costumes e instituições sociais.
João Baptista Herkenhoff. Internet: <http://www.dhnet.org.br>. Acesso em fev./2006.
Acerca do texto, julgue o item subseqüente.
A relação sintática entre o período iniciado por “Obscurece” e o período anterior pode ser explicitada pela conjunção Contudo.
 

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2635305 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
O ser humano é a medida de todas as coisas. Pelo tamanho do ser humano se mede a vastidão do universo, assim como pelo palmo e pela braça se começou a medir a Terra. Todo o conhecimento do mundo se faz de uma perspectiva humana, todo o julgamento das coisas do mundo se faz por um parâmetro humano. Assim, enaltecer o senso moral do ser humano não é um floreio de linguagem que a única espécie que fala faz, é valorizar este frágil instrumento de medição pelo qual a vida revela seu sentido. O ser humano ou é moral, e julga tudo por um prisma moral, ou é apenas um mecanismo inútil.
O liberalismo pensa estar defendendo o indivíduo quando nega a primazia do social ou quando diz que uma sociedade é apenas um conjunto de ambições autônomas. O culto ao individualismo seria um culto à liberdade se não elegesse como seu paradigma supremo a liberdade de lucrar, e como referência moral a moral do mercado. Se não fosse apenas a última das muitas tentativas de substituir o ser humano como a medida de tudo, e seu direito à vida e à dignidade como o único direito a ser cultuado. Já tentaram rebaixar o homem a mero servo de uma ordem divina, a autômato descartável de engrenagens industriais, a estatística sem identidade de regimes totalitários, e agora a uma comodidade entre outras comodidades, com nenhuma liberdade para escolher seu destino individual e o mundo em que quer viver. Mas o indivíduo só é realmente um indivíduo em uma sociedade igualitária, como só existirá liberdade real onde os valores neoliberais não prevalecerem.
Luís Fernando Verissimo. Internet : <http://www.dhnet. org.br>. Acesso em fev./2006.
Em relação ao texto, julgue o item a seguir.
Os vocábulos “se” e “Se” têm a mesma função condicional.
 

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2635304 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
O ser humano é a medida de todas as coisas. Pelo tamanho do ser humano se mede a vastidão do universo, assim como pelo palmo e pela braça se começou a medir a Terra. Todo o conhecimento do mundo se faz de uma perspectiva humana, todo o julgamento das coisas do mundo se faz por um parâmetro humano. Assim, enaltecer o senso moral do ser humano não é um floreio de linguagem que a única espécie que fala faz, é valorizar este frágil instrumento de medição pelo qual a vida revela seu sentido. O ser humano ou é moral, e julga tudo por um prisma moral, ou é apenas um mecanismo inútil.
O liberalismo pensa estar defendendo o indivíduo quando nega a primazia do social ou quando diz que uma sociedade é apenas um conjunto de ambições autônomas. O culto ao individualismo seria um culto à liberdade se não elegesse como seu paradigma supremo a liberdade de lucrar, e como referência moral a moral do mercado. Se não fosse apenas a última das muitas tentativas de substituir o ser humano como a medida de tudo, e seu direito à vida e à dignidade como o único direito a ser cultuado. Já tentaram rebaixar o homem a mero servo de uma ordem divina, a autômato descartável de engrenagens industriais, a estatística sem identidade de regimes totalitários, e agora a uma comodidade entre outras comodidades, com nenhuma liberdade para escolher seu destino individual e o mundo em que quer viver. Mas o indivíduo só é realmente um indivíduo em uma sociedade igualitária, como só existirá liberdade real onde os valores neoliberais não prevalecerem.
Luís Fernando Verissimo. Internet : <http://www.dhnet. org.br>. Acesso em fev./2006.
Em relação ao texto, julgue o item a seguir.
O emprego da estrutura ao negar a primazia do social ou ao dizer que, em substituição a “quando nega a primazia do social ou quando diz que”, prejudica a correção gramatical do período e altera as informações originais do texto.
 

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2635303 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES

O ser humano é a medida de todas as coisas. Pelo tamanho do ser humano se mede a vastidão do universo, assim como pelo palmo e pela braça se começou a medir a Terra. Todo o conhecimento do mundo se faz de uma perspectiva humana, todo o julgamento das coisas do mundo se faz por um parâmetro humano. Assim, enaltecer o senso moral do ser humano não é um floreio de linguagem que a única espécie que fala faz, é valorizar este frágil instrumento de medição pelo qual a vida revela seu sentido. O ser humano ou é moral, e julga tudo por um prisma moral, ou é apenas um mecanismo inútil.

O liberalismo pensa estar defendendo o indivíduo quando nega a primazia do social ou quando diz que uma sociedade é apenas um conjunto de ambições autônomas. O culto ao individualismo seria um culto à liberdade se não elegesse como seu paradigma supremo a liberdade de lucrar, e como referência moral a moral do mercado. Se não fosse apenas a última das muitas tentativas de substituir o ser humano como a medida de tudo, e seu direito à vida e à dignidade como o único direito a ser cultuado. Já tentaram rebaixar o homem a mero servo de uma ordem divina, a autômato descartável de engrenagens industriais, a estatística sem identidade de regimes totalitários, e agora a uma comodidade entre outras comodidades, com nenhuma liberdade para escolher seu destino individual e o mundo em que quer viver. Mas o indivíduo só é realmente um indivíduo em uma sociedade igualitária, como só existirá liberdade real onde os valores neoliberais não prevalecerem.

Luís Fernando Verissimo. Internet : <http://www.dhnet. org.br>. Acesso em fev./2006.

Em relação ao texto, julgue o item a seguir.

Antes da expressão “é valorizar”, subentende-se a idéia anterior “enaltecer o senso moral do ser humano”.

 

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2635302 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
O ser humano é a medida de todas as coisas. Pelo tamanho do ser humano se mede a vastidão do universo, assim como pelo palmo e pela braça se começou a medir a Terra. Todo o conhecimento do mundo se faz de uma perspectiva humana, todo o julgamento das coisas do mundo se faz por um parâmetro humano. Assim, enaltecer o senso moral do ser humano não é um floreio de linguagem que a única espécie que fala faz, é valorizar este frágil instrumento de medição pelo qual a vida revela seu sentido. O ser humano ou é moral, e julga tudo por um prisma moral, ou é apenas um mecanismo inútil.
O liberalismo pensa estar defendendo o indivíduo quando nega a primazia do social ou quando diz que uma sociedade é apenas um conjunto de ambições autônomas. O culto ao individualismo seria um culto à liberdade se não elegesse como seu paradigma supremo a liberdade de lucrar, e como referência moral a moral do mercado. Se não fosse apenas a última das muitas tentativas de substituir o ser humano como a medida de tudo, e seu direito à vida e à dignidade como o único direito a ser cultuado. Já tentaram rebaixar o homem a mero servo de uma ordem divina, a autômato descartável de engrenagens industriais, a estatística sem identidade de regimes totalitários, e agora a uma comodidade entre outras comodidades, com nenhuma liberdade para escolher seu destino individual e o mundo em que quer viver. Mas o indivíduo só é realmente um indivíduo em uma sociedade igualitária, como só existirá liberdade real onde os valores neoliberais não prevalecerem.
Luís Fernando Verissimo. Internet : <http://www.dhnet. org.br>. Acesso em fev./2006.
Em relação ao texto, julgue o item a seguir.
A substituição de “se mede” por é medida mantém a correção gramatical e as informações originais do período.
 

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2635301 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES

O ser humano é a medida de todas as coisas. Pelo tamanho do ser humano se mede a vastidão do universo, assim como pelo palmo e pela braça se começou a medir a Terra. Todo o conhecimento do mundo se faz de uma perspectiva humana, todo o julgamento das coisas do mundo se faz por um parâmetro humano. Assim, enaltecer o senso moral do ser humano não é um floreio de linguagem que a única espécie que fala faz, é valorizar este frágil instrumento de medição pelo qual a vida revela seu sentido. O ser humano ou é moral, e julga tudo por um prisma moral, ou é apenas um mecanismo inútil.

O liberalismo pensa estar defendendo o indivíduo quando nega a primazia do social ou quando diz que uma sociedade é apenas um conjunto de ambições autônomas. O culto ao individualismo seria um culto à liberdade se não elegesse como seu paradigma supremo a liberdade de lucrar, e como referência moral a moral do mercado. Se não fosse apenas a última das muitas tentativas de substituir o ser humano como a medida de tudo, e seu direito à vida e à dignidade como o único direito a ser cultuado. Já tentaram rebaixar o homem a mero servo de uma ordem divina, a autômato descartável de engrenagens industriais, a estatística sem identidade de regimes totalitários, e agora a uma comodidade entre outras comodidades, com nenhuma liberdade para escolher seu destino individual e o mundo em que quer viver. Mas o indivíduo só é realmente um indivíduo em uma sociedade igualitária, como só existirá liberdade real onde os valores neoliberais não prevalecerem.

Luís Fernando Verissimo. Internet : <http://www.dhnet. org.br>. Acesso em fev./2006.

Em relação ao texto, julgue o item a seguir.

As ocorrências de “a”, em destaque, são todas de artigos definidos empregados no singular feminino.

 

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1011702 Ano: 2006
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
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Julgue os itens a seguir, relativos às normas gerais e especiais de direito penal e processual penal.
Os crimes contra a ordem tributária são todos de ação penal pública incondicionada, porém qualquer pessoa do povo poderá provocar a iniciativa do Ministério Público, fornecendo-lhe, por escrito, informações sobre o fato e a sua respectiva autoria.
 

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1011701 Ano: 2006
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
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Julgue os itens a seguir, relativos às normas gerais e especiais de direito penal e processual penal.
É pacífico o entendimento jurisprudencial de que, nos crimes contra a organização do trabalho, a competência é da justiça estadual quando a lesão for individual; e da justiça federal, quando for atingida a categoria profissional como um todo.
 

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