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Texto I

O profissional holístico

Não nascemos profissionais, nos tornamos a partir de um processo de crescimento, amadurecimento, vivências e experiências com determinadas áreas e atividades. Cada vez mais o mercado exige de nós a capacidade de atuarmos em áreas que não são efetivamente de nossa preferência e passa a exigir flexibilidade para entender que podemos adquirir novos conhecimentos, além de desenvolvermos habilidades e atitudes importantes, de modo a contribuir para o processo de conquista da posição em que pretendemos estar no futuro.

O profissional holístico é composto de uma totalidade, em que o pensar, o sentir e o querer são as energias básicas para a realização. O sentir faz a ponte entre o pensar e o agir. Essa esfera nos coloca em contato com a experimentação e consequentemente nos leva ao aprendizado.

Cada atividade que realizamos faz parte de um quadro maior, onde as peças se completam e se somam ao alcance do objetivo final. São estágios nos quais se obtêm informações, novo olhar, e se desenvolvem capacidades na direção da área ou profissão escolhida.

Neste contexto, é importante que se compreenda a ideia holística, o pensar sistemicamente, ou seja, entender que as ações, a existência e as demais ocorrências do dia a dia não são isoladas. Está conectado a outros acontecimentos ou à vida de outras pessoas e organizações. Pensar e agir sistemicamente não são privilégios, mas, sim, necessidades, e cabem a todos, estejam atuando onde estiverem.

Encare qualquer emprego, tarefa, apresentação ou outra prática como uma licença para aprender. Faça muitas perguntas, pense como cliente, observe o processo total do qual faz parte e como ele pode ser melhorado. O importante é estar engajado psicologicamente nas tarefas e conexões, e estar aberto para aprender. Em outras palavras: o esforço faz a diferença.

As qualidades mais importantes para a construção de uma carreira de sucesso não são atributos congênitos como, por exemplo, altura ou cor dos olhos, mas a flexibilidade, a tolerância à incerteza, a capacidade de levantar-se depois da queda. É tornar-se um autoaprendiz, é encontrar o seu caminho com o coração, é usar o processo de autorreflexão e de uma revisão constante de importantes verdades a respeito de nós mesmos. Redescobrir a estrada que percorremos ao longo da vida, ainda que você seja jovem.

Certa vez, alguém perguntou a um velho se ele tinha crescido naquela cidade. A resposta dele foi: “ainda não”. O processo de crescimento é contínuo, essa é a mensagem que nos ensina a resposta do velho sábio.

OLIVEIRA, Ângela. O profissional holístico.

Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo/6136

o-profissional-holistico.html

Acesso em: 15 dez 2009. (com adaptações)

Em relação às ideias apresentadas no parágrafo do Texto, é correto afirmar que a(o)

 

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Texto I

O profissional holístico

Não nascemos profissionais, nos tornamos a partir de um processo de crescimento, amadurecimento, vivências e experiências com determinadas áreas e atividades. Cada vez mais o mercado exige de nós a capacidade de atuarmos em áreas que não são efetivamente de nossa preferência e passa a exigir flexibilidade para entender que podemos adquirir novos conhecimentos, além de desenvolvermos habilidades e atitudes importantes, de modo a contribuir para o processo de conquista da posição em que pretendemos estar no futuro.

O profissional holístico é composto de uma totalidade, em que o pensar, o sentir e o querer são as energias básicas para a realização. O sentir faz a ponte entre o pensar e o agir. Essa esfera nos coloca em contato com a experimentação e consequentemente nos leva ao aprendizado.

Cada atividade que realizamos faz parte de um quadro maior, onde as peças se completam e se somam ao alcance do objetivo final. São estágios nos quais se obtêm informações, novo olhar, e se desenvolvem capacidades na direção da área ou profissão escolhida.

Neste contexto, é importante que se compreenda a ideia holística, o pensar sistemicamente, ou seja, entender que as ações, a existência e as demais ocorrências do dia a dia não são isoladas. Está conectado a outros acontecimentos ou à vida de outras pessoas e organizações. Pensar e agir sistemicamente não são privilégios, mas, sim, necessidades, e cabem a todos, estejam atuando onde estiverem.

Encare qualquer emprego, tarefa, apresentação ou outra prática como uma licença para aprender. Faça muitas perguntas, pense como cliente, observe o processo total do qual faz parte e como ele pode ser melhorado. O importante é estar engajado psicologicamente nas tarefas e conexões, e estar aberto para aprender. Em outras palavras: o esforço faz a diferença.

As qualidades mais importantes para a construção de uma carreira de sucesso não são atributos congênitos como, por exemplo, altura ou cor dos olhos, mas a flexibilidade, a tolerância à incerteza, a capacidade de levantar-se depois da queda. É tornar-se um autoaprendiz, é encontrar o seu caminho com o coração, é usar o processo de autorreflexão e de uma revisão constante de importantes verdades a respeito de nós mesmos. Redescobrir a estrada que percorremos ao longo da vida, ainda que você seja jovem.

Certa vez, alguém perguntou a um velho se ele tinha crescido naquela cidade. A resposta dele foi: “ainda não”. O processo de crescimento é contínuo, essa é a mensagem que nos ensina a resposta do velho sábio.

OLIVEIRA, Ângela. O profissional holístico.

Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo/6136

o-profissional-holistico.html

Acesso em: 15 dez 2009. (com adaptações)

Considere as afirmativas abaixo.

I - Cada empreendimento configura-se, numa visão holística, como singular e autossuficiente no que se refere à aspiração profissional.

II - O perfil ideal do profissional privilegia as características psicológicas em detrimento do potencial genético.

III - A concepção holística engloba as atividades profissionais tanto no âmbito pessoal quanto no interpessoal.

Está correto APENAS o que se afirma em

 

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Texto I

O profissional holístico

Não nascemos profissionais, nos tornamos a partir de um processo de crescimento, amadurecimento, vivências e experiências com determinadas áreas e atividades. Cada vez mais o mercado exige de nós a capacidade de atuarmos em áreas que não são efetivamente de nossa preferência e passa a exigir flexibilidade para entender que podemos adquirir novos conhecimentos, além de desenvolvermos habilidades e atitudes importantes, de modo a contribuir para o processo de conquista da posição em que pretendemos estar no futuro.

O profissional holístico é composto de uma totalidade, em que o pensar, o sentir e o querer são as energias básicas para a realização. O sentir faz a ponte entre o pensar e o agir. Essa esfera nos coloca em contato com a experimentação e consequentemente nos leva ao aprendizado.

Cada atividade que realizamos faz parte de um quadro maior, onde as peças se completam e se somam ao alcance do objetivo final. São estágios nos quais se obtêm informações, novo olhar, e se desenvolvem capacidades na direção da área ou profissão escolhida.

Neste contexto, é importante que se compreenda a ideia holística, o pensar sistemicamente, ou seja, entender que as ações, a existência e as demais ocorrências do dia a dia não são isoladas. Está conectado a outros acontecimentos ou à vida de outras pessoas e organizações. Pensar e agir sistemicamente não são privilégios, mas, sim, necessidades, e cabem a todos, estejam atuando onde estiverem.

Encare qualquer emprego, tarefa, apresentação ou outra prática como uma licença para aprender. Faça muitas perguntas, pense como cliente, observe o processo total do qual faz parte e como ele pode ser melhorado. O importante é estar engajado psicologicamente nas tarefas e conexões, e estar aberto para aprender. Em outras palavras: o esforço faz a diferença.

As qualidades mais importantes para a construção de uma carreira de sucesso não são atributos congênitos como, por exemplo, altura ou cor dos olhos, mas a flexibilidade, a tolerância à incerteza, a capacidade de levantar-se depois da queda. É tornar-se um autoaprendiz, é encontrar o seu caminho com o coração, é usar o processo de autorreflexão e de uma revisão constante de importantes verdades a respeito de nós mesmos. Redescobrir a estrada que percorremos ao longo da vida, ainda que você seja jovem.

Certa vez, alguém perguntou a um velho se ele tinha crescido naquela cidade. A resposta dele foi: “ainda não”. O processo de crescimento é contínuo, essa é a mensagem que nos ensina a resposta do velho sábio.

OLIVEIRA, Ângela. O profissional holístico.

Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo/6136

o-profissional-holistico.html

Acesso em: 15 dez 2009. (com adaptações)

Segundo o Texto, o profissionalismo está no(a)

 

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Texto I

O profissional holístico

Não nascemos profissionais, nos tornamos a partir de um processo de crescimento, amadurecimento, vivências e experiências com determinadas áreas e atividades. Cada vez mais o mercado exige de nós a capacidade de atuarmos em áreas que não são efetivamente de nossa preferência e passa a exigir flexibilidade para entender que podemos adquirir novos conhecimentos, além de desenvolvermos habilidades e atitudes importantes, de modo a contribuir para o processo de conquista da posição em que pretendemos estar no futuro.

O profissional holístico é composto de uma totalidade, em que o pensar, o sentir e o querer são as energias básicas para a realização. O sentir faz a ponte entre o pensar e o agir. Essa esfera nos coloca em contato com a experimentação e consequentemente nos leva ao aprendizado.

Cada atividade que realizamos faz parte de um quadro maior, onde as peças se completam e se somam ao alcance do objetivo final. São estágios nos quais se obtêm informações, novo olhar, e se desenvolvem capacidades na direção da área ou profissão escolhida.

Neste contexto, é importante que se compreenda a ideia holística, o pensar sistemicamente, ou seja, entender que as ações, a existência e as demais ocorrências do dia a dia não são isoladas. Está conectado a outros acontecimentos ou à vida de outras pessoas e organizações. Pensar e agir sistemicamente não são privilégios, mas, sim, necessidades, e cabem a todos, estejam atuando onde estiverem.

Encare qualquer emprego, tarefa, apresentação ou outra prática como uma licença para aprender. Faça muitas perguntas, pense como cliente, observe o processo total do qual faz parte e como ele pode ser melhorado. O importante é estar engajado psicologicamente nas tarefas e conexões, e estar aberto para aprender. Em outras palavras: o esforço faz a diferença.

As qualidades mais importantes para a construção de uma carreira de sucesso não são atributos congênitos como, por exemplo, altura ou cor dos olhos, mas a flexibilidade, a tolerância à incerteza, a capacidade de levantar-se depois da queda. É tornar-se um autoaprendiz, é encontrar o seu caminho com o coração, é usar o processo de autorreflexão e de uma revisão constante de importantes verdades a respeito de nós mesmos. Redescobrir a estrada que percorremos ao longo da vida, ainda que você seja jovem.

Certa vez, alguém perguntou a um velho se ele tinha crescido naquela cidade. A resposta dele foi: “ainda não”. O processo de crescimento é contínuo, essa é a mensagem que nos ensina a resposta do velho sábio.

OLIVEIRA, Ângela. O profissional holístico.

Disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo/6136

o-profissional-holistico.html

Acesso em: 15 dez 2009. (com adaptações)

De acordo com as ideias apresentadas no Texto, profissional holístico é o que

 

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2879426 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

SANTIAGO, Gláucia. Disponível em:

http://glauciafalandocomasparedes.blogspot.com

/2009/05/radinho-depilha. html

Em qual das frases a seguir falta o sinal indicativo de crase?

 

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2879425 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

SANTIAGO, Gláucia. Disponível em:

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/2009/05/radinho-depilha. html

Dentre as frases a seguir, aquela em que NÃO é adequado o emprego da palavra “de” na lacuna, de acordo com a norma culta da língua, é

 

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2879424 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

SANTIAGO, Gláucia. Disponível em:

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Em qual das frases a seguir os verbos empregados estão conjugados de acordo com a norma culta da língua?

 

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2879423 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

SANTIAGO, Gláucia. Disponível em:

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De acordo com a norma culta da língua, a palavra destacada está INCORRETAMENTE usada em

 

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2879422 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

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Em qual das frases a seguir a concordância verbal está estabelecida corretamente, de acordo com a norma culta da língua?

 

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2879421 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás

Texto II

RADINHO DE PILHA

Sempre adorei rádio. Principalmente ouvir futebol no radinho, mesmo que a AM não pegasse direito no interior paulista, onde nasci e fui criada.

Mesmo em meio a chiados, ouvia jogos e mais jogos por meio da “caixa mágica”.

Mantendo este hábito que carrego há anos, estava eu precisando de um radinho novo para ouvir as transmissões esportivas. Fui ao centro da cidade, entrei em todas, literalmente, todas as lojas de eletroeletrônicos da rua. Mas não foi fácil realizar a compra. Pedir por um radinho de pilha, atualmente, era como se eu dissesse ao vendedor: “Por favor, eu queria um disco voador...”. Ouvi as mais diversas coisas, as quais muitas me deixavam incomodada, irritada. Gente, eu só quero um rádio de pilha! Das coisas que ouvia dos vendedores, eis algumas pérolas:

- Rádio de pilha? Qual, daqueles pequenos?

Não, nós não recebemos mais daqueles...

- Ah, obrigada!

- Rádio de pilha? Olha, eu tenho esse que toca CD, é portátil, vende bem...

- Não, eu queria de pilha mesmo, pequeno, apenas com AM e FM.

- Não, desse não vendemos mais.

- Rádio de pilha? Tenho MP3, MP4, por que você não compra um desses?

- Eu queria radinho de pilha, com AM e FM, sabe...

- Ah, não é pra você, é pra presente... Desses eu não tenho mais, nem recebo.

- É pra mim mesma, mas eu queria assim.

Obrigada!

- Rádio de pilha? É pra você mesma? Por que você não compra um MP3, salva músicas, dá pra ouvir na rua, no ônibus...

- (Pensando comigo mesma: Eu sei o que é um MP3, minha filha, eu tenho um, mas não foi o que pedi...).

Sim, é pra mim... é pra ouvir futebol, preciso que pegue AM.

- Ouvir futebol? Você quer um rádio pra você ouvir futebol? (risos irônicos da moça).

- (Eu, mantendo a classe e educação) Isso, mas MP3 não serve. (Viro as costas e saio andando).

Sei que coisas como estas estão ficando ultrapassadas no mundo loucamente moderno, mas um radinho de pilha, daqueles com um fiozinho para segurar na mão quando se vai ao campo ver o jogo, para aproximá-lo do ouvido, que pegue basicamente AM e FM com uma anteninha, é pedir demais?

Sim, eles estão em extinção. Algo tão folclórico, clássico, emblemático do futebol e do torcedor está acabando.

Depois da saga, encontrei um sobrevivente à onda moderna de “MP coisas”. Comprei o radinho de pilha que era para mim, para ouvir AM e para ouvir futebol.

Ah!, nada como ouvir o grito de gol através da caixinha mágica...

SANTIAGO, Gláucia. Disponível em:

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O Texto II é composto das seguintes partes:

 

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