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Foram encontradas 150 questões.

2377279 Ano: 2008
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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A Associação dos Observadores de Pássaros de Porto Alegre, entidade regularmente constituída e em funcionamento há mais de um ano, tem direitos líquidos e certos violados por ato ilegal de autoridade pública. Para tutelar esses direitos, a Associação deve ajuizar

 

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2377262 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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O TEXTO A SEGUIR APRESENTA PROBLEMAS DE COESÃO E DE COERÊNCIA. A QUESTÃO À SEGUIR PROPÕE A ANÁLISE DE ALGUNS DOS PERÍODOS QUE O COMPÕEM E/OU NOVA REDAÇÃO PARA ELES.

TEXTO II

Experiência Profissional versus Competência

Atualmente os profissionais recém formados possuem muitas dificuldades em arranjar emprego. Seja por motivo de concorrência; avanços tecnológicos; fatores externos, etc.

As empresas de modo geral, de pequeno porte até multinacionais, muitas vezes preferem profissionais com certa bagagem. Talvez se utiliza o conceito “ é errando que se aprende”, ou até por uma certa ansiedade para que o recém-contratado possa atuar no mercado. Isentando-se assim da responsabilidade de treiná-lo ou planejar a estratégia da empresa para o futuro.

Quanto à questão do erro, sabemos que errar é humano, mas o excelente profissional aprende com o erro dos outros. Por isso não é essencial ter experiência.

E percebe-se também que as empresas não se preparam para o futuro, procuram agir somente no imediatismo, querem tudo para ontem, pensam que jogar rápido é jogar certo, e aí..... é que se enganam.

Fazem somente o que o cliente manda, mas as grandes inovações não são criadas pelos clientes, e sim por profissionais criativos e competentes, e isso também não tem haver com experiência.

(...) Não estou afirmando que profissionais experientes estão ultrapassados. Mas quero mostrar que competência não tem haver necessariamente com experiência. Ou seja competência quer dizer: “Saber agir, mobilizar recursos, integrar saberes múltiplos e complexos, saber aprender, saber se engajar, assumir responsabilidades, ter visão estratégica.” (Afonso Fleury)

Além disso, também adiciono a palavra “Vontade”, ou seja, o futuro profissional não necessita apenas ser experiente e inteligente, mas é preciso ter vontade. Mas isso fica para uma próxima discussão...

Disponível em: http://economiabr.net/2002/08/02/experiencia.html . Acesso em: 22 jun. 2008.

Assinale alternativa que contém a redação mais adequada para o primeiro parágrafo.

 

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2377245 Ano: 2008
Disciplina: Direito Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Os juros de mora são contados, segundo o Novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406, art. 405), a partir de que momento específico?

 

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2377232 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Uma empresa exportou produtos no valor de 3,92 milhões de dólares para os EUA, 2,36 milhões de dólares para o Japão e 1,67 milhões de dólares para o outros países. Qual foi a porcentagem das vendas realizadas para o Japão sobre o total que foi exportado?

 

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2377223 Ano: 2008
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Em relação ao Windows Explorer, versão Windows XP, o sinal Enunciado 2638340-1 que fica no lado esquerdo de uma pasta, ao ser pressionado,

 

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2377192 Ano: 2008
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Assinale a alternativa incorreta a respeito da “licença-prêmio por assiduidade”, prevista no Estatuto.

 

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2377185 Ano: 2008
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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A comunicação escrita de interesse comum, que é reproduzida em vários exemplares para ser transmitida a várias pessoas de uma empresa, é

 

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2377182 Ano: 2008
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Com relação à aplicação de juros em cálculos de execuções judiciais, considere as seguintes afirmações.

I. Fixado valor a título de indenização por danos morais decorrente de responsabilidade extracontratual, os juros fluem a partir da data da decisão que fixou o valor.

II. Os juros moratórios em cálculo de execução de diferenças remuneratórias de servidor serão calculados pelo sistema de juros simples, vedada a capitalização.

III. No cálculo do processo trabalhista, os juros de mora fluem a partir do ajuizamento da ação.

IV. No cálculo da indenização por desapropriação, são cumuláveis os juros compensatórios e os moratórios.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

 

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2377116 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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TEXTO I

Acento indicador de crase pra quê?

“A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão.”

Quem é quem nessa história?

PASQUALE CIPRO NETO

TALVEZ O LEITOR não saiba ou não se lembre, mas há dois ou três anos um dos nossos parlamentares tentou fazer ir adiante um projeto de lei que eliminaria o acento grave, aquele que indica a ocorrência de crase. Comentei o caso neste espaço há algum tempo. O argumento do tribuno para essa mágica proposta? Ninguém consegue aprender (nem ensinar) o uso do bendito acento, de modo que...

Antes do parlamentar, um dos nossos mais brilhantes lingüistas, já falecido, embarcara nessa canoa, cujo casco talvez não agüentasse nem mares ligeiramente revoltos, que dirá procelas. Em sua proposta de extinção do acento grave, o nobilíssimo (sem ironia!) professor sugeria que ele se tornasse facultativo nos casos em que fosse necessário evitar ambigüidade. Já imaginou a salada?

Pois bem. Levando tudo isso em conta, peço-lhe que leia com cuidado este trecho de “Sobre a Tranqüilidade da Alma” (do filósofo Sêneca -tradução de J. R. Seabra Filho), incluído na última prova da Fuvest: “A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. O caro leitor entendeu a frase?

Entendeu quem é quem na história?

Por uma questão de clareza, eu teria escrito a passagem com um ponto-e-vírgula depois de “à multidão” (“A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão, nosso tédio à solidão”), mas no excerto publicado na prova havia vírgula mesmo.

Por falar em vírgula, a que aparece entre “a multidão” e “nosso tédio” é chamada de “vicária”, já que faz as vezes do verbo (“curará”, implícito). “Vicário” significa “que substitui outra coisa ou pessoa” (“Houaiss”).

No trecho destacado pela banca, há duas orações. A primeira é “A solidão curará nossa aversão à multidão” (o sujeito é “a solidão”). A segunda é “a multidão, nosso tédio à solidão”. Como já vimos, o verbo da segunda oração é “curará”; o sujeito é “a multidão”. Sem termos implícitos, teríamos isto: “A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão curará nosso tédio à solidão”.

Se você estranhou a construção “tédio à solidão” (em que se emprega a regência “tédio a algo”), saiba que ela não é rara nos registros clássicos da língua (“Machado de Assis e o tédio à controvérsia” é o nome de um importante ensaio escrito por Mário Casassanta, em 1934).

E então? O caro leitor já imaginou a tradução do excerto de Sêneca sem os acentos indicadores de crase? Se com esses acentos já é um tanto difícil captar de imediato o teor da mensagem, imagine sem eles... Mas voltemos à questão da Fuvest. A banca pediu o seguinte: “Sem prejuízo para o sentido original, reescreva o trecho, iniciando-o com Nossa aversão à multidão...”. O trecho já está um tanto distante, por isso sugiro-lhe que o releia. Releu?

Como a solução do problema exige a passagem da voz ativa para a passiva, pode-se ter a impressão de que basta o domínio das vozes verbais, mas, sem entender a estrutura da frase original, nada feito.

A resposta poderia ser esta: “Nossa aversão à multidão será curada pela solidão; nosso tédio à solidão, pela multidão”. Mais uma vez, há uma vírgula substituindo uma forma verbal (no caso, uma locução -”será curada”). Essa vírgula (vicária) é a que ocorre entre “solidão” e “pela multidão”. É isso.

(Folha de São Paulo. Cotidiano. 17 jan. 2008.)

A correta transformação da oração reduzida “sem entender a estrutura da frase original” em desenvolvida está na alternativa

 

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2377065 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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TEXTO I

Acento indicador de crase pra quê?

“A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão.”

Quem é quem nessa história?

PASQUALE CIPRO NETO

TALVEZ O LEITOR não saiba ou não se lembre, mas há dois ou três anos um dos nossos parlamentares tentou fazer ir adiante um projeto de lei que eliminaria o acento graveA), aquele que indica a ocorrência de craseB). Comentei o caso neste espaço há algum tempo. O argumento do tribuno para essa mágica proposta? Ninguém consegue aprender (nem ensinar) o uso do bendito acento, de modo que...

Antes do parlamentar, um dos nossos mais brilhantes lingüistas, já falecido, embarcara nessa canoa, cujo casco talvez não agüentasse nem mares ligeiramente revoltos, que dirá procelas. Em sua proposta de extinção do acento grave, o nobilíssimo (sem ironia!) professor sugeria que ele se tornasse facultativo nos casos em que fosse necessário evitar ambigüidadeC). Já imaginou a salada?

Pois bem. Levando tudo isso em conta, peço-lhe que leia com cuidado este trecho de “Sobre a Tranqüilidade da Alma” (do filósofo Sêneca -tradução de J. R. Seabra Filho), incluído na última prova da Fuvest: “A solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. O caro leitor entendeu a frase?

Entendeu quem é quem na história?

Por uma questão de clareza, eu teria escrito a passagem com um ponto-e-vírgula depois de “à multidão” (“A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão, nosso tédio à solidão”), mas no excerto publicado na prova havia vírgula mesmo.

Por falar em vírgula, a que aparece entre “a multidão” e “nosso tédio”D) é chamada de “vicária”, já que faz as vezes do verbo (“curará”, implícito). “Vicário” significa “que substitui outra coisa ou pessoa” (“Houaiss”).

No trecho destacado pela banca, há duas orações. A primeira é “A solidão curará nossa aversão à multidão” (o sujeito é “a solidão”). A segunda é “a multidão, nosso tédio à solidão”. Como já vimos, o verbo da segunda oração é “curará”; o sujeito é “a multidão”. Sem termos implícitos, teríamos isto: “A solidão curará nossa aversão à multidão; a multidão curará nosso tédio à solidão”.

Se você estranhou a construção “tédio à solidão” (em que se emprega a regência “tédio a algo”), saiba que ela não é rara nos registros clássicos da línguaE) (“Machado de Assis e o tédio à controvérsia” é o nome de um importante ensaio escrito por Mário Casassanta, em 1934).

E então? O caro leitor já imaginou a tradução do excerto de Sêneca sem os acentos indicadores de crase? Se com esses acentos já é um tanto difícil captar de imediato o teor da mensagem, imagine sem eles... Mas voltemos à questão da Fuvest. A banca pediu o seguinte: “Sem prejuízo para o sentido original, reescreva o trecho, iniciando-o com Nossa aversão à multidão...”. O trecho já está um tanto distante, por isso sugiro-lhe que o releia. Releu?

Como a solução do problema exige a passagem da voz ativa para a passiva, pode-se ter a impressão de que basta o domínio das vozes verbais, mas, sem entender a estrutura da frase original, nada feito.

A resposta poderia ser esta: “Nossa aversão à multidão será curada pela solidão; nosso tédio à solidão, pela multidão”. Mais uma vez, há uma vírgula substituindo uma forma verbal (no caso, uma locução -”será curada”). Essa vírgula (vicária) é a que ocorre entre “solidão” e “pela multidão”. É isso.

(Folha de São Paulo. Cotidiano. 17 jan. 2008.)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada não pertença à mesma classe gramatical dos demais.

 

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