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2990256 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
O menino que escrevia versos
– Ele escreve versos!
Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico perguntou:
– Há antecedentes na família?
– Desculpe, doutor?
O médico explicou em pormenores. Dona Serafina respondeu que não. O pai da criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página. Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
– Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol!
Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-de- -mel. O filho fora confeccionado nesses namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol.
A oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejar, a autoria do feito.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar no esfrega- -refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda, escrevia versos. Que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido, avarias dessas que a vida do homem fica em ponto morto?
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu que ele fosse examinado.
– O médico que faça revisão geral, parte mecânica e elétrica. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões, lhe espreitassem o nível do óleo. O que urgia era terminar com aquela vergonha familiar.
Olhos baixos, o médico escutou tudo e aviava a receita.
Com enfado, dirigiu-se ao menino:
– Dói-te alguma coisa?
– Dói-me a vida, doutor.
A resposta o surpreendeu.
– E o que fazes quando te assaltam essas dores?
– O que melhor sei fazer, excelência, sonhar.
Serafina desferiu um tapa na nuca do filho. Não lembrava o que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu: longe, por quê? Perto o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E riu-se, acarinhando o braço da mãe.
O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. O menino exemplificaria os sonhos, mas o doutor interrompeu-o dizendo que não tinha tempo e que ali não era uma clínica psiquiátrica.
A mãe, desesperada, pediu que o doutor olhasse o caderninho dos versos, a ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio. Contrafeito, o médico aceitou e propôs que voltasse na próxima semana.
Na semana seguinte, o médico, sisudo, perguntou ao menino se ele havia escrito mais versos.
– Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente. Ele assumiria as despesas, o menino ficaria em sua clínica para o tratamento.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o menino. Quem passa pode escutar a voz do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
–Não pare, meu filho. Continue lendo...
(Mia Couto, O menino que escrevia versos. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar sobre os pais do menino que
 

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Assinale a alternativa que está de acordo com a norma-padrão de concordância.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nos trechos expressam, respectivamente, relações de sentido de tempo e de modo.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

A palavra em destaque foi empregada em sentido figurado no trecho

 

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Leia o texto para responder às questões de números 07 a 09.

Em silêncio

Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia.

Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos.

Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

(Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global Editora, 2013)

No texto, as diversas tentativas do protagonista de encontrar um lugar silencioso

 

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A educação midiática implica ensino de estratégias para que os alunos, quando uma mensagem, possam verificar o seu grau de confiabilidade. Portanto, é preciso que , em todas as escolas, projetos voltados especificamente para o problema da desinformação.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Há emprego de vírgula(s) para separar uma expressão explicativa no trecho:

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Em – ... reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. (1º parágrafo) –, o trecho em destaque pode ser substituído, mantendo o sentido original do texto, por

 

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Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Considere as seguintes passagens do texto:

• ... programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens... (3º parágrafo)

• O documento (...) dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos. (4ºparágrafo)

Os vocábulos em destaque possuem, correta e respectivamente, os sentidos de

 

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Educação midiática

Avaliar a confiabilidade de uma informação antes de repassá-la, identificar a intenção das mensagens a que estamos expostos, compreender o papel do jornalismo na sociedade e, principalmente, reconhecer a responsabilidade de cada um de nós ao produzir e compartilhar conteúdos. Esses são alguns dos temas incluídos no currículo de escolas preocupadas com a avalanche de fake news que vem corroendo o direito da população a informações de qualidade.

“Unimos dados históricos ao ensino de pesquisa digital para que os alunos possam reconhecer mensagens falsas, aprendam a elaborar perguntas e, na dúvida, sempre verifiquem a informação”, contou Rita de Cássia Baccari, professora de educação digital na EMEF M’Boi Mirim II, na zona sul de São Paulo.

Além de diversos projetos pelo país, o que mais chama atenção é o entendimento crescente de que a tarefa de combater fake news e navegar com responsabilidade pelo universo da informação precisa ser incorporada ao currículo das escolas. Nesse contexto, o EducaMídia, programa criado para capacitar professores e organizações de ensino e engajar a sociedade no processo de educação midiática dos jovens, desenvolveu diversos materiais didáticos adotados pela rede pública do Estado de São Paulo, além de ter parcerias com outras dez secretarias de educação para formação de professores.

A educação midiática no Brasil, ainda que não seja uma política pública com nome e sobrenome, encontra diversos espaços de aplicação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta é uma oportunidade que não podemos desperdiçar. O documento, que norteia a construção de currículos escolares, dá importante destaque para a cultura digital, preconizando a necessidade de os estudantes reconhecerem diferentes gêneros midiáticos, avaliarem a confiabilidade das informações que consomem e produzirem conteúdos com responsabilidade.

Diante dos imensos desafios trazidos pela desinformação, não há solução mágica que transforme o cenário da noite para o dia — é preciso investir em educação de qualidade, abrindo as escolas para os problemas atuais e criando oportunidades para que crianças e jovens sejam agentes de transformação.

(Daniela Machado. O tempero brasileiro para uma educação finlandesa. Folha de S. Paulo, 08.12.2022)

Pode-se identificar a opinião da autora do texto no trecho:

 

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