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Foram encontradas 616 questões.

Uma empresa fez um treinamento com seus 72 funcionários, em duas datas diferentes, sendo que cada funcionário só participou em uma das datas. Se o número de funcionários que participaram na primeira data foi igual a !$ \dfrac{5}{4} !$ do número de funcionários que participaram na segunda data, é correto afirmar que o número de funcionários que participaram na primeira data superou o número de funcionários que participaram na segunda data em

 

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2990285 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
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Assinale a alternativa em que a frase está redigida corretamente, segundo a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.

 

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2990284 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
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Assinale a alternativa em que a frase está redigida corretamente, segundo a norma-padrão de concordância da língua portuguesa.

 

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2990283 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
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Leia o texto.

Uma espécie rara de barata foi redescoberta numa ilha australiana. Grande, sem asas, com um comprimento que varia entre 22 a 40 milímetros de comprimento e cor que vai de avermelhado a preto, o inseto se alimenta de madeira e é nativo da localidade, embora fosse considerado extinto havia mais de 80 anos.

Segundo um jornal, o achado foi feito pelo estudante de biologia Maxim Adams. O animal estava em uma praia isolada, à qual só é possível chegar a pé ou pela água.

Ele encontrou famílias do inseto debaixo de uma figueira quando estava trabalhando em um projeto com o cientista Nicholas Carlile.

“Nos primeiros 10 segundos, fiquei incrédulo”, comentou o estudante ao jornal. “Eu levantei a primeira pedra debaixo daquela figueira enorme, e lá estava o inseto!”

Acreditava-se que a barata havia sido extinta em 1918, quando ratos chegaram à região. Espécies consideradas próximas à barata foram encontradas em ilhas próximas, mas o grupo encontrado agora é geneticamente diferente.

(Considerada extinta por 80 anos, barata comedora de madeira é encontrada em ilha. https://f5.folha.uol.com.br, 03.10.2022. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

 

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2990282 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
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Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3399246-1

(M. Schulz. Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br, 04.01.2023)

No trecho “ pra gente descobrir muita coisa sobre uma pessoa seguindo o rastro dela na neve” (1º quadro), a palavra em destaque foi empregada para indicar

 

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2990281 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
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Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3399245-1

(M. Schulz. Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br, 04.01.2023)

A afirmação do garoto no último quadro deve-se ao fato de que

 

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2990280 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
O menino que escrevia versos
– Ele escreve versos!
Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico perguntou:
– Há antecedentes na família?
– Desculpe, doutor?
O médico explicou em pormenores. Dona Serafina respondeu que não. O pai da criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página. Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
– Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol!
Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-de- -mel. O filho fora confeccionado nesses namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol.
A oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejar, a autoria do feito.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar no esfrega- -refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda, escrevia versos. Que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido, avarias dessas que a vida do homem fica em ponto morto?
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu que ele fosse examinado.
– O médico que faça revisão geral, parte mecânica e elétrica. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões, lhe espreitassem o nível do óleo. O que urgia era terminar com aquela vergonha familiar.
Olhos baixos, o médico escutou tudo e aviava a receita.
Com enfado, dirigiu-se ao menino:
– Dói-te alguma coisa?
– Dói-me a vida, doutor.
A resposta o surpreendeu.
– E o que fazes quando te assaltam essas dores?
– O que melhor sei fazer, excelência, sonhar.
Serafina desferiu um tapa na nuca do filho. Não lembrava o que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu: longe, por quê? Perto o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E riu-se, acarinhando o braço da mãe.
O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. O menino exemplificaria os sonhos, mas o doutor interrompeu-o dizendo que não tinha tempo e que ali não era uma clínica psiquiátrica.
A mãe, desesperada, pediu que o doutor olhasse o caderninho dos versos, a ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio. Contrafeito, o médico aceitou e propôs que voltasse na próxima semana.
Na semana seguinte, o médico, sisudo, perguntou ao menino se ele havia escrito mais versos.
– Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente. Ele assumiria as despesas, o menino ficaria em sua clínica para o tratamento.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o menino. Quem passa pode escutar a voz do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
–Não pare, meu filho. Continue lendo...
(Mia Couto, O menino que escrevia versos. Adaptado)
Observe as passagens do texto:
Apontou o filho, como se entregasse... (2° parágrafo) Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada... (5º parágrafo) O pai da criança (...) nunca espreitara uma página. (5º parágrafo)
As expressões destacadas expressam, no contexto em que se encontram, correta e respectivamente, sentido de:
 

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2990279 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto a seguir, de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e emprego do sinal indicativo de crase.

Esclarecemos que, , estão as planilhas de custo referentes aquisição de livros didáticos. Foi pela equipe responsável seleção do conjunto de obras que devem estar para os alunos, de segunda sexta-feira na biblioteca.

 

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2990278 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a construção entre colchetes substitui o trecho destacado, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome.

 

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2990277 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

O enunciado cuja pontuação reproduz, com correção, a que foi adotada da passagem – De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. – é:

 

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