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1244396
Ano: 2013
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Segundo o Estatuto do Idoso, é correto afirmar que o direito à liberdade compreende, dentre outros:
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O coeficiente angular da reta apresentada na figura abaixo vale:

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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
Disponível em: http://super.abril.com
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Assinale a alternativa que apresenta antônimos das palavras grifadas no período abaixo.
“Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade.”
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A capacidade tributária passiva independe:
I- da capacidade civil das pessoas naturais.
II- de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus bens ou negócios.
III- de estar à pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma unidade econômica ou profissional.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
Disponível em: http://super.abril.com
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Colocando os substantivos abaixo no feminino, os adjetivos ficarão invariáveis, exceto na alternativa:
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O aplicativo Microsoft Excel é uma excelente ferramenta para gerar gráficos de vários tipos. Independentemente de sua versão(97, 2003, 2007, 2013), alguns tipos de gráficos estão disponíveis para nosso uso. Assinale a alternativa que NÃO trata de um gráfico válido nas versões comentadas neste texto.
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As teorias econômicas tidas como neoliberais geralmente são agregadas ao termo “economia neoclássica”. As teorias neoclássicas foram influenciadas ou interagem com as seguintes escolas de pensamento, exceto:
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As propostas pedagógicas da Educação Infantil das crianças filhas de agricultores familiares, extrativistas, pescadores, artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, quilombolas, caiçaras, povos da floresta, devem:
I- reconhecer os modos próprios de vida no campo como fundamentais para a constituição da identidade dessas crianças.
II- ter vinculação inerente à realidade dessas populações, culturas e tradições.
III- flexibilizar, se necessário, calendário, rotinas etc.
IV- valorizar e evidenciar os saberes e o papel dessas populações na produção de conhecimento sobre o mundo e sobre o ambiente natural.
V- prever a oferta de brinquedos e equipamentos que respeitem as características ambientais e socioculturais da comunidade.
Marque:
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Dieta igual à de nossos ancestrais no Paleolítico
Passamos 95% da nossa existência como humanos sem comer arroz, feijão ou pão. Por conta disso, o nutricionista Loren Cordain, da Universidade do Colorado, defende que o nosso corpo não foi feito para o consumo de grãos. E que deveríamos voltar a comer só o que nossos ancestrais caçavam e coletavam no Paleolítico.
Desde o surgimento do Homo sapiens, há 200 mil anos, até o surgimento da agricultura, há apenas 10 mil, comíamos muita gordura dos animais de caça. Mas isso não é visto hoje como um hábito saudável. A ideia de que a gordura encontrada na carne pode fazer mal não é verdadeira. Esse argumento tem sido revertido nos últimos anos. Hoje existem análises mais abrangentes sobre o efeito saudável da gordura animal. Ela não tem efeito nocivo nem causa doenças. As comidas processadas e açúcar refinado são mais prejudiciais.
Há algumas exceções em relação às frutas e vegetais. As batatas cultivadas hoje têm características nutricionais, como uma carga glicêmica alta, que não existiam em raízes de tubérculos selvagens. Além disso, o consumo ilimitado de frutas secas também representaria uma glicemia elevada. O milho, por exemplo, é um grão, vagens e amendoins também são leguminosos que não eram consumidos frequentemente em tempos pré-agrícolas.
Para maximizar a saúde e o bem-estar para a vida toda, imitando as características nutricionais da alimentação de nossos ancestrais pré-agricultura, a base são carnes frescas, frutos do mar, peixe, vegetais, frutas, sementes e nozes, ou seja, uma dieta rica em proteínas, sim, mas também com uma carga glicêmica baixa, já que todos os carboidratos vêm de fontes como frutas.
A exclusão de grãos e de leite é a parte mais controversa da dieta. Por que não comê-los? Cerca de 65% da população mundial tem intolerância à lactose e nos Estados Unidos a percentagem de pessoas com intolerância ao glúten é entre 10 e 15%. Além disso, esses alimentos são nutricionalmente inferiores em comparação com carnes e vegetais. Seguindo essa alimentação desde 1991, notei um crescimento da massa muscular, sem aumentar meus treinos e a dor na coluna que me incomodava desde a adolescência foi eliminada. Meu sono é melhor, tenho mais energia e me libertei das doenças respiratórias que me acometiam, disse Loren.
Texto Adaptado
Disponível em: http://super.abril.com.br/
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Observe a divisão silábica das palavras abaixo:
I- die-ta.
II- an-ces-trais.
III- Pa-le-o-lí-ti-co.
IV- Nu-tri-ci-o-nais.
A divisão silábica está incorreta:
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A Comunicação Total:
1- é uma vertente bastante criticada pelos estudiosos, por acreditarem que ela não valoriza a língua natural do surdo, já que os códigos manuais “são usados obedecendo à estrutura gramatical da língua oral, não se respeitando a estrutura própria da Língua de Sinais”.
2- visa desenvolver as habilidades de fala, mediante treino rítmico corporal e articulação ritmada. Para isto se serve de qualquer artefato, mesmo a língua de sinais é usada com a intenção de ensino.
3- Favoreceu de maneira efetiva contato com sinais, que era proibido pelo oralismo, e esse contato propiciou que os surdos se dispusessem à aprendizagem das línguas de sinais, externamente ao trabalho escolar.
São afirmações corretas:
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