Foram encontradas 411 questões.
Sobre a estrutura diretiva básica da FMSC, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os órgãos às suas respectivas funções.
Coluna 1
1. Conselho Curador.
2. Conselho Fiscal.
3. Diretoria Executiva.
Coluna 2
( ) Órgão responsável pela gestão técnica, patrimonial, financeira, administrativa e operacional.
( ) Órgão responsável pelo estabelecimento das metas da FMSC.
( ) Órgão responsável por verificar o cumprimento dos deveres legais e regulamentares dos dirigentes da FMSC.
( ) Órgão responsável pela transparência da gestão e pelo controle do seu desempenho, objetivando a garantia de serviços públicos de qualidade à coletividade destinatária.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
A respeito da mão de obra, a Fundação Municipal de Saúde de Canoas (FMSC) poderá receber servidores cedidos do:
I. Município, desde que com expressa anuência do servidor.
II. Estado, sendo desnecessária a anuência do servidor.
III. SUS, desde que com expressa anuência do servidor.
Quais estão corretas?
Provas
É INCORRETO afirmar que a Fundação Municipal de Saúde de Canoas (FMSC):
Provas
As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:
I. Atenção primária.
II. Urgência e Emergência.
III. Atenção psicossocial.
IV. Farmácia Popular.
Quais estão corretos?
Provas
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde é corretamente definido como:
Provas
Em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que:
Provas
A Lei que estabelece, em todo o território nacional, as ações e os serviços de saúde disciplina, no Art. 1º, que tais ações e serviços podem ser executados:
I. Isolados ou conjuntamente.
II. Nunca em caráter eventual.
III. Somente por pessoas jurídicas.
IV. Por pessoas de direito Público ou privado.
Quais estão corretas?
Provas
- Organização do EstadoOrganização do Estado: Estados
- Organização do EstadoIntervenção Federal e EstadualIntervenção da União nos Estados e no Distrito Federal
Em relação à intervenção nos Estados e no Distrito Federal, é correto afirmar que a União:
Provas
Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II
- Estoicos
- Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
- Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
- preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
- causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
- era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
- por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
- determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
- no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
- nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
- dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
- ausência de inquietação.
- Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
- nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
- de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
- travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
- comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
- princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
- que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
- cristianismo que viria logo a seguir.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Analise o seguinte trecho, retirado do texto: “Um dos mais (1) notórios (2) seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo nascido (3) na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma (4), como (5) conselheiro de Nero”. Qual dos trechos sublinhados representa um adjetivo?
Provas
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Ruan de Souza Gabriel
- Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
- mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
- acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
- imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
- agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
- estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
- só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
- Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
- se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
- a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
- aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
- tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
- deles.
- Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
- nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
- nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
- limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
- porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
- adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
- E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
- autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
- decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
- referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
- obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
- autor consegue completar?
- É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
- de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
- contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
- que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
- Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
- mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
- e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
- Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
- extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
- quase o teto toda parede da sala”.
- A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
- bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
- maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
- faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
- Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
- em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
- seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
- personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
- Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
- aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
- começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
- as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
- enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.
(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que NÃO indica um dos motivos para a leitura apontado pelo autor do texto.
Provas
Caderno Container