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Foram encontradas 160 questões.

2035042 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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“A finalidade do ato administrativo é o bem jurídico objetivado pelo ato, o que se visa proteger com uma determinada conduta.” Segundo a doutrina administrativa, é correto afirmar que a finalidade é um
 

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2035041 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O termo “recursos humanos” ou “gestão de pessoas” pode assumir os seguintes significados, de acordo com o processo que representa, EXCETO:
 

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2034932 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
*Leia os textos para responder à questão..
Vida curta
Mais da metade dos brasileiros (54%) troca de celular em menos de 3 anos e 81% nem sequer recorrem a assistência técnica antes, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Um em cada 3 celulares e eletroeletrônicos é substituído quando para de funcionar e 3 em cada 10 eletrodomésticos são substituídos por apresentarem defeitos, mesmo funcionando, o que agrava o desperdício. Quando não é a obsolência programada, o motivo da troca é a obsolência psicológica; a volúpia por um aparelho novo, mais atual.
(Revista Planeta. Março 2014. p. 37.)
Onde jogar? Descarte correto e reutilização do lixo eletrônico
– Para não provocar a contaminação e poluição do meio ambiente, o correto é fazer o descarte de lixo eletrônico em locais apropriados como, por exemplo, empresas e cooperativas que atuam na área de reciclagem.
– Celulares e suas baterias podem ser entregues nas empresas de telefonia celular.
– Outra opção é doar equipamentos em boas condições, mas que não estão mais em uso, para entidades sociais que atuam na área de inclusão digital.
(Disponível em: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/lixo_eletronico.htm.)
Os textos anteriores relacionam-se diretamente a uma facção da ética muito em pauta nos atuais e a nível mundial: a ética ambiental. A respeito desse setor específico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As próprias empresas que fabricam os eletroeletrônicos, devido a seus códigos de ética, encaminham estes resíduos de forma a não provocar danos ao meio ambiente.
( ) O consumidor, principalmente jovem, é uma vítima do consumismo, de uma hiper-realidade, que o aliena e o isenta dessa culpa de poluir o ambiente.
( ) Os males causados pelos resíduos de eletrodomésticos e afins podem ser atenuados, se o descarte desses materiais for feito no oceano, que não sofre impactos ambientais.
( ) Esse destino do lixo é um problema grave, mas deve ser visto apenas sob o âmbito econômico e não relacionado a padrões éticos de comportamento.
A sequência está correta em
 

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2034931 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
“A origem dos partidos políticos está ligada à defesa de determinados grupos sociais e à disputa pelo controle do aparelho estatal. Num estado democrático, geralmente os partidos travam uma disputa pelos processos eleitorais.”
(Dimenstein, 2008. p. 163.)
Sobre os partidos políticos do Brasil ao longo da história, analise.
I. Qualquer cidadão brasileiro, independente de credo, idade, gênero ou condição jurídica, pode criar um partido político.
II. Durante a ditadura militar, todos os partidos foram extintos, pois era desnecessário votar.
III. A existência de partidos políticos é um sintoma do estado democrático.
IV. Os partidos políticos são instituições que se sobrepõem às classes sociais, tendo em vista apenas o bem comum.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2034930 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Acerca das formas de extinção do ato administrativo, analise as afirmativas.
I. Entende-se por caducidade, a extinção do ato administrativo decorrente do descumprimento, por seu beneficiário, de alguma das condições que lhe foram impostas.
II. A extinção do ato administrativo em razão da superveniência de lei que tornou o ato ilegal é chamada de cassação.
III. O fundamento para a anulação de um ato administrativo é a existência de uma ilegalidade, o que viola o dever de obediência à lei, ofendendo o princípio constitucional da legalidade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2034824 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
São causas de exclusão da ilicitude, EXCETO:
 

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2034771 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

(Clarice Lispector. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Analise sintaticamente o período a seguir: “Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade” (15º§). O trecho sublinhado classifica-se como uma oração subordinada

 

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2034770 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

(Clarice Lispector. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Assinale a alternativa cujo conteúdo identifica o tema abordado na crônica.

 

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2034769 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O pastel e a crise

Quando a crise convida ao pessimismo ou ameaça descambar na depressão, está na hora de ler. Poesia ou prosa, tanto faz. A partir de certa altura, bom mesmo é reler. Reler sobretudo o que nunca se leu, como repeti outro dia a um amigo que não é chegado à leitura. Ele mergulhou no Proust sem escafandro e se sente mal quando vem à tona respirar o ar poluído aqui de fora.

Verdadeiro sábio era o Rubem Braga. Tinha com a vida uma relação direta, sem intermediação intelectual. Houvesse o que houvesse, trazia no coração uma medida de equilíbrio que era um dom de nascença, mas era também fruto do aprendizado que só a experiência dá. No pequeno mundo do cotidiano, sabia como ninguém identificar as coisas boas da vida. E assim viveu até o último instante.

Certa vez, no auge de uma crise, crivada de discursos e de diagnósticos, o Rubem estava de olho nas frutas da estação. Madrugador, cedinho já sabia das coisas. Quando o largo horizonte nacional andava borrascoso, ele se punha a par das nuvens negras, mas não mantinha o olhar fixo no pé-direito alto da crise. Baixava o olhar ao rodapé, pois o sabor do Brasil está também no rés-do-chão. Num dia de greve geral, inquietações no ar, tudo fechado, o Rubem me telefonou: Vamos ao bar Luís, na rua da Carioca? Vamos ver a crise de perto.

E lá fomos nós. O bar estava aberto e o chope, esplêndido. Começamos por um preto duplo, que a sede era forte. Depois mais um, agora louro. E outro. Claro que não faltou o salsichão com bastante mostarda. Calados, mas vorazes, cumpríamos um rito. Alguém por perto disse que a Vila Militar tinha descido com os tanques. Saímos dali e fomos a um sebo. O Rubem comprou Xamã, do Carlos Lacerda, com dedicatória. Depois, pegamos o carro e voltamos pelo Aterro, onde se pode exercer o direito da livre eructação. Tinha sido um perfeito programa cultural. E sem nenhum incentivo do governo.

Vi agora na televisão que o maracujá está em baixa e me lembrei do velho Braga. Nem tudo está perdido. Fui à feira e comprei também dois suculentos abacaxis. Caem bem nesta hora de atribulação nacional. Só falta agora descobrir um bom pastel de palmito na Zona Norte. Se o Rubem estivesse aí, lá iríamos nós atrás da deleitosa descoberta. Depois, de cabeça erguida, enfrentaríamos a crise até o caos.

(Otto Lara Resende. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Releia o trecho: “Houvesse o que houvesse, trazia no coração uma medida de equilíbrio que era um dom de nascença, mas era também fruto do aprendizado que só a experiência dá.” (2º§). Assinale a alternativa cujo conteúdo define a relação entre a ideia introduzida pela palavra destacada e aquela veiculada antes dessa mesma palavra.

 

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2034760 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O gesso é um tipo de revestimento monolítico, bastante utilizado em substituição aos revestimentos de argamassa à base de cimento e cal, cuja origem encontra-se na moagem da gipsita. De acordo com as vantagens e desvantagens de sua utilização em relação aos revestimentos tradicionais (argamassa de cimento, areia e cal), marque a alternativa correta.
 

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