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Foram encontradas 160 questões.

2033610 Ano: 2014
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Sobre as regras estabelecidas no Estatuto do Idoso (EI), quanto as medidas de proteção aos idosos, analise.
I. As medidas de proteção previstas no EI poderão ser aplicadas, isolada ou cumulativamente, e levarão em conta os fins sociais a que se destinam e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
II. O Poder Judiciário, a requerimento do Ministério Público e presente uma situação ensejadora da medida, poderá determinar a medida de abrigo temporário.
III. O próprio Ministério Público, presente uma situação ensejadora da medida, poderá determinar a medida de abrigo em entidade.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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2033533 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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“Tem como fato gerador a prestação de serviços administrativos específicos a determinado contribuinte ou grupo de contribuintes.” De acordo com a Lei Complementar nº 01/2001, que institui o Código Tributário do Município de Cascavel-PR, a afirmativa anterior refere-se ao(à)
 

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2033532 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Segundo o Código Penal, se o agente, depois de esgotar os meios postos à disposição para a consumação do crime, se arrepende e, voluntariamente, impede que o resultado se produza, só responderá pelos atos já praticados. Trata-se de uma hipótese de
 

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2033521 Ano: 2014
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O Código Tributário Nacional, que dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis a União, Estados e Municípios, trata sobre as causas que suspendem a exigibilidade do crédito tributário. São causas que suspendem a exigibilidade do crédito tributário, EXCETO:
 

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2033520 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O pastel e a crise

Quando a crise convida ao pessimismo ou ameaça descambar na depressão, está na hora de ler. Poesia ou prosa, tanto faz. A partir de certa altura, bom mesmo é reler. Reler sobretudo o que nunca se leu, como repeti outro dia a um amigo que não é chegado à leitura. Ele mergulhou no Proust sem escafandro e se sente mal quando vem à tona respirar o ar poluído aqui de fora.

Verdadeiro sábio era o Rubem Braga. Tinha com a vida uma relação direta, sem intermediação intelectual. Houvesse o que houvesse, trazia no coração uma medida de equilíbrio que era um dom de nascença, mas era também fruto do aprendizado que só a experiência dá. No pequeno mundo do cotidiano, sabia como ninguém identificar as coisas boas da vida. E assim viveu até o último instante.

Certa vez, no auge de uma crise, crivada de discursos e de diagnósticos, o Rubem estava de olho nas frutas da estação. Madrugador, cedinho já sabia das coisas. Quando o largo horizonte nacional andava borrascoso, ele se punha a par das nuvens negras, mas não mantinha o olhar fixo no pé-direito alto da crise. Baixava o olhar ao rodapé, pois o sabor do Brasil está também no rés-do-chão. Num dia de greve geral, inquietações no ar, tudo fechado, o Rubem me telefonou: Vamos ao bar Luís, na rua da Carioca? Vamos ver a crise de perto.

E lá fomos nós. O bar estava aberto e o chope, esplêndido. Começamos por um preto duplo, que a sede era forte. Depois mais um, agora louro. E outro. Claro que não faltou o salsichão com bastante mostarda. Calados, mas vorazes, cumpríamos um rito. Alguém por perto disse que a Vila Militar tinha descido com os tanques. Saímos dali e fomos a um sebo. O Rubem comprou Xamã, do Carlos Lacerda, com dedicatória. Depois, pegamos o carro e voltamos pelo Aterro, onde se pode exercer o direito da livre eructação. Tinha sido um perfeito programa cultural. E sem nenhum incentivo do governo.

Vi agora na televisão que o maracujá está em baixa e me lembrei do velho Braga. Nem tudo está perdido. Fui à feira e comprei também dois suculentos abacaxis. Caem bem nesta hora de atribulação nacional. Só falta agora descobrir um bom pastel de palmito na Zona Norte. Se o Rubem estivesse aí, lá iríamos nós atrás da deleitosa descoberta. Depois, de cabeça erguida, enfrentaríamos a crise até o caos.

(Otto Lara Resende. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

Qual das atribuições a seguir NÃO pode, segundo o texto, ser relacionada a Rubem Braga?

 

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2033519 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Márcio colecionou latas de bebidas durante 4 anos. No último ano da coleção, a quantidade de latas era igual ao triplo do ano anterior, e nesse, por sua vez, 40% maior que o número de latas do segundo ano. Se, atualmente, sua coleção conta com 252 latas e do primeiro para o segundo ano o número de latas dobrou, então, o número de latas acumuladas no primeiro ano foi igual a
 

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2033518 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O aluno depende demais do Google

Para o historiador, o desafio é educar a nova geração a usar a “máquina” chamada livro.

Ele é um rato de biblioteca. Robert Darnton ama os livros. Especialmente se forem antigos, com mais de 200 anos. Darnton é um dos maiores historiadores americanos. Por quatro décadas, explorou os meandros das grandes bibliotecas da Europa à caça de volumes perdidos de romances amorais do Antigo Regime ou da única cópia de um folhetim subversivo da França pré-revolucionária. Darnton, de 69 anos, se aposentou da Universidade Princeton em 2007 e assumiu a direção da Biblioteca da Universidade Harvard. Tomou a missão de digitalizar e tornar acessível gratuitamente pela Internet o conjunto da produção intelectual de Harvard. Defensor da nova tecnologia, Darnton detecta nos alunos a perda de intimidade com uma tecnologia mais antiga – o livro.

ÉPOCA – O livro tem futuro?

Robert Darnton – O livro é uma grande invenção. É agradável de manusear e ler. Não desaparecerá. Mas crianças e adolescentes têm hoje pouco contato com ele. Sua fonte de entretenimento é o computador. Os jovens são fascinados pelas pequenas doses de informação a que têm acesso pelos diferentes tipos de máquina e não desenvolvem o hábito das longas horas de leitura. Para eles, o livro é menos convidativo, confortável e familiar que para nós. Isso me preocupa. Creio que veremos surgir diversas formas de leitura e toda uma variedade de meios de comunicação. Os livros acadêmicos serão híbridos, publicados em parte na forma convencional, em parte online, com dados, links e material suplementar em áudio, vídeo e imagem. No caso dos livros de não ficção, que escrevo para o público leigo, acho ótimo poder exibir aspectos do passado graças à nova tecnologia.

ÉPOCA – Seus alunos ainda leem livros?

Robert Darnton – Meus alunos em Harvard são ávidos pela leitura. Mas não conhecem suas convenções, não sabem usar uma biblioteca, não sabem fazer pesquisas nem acompanhar as notas de rodapé. Eles dependem demais do Google. Ele é uma ferramenta fantástica, mas não é adequada para oferecer ao leitor o tipo de experiência, de degustação, que só o livro possibilita, como quando usamos o sumário para nos orientar ou folheamos capítulos aleatoriamente. O Google não permite isso. Haverá uma perda se dependermos demais desses mecanismos. Nesse sentido, sou pessimista. Devemos educar a nova geração a usar essa “máquina”, o livro, do modo como foi criada para ser usada.

(Época, nº 537, São Paulo, 01/09/2008. Adaptado.)

Indique a alternativa que apresenta uma paráfrase adequada quanto à correção, de acordo com a norma padrão, e a preservação do sentido para o trecho “Os jovens são fascinados pelas pequenas doses de informação a que têm acesso [...]” (3º§).

 

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2031406 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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São vantagens dos blocos de concreto para paredes internas, EXCETO:
 

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2031067 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.

– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

– Não acaba nunca, e pronto.

Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

– Acabou-se o docinho. E agora?

– Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

(Clarice Lispector. In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)

A respeito do texto, é INCORRETO afirmar que

 

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2029282 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Na comunicação empresarial encontram-se as denominadas barreiras, representadas por interferências que se opõem à eficácia da comunicação. Segundo Chiavenato (2000), as principais barreiras que oferecem obstáculos e resistência à comunicação entre pessoas dividem-se em três categorias: humanas ou pessoais, físicas e semânticas. Assinale a alternativa que apresenta um tipo de barreira semântica à comunicação empresarial.
 

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